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  • g85 8/1 pp. 29-31
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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1985
  • Subtítulos
  • Riscos das Transfusões de Sangue
  • Lealdade à Igreja — ou ao Estado?
  • “Design” Perverso
  • Alcoólico Abstêmio
  • Riscos dos Bichinhos de Estimação
  • É Confiável a Hipnose?
  • “Geração Broto de Feijão”
  • Nenhum Esconderijo
  • Refugiados Que Passam Fome
  • Matar Moscas
  • Notícias Sobre Rãs
  • Ritos Para Animais
  • ‘Táxi dos Pobres’
  • TV e Motoristas
  • Cabo de uns 13.000 Quilômetros
Despertai! — 1985
g85 8/1 pp. 29-31

Observando o Mundo

Riscos das Transfusões de Sangue

● O patologista Ira Shulman, do condado de Los Angeles, EUA — Centro Médico da Universidade do Sul da Califórnia, afirma: “A transmissão da malária através duma transfusão de sangue é rara”, todavia, em 1982, comunicaram-se nove casos. Doadores de sangue provenientes de áreas maláricas podem transmitir tal doença. O dr. Byron Myhre declara que os bancos de sangue dependem de voluntários, e, apesar de fazerem o melhor que podem, “há sempre o perigo de hepatite, de malária, e de infecções de várias espécies. Cada vez que se prescreve sangue, existe alguma possibilidade de que possa causar doenças”.

Lealdade à Igreja — ou ao Estado?

● “O Vaticano mostra-se cada vez mais preocupado com aquilo que encara como esforços feitos, por parte de alguns governos, para alienar católicos-romanos da lealdade à igreja”, veicula o jornal International Herald Tribune, de Paris. Segundo a notícia, o papa está “profundamente preocupado” com a condição da Igreja Católica Romana na China, uma vez que a “única adoração legal é feita em igrejas controladas pelo que é conhecido como Igreja Patriótica, dirigida por sacerdotes ordenados que rejeitaram abertamente a autoridade papal e rejeitam tudo que o Vaticano tem feito desde 1949”. O artigo menciona a China, o Vietnã, a Tchecoslováquia e a Albânia, e cita o papa como afirmando: “Eles tentam criar uma igreja isolada da Sé Apostólica . . . fazendo-os crer que podem continuar a exercer sua fé em plena independência.”

“Design” Perverso

● Um designer de interiores, que afirma que sua missão é “criar um ambiente que faça descontrair a moral das pessoas”, foi contratado para redecorar um grande hotel-cassino de Atlantic City, EUA. Solicitando a ajuda de um “psicólogo especializado em meio-ambiente”, ele surgiu com a seguinte proposta, segundo veiculado em The Wall Street Journal: “Majestoso saguão de mármore, com suas estátuas romanas” para atrair os jogadores e “conduzi-los, através de luzes cuidadosamente colocadas e espaços livres, para o cassino”; janelas do saguão “colocadas junto a placas de mármore cremoso italiano”, de modo que “as pessoas não se dêem conta da passagem do tempo”; materiais no cassino que “ressaltem” o ruído, porque o “ruído cria excitamento”; e iluminação, nas mesas do cassino, que envolva o jogador mas exclua os espectadores, de modo a não “diminuir seu senso de segurança”.

Até mesmo os restaurantes seriam decorados “a fim de sugerir um parentesco entre a jogatina e a realeza”, e para transmitir calor humano e “sensualidade”. Aposentos de cortesia, concedidos aos jogadores que gastam muito, seriam decorados de modo que “os seus ocupantes praticamente se dirigissem correndo para as roletas”.

Alcoólico Abstêmio

● Certo senhor, nos EUA, finalmente conseguiu convencer os médicos de que podia ficar bêbedo simplesmente por ingerir uma refeição repleta de carboidratos. “Todo especialista, que eu consultei, com o tempo perdia o interesse por mim — presumiam que eu mentia”, disse ele. “Quanto mais eu e minha esposa, Betty, insistíamos que eu não bebia, tanto mais os médicos ficavam convictos de que meu caso não tinha remédio.” Agora, depois de 37 anos de repetida embriaguez, um especialista descobriu que tal senhor é vítima de uma doença rara, Meitei-Sho, anteriormente diagnosticada apenas no Japão. Segundo veiculado no Yorkshire Post (Diário do Condado de York), Grã-Bretanha, grande quantidade de um fungo semelhante ao fermento, que crescia nos intestinos dele, convertia os carboidratos em álcool, de modo que ele “cheirava a álcool, tropeçava nas palavras, andava de modo trôpego — e, às vezes, tornava-se insultante bêbedo”. Os médicos agora ficam pensando em quantos outros “alcoólicos” estão, na verdade, apenas sofrendo de uma enfermidade intestinal.

Riscos dos Bichinhos de Estimação

● A JAMA (Revista da Associação Médica Americana) afirma que os bichinhos de estimação domésticos podem ser “perigosos para a saúde”, a menos que sejam tomadas precauções. “Mordidas, arranhões, ingestão de pulgas, por parte dos animais, e as simples carícias face a face podem resultar em infecções e até mesmo na morte”, diz tal informe. Certa senhora contraiu pneumonia da peste de seu gato adoentado, e faleceu. Uma menina de dez anos foi infetada por um arranhão de seu gato, o qual, pelo visto, tinha sido infetado por contato com roedores ou suas pulgas. Pode-se ser infestado de solitária por meio de cães. Assim sendo, seja cauteloso, avisa a JAMA.

É Confiável a Hipnose?

● “A hipnose é utilizada de forma rotineira por advogados e agentes da lei para avivar a memória das testemunhas. Novas pesquisas, porém, indicam que isso pode prejudicar mais do que ajudar”, veicula a revista Science Digest (Sumário de Ciência). Quando se pediu a indivíduos submetidos a hipnose que se lembrassem de 60 desenhos de objetos comuns, eles cometeram muito mais enganos do que os que não foram hipnotizados. “Os pesquisadores sugerem que a mente hipnotizada realmente fabrica recordações que não são nada mais do que invenções vívidas da imaginação”, diz o informe.

“Geração Broto de Feijão”

● É assim que alguns educadores descrevem a moderna juventude nipônica [equivalente, talvez, a “comprido como o bambu”]. Tais crianças são mais altas do que as de 20 anos atrás, mas é aí que termina a comparação. O jornal Asahi Evening News comenta que se dá tanta ênfase à escolaridade e a cursar as melhores escolas que “muitas delas não mais conseguem realizar nem mesmo as tarefas manuais mais simples”. Até uns 60 por cento dos jovens entrevistados nunca descascaram uma maçã, quebraram um ovo ou nem mesmo puseram a mesa uma vez sequer em sua vida. “Os pais, nos dias de hoje”, comentou uma autoridade do Ministério da Educação, “tendem a pensar que passar nos exames escolares é a única coisa que importa”.

Nenhum Esconderijo

● Um cofre dentro da caixa-forte dum banco é, normalmente, considerado um lugar seguro para se guardar jóias e dinheiro. Não é mais — pelo menos em Paris, França. Por dois anos, um bando de alta eficiência, cognominado “gangue das perucas” pela polícia de Paris porque utilizam perucas e bigodes postiços, assaltou alguns bancos durante o horário comercial. Enquanto alguns prendem os funcionários e os clientes num aposento de trás, os outros violam os cofres. Clientes desafortunados que por acaso entrem no banco durante o roubo são, de forma cortês, levados para juntar-se às demais vítimas. A única violência utilizada é contra os cofres. A “gangue das perucas” já atacou até quatro vezes, e chegou a abrir até 250 cofres numa semana.

Refugiados Que Passam Fome

● “As autoridades de Zimbabwe afirmam que cerca de 100.000 moçambicanos, muitos deles passando fome, inundaram as áreas fronteiriças do norte e do leste de Zimbabwe nos últimos meses”, veicula o jornal The New York Times. A grave seca da África Austral e a violência dos rebeldes são a causa desse influxo, acrescenta. A desnutrição resulta em abdomens distendidos, em cabelos avermelhados, um sinal da deficiência protéica, e na cegueira resultante da carência de vitamina A. Afirma-se que de cinco a sete mortes ocorrem cada dia em Mukosa. Uma família de refugiados caminhou 120 quilômetros e, descrevendo as condições, afirmou: “Numa aldeia após outra, as pessoas queriam vir conosco, mas estavam fracas demais. Se não partíssemos, simplesmente morreríamos ali.”

Matar Moscas

● Por que é tão difícil matar com êxito uma mosca com uma pancada? Por que só leva um milésimo de segundo para que o olho da mosca transmita a informação para seu cérebro. Atualmente, E. G. Gray, do Instituto Nacional de Pesquisas Médicas de Londres, Inglaterra, afirma que existe um método melhor. Segundo veiculado na publicação Changing Times (Tempos de Mudanças), ele aconselha que se aproxime da mosca com um pedaço de lenço de papel na palma de cada mão, e que mantenha a mão a igual distância da mosca. Daí, movimentando-as ligeiramente para a frente e para trás, dê-lhe um tapa com ambas as mãos. Por que isso dá certo? Segundo Gray, o cérebro da mosca só deixará que ela responda a um único setor de seu campo visual. “Duas pancadas simultâneas tornam imóvel a mosca”, afirma Gray, “pois o sistema nervoso central dela não consegue então computar em que ângulo deve alçar vôo”.

Notícias Sobre Rãs

● “Reencontrou-se” a 1.200 quilômetros ao norte de Brisbane, Austrália, uma rã que incuba seus ovos no estômago, e que se julgava extinta, veicula o jornal International Herald Tribune, de Paris. Tal rã é alvo de interesse científico porque seus ovos, incubados no estômago, “pelo visto não são prejudicados pelos sucos gástricos”, diz a notícia. Os cientistas concluem que “algo deve inibir o efeito destrutivo do ácido clorídrico e de outras enzimas existentes no aparelho digestivo da rã”, e que tal coisa poderia ser de valor no tratamento das úlceras humanas.

Ritos Para Animais

● Enterros de bichinhos de estimação são realizados todo dia em Jikkein, um templo do zen-budismo num subúrbio de Tóquio. Segundo o jornal Auckland Star, da Nova Zelândia, os ritos para animais “começam com toques de sinos, para buscar a presença de Buda, e com um sacerdote de cabeça rapada entoando as sutras. Outra alma, a de um peludo cão pequinês branco, de pêlo macio, inicia sua longa jornada para o nirvana”. O sacerdote principal declarou: “No budismo, todas as coisas vivas são capazes de alcançar a condição de Buda. Nossos ritos a favor dos animais são idênticos aos feitos para os humanos.” O templo crema cerca de dez mil animais todo ano, e realizam-se ritos simples para cada grupo. Enterros de bichinhos de estimação são um ofício adicional “para ganhar dinheiro”. Jazigos especiais podem ser obtidos por se pagar um dinheirinho extra. Certa senhora decidiu não adquirir um jazigo ao nível dos olhos, mais caro, “porque não queria que seu cachorro ficasse ao lado dum gato”.

‘Táxi dos Pobres’

● Em Jacarta, Indonésia, o becak, ou triciclo, é chamado de táxi do pobre. Mas seu serviço está chegando ao fim, uma vez que “a prefeitura insiste que este constitui uma ameaça para o trânsito caótico de Jacarta, e não se ajusta à imagem moderna da cidade”, veicula The New York Times, de 26 de fevereiro de 1984. O cemitério de becaks já inclui milhares de triciclos confiscados, e cerca de 16.000 serão confiscados na próxima fase da campanha, porém 8.000 legalizados teriam permissão de operar até fins de 1984. A favor dos becaks de lenta movimentação há o fato de que são um transporte quieto, barato e de fácil manutenção, e não poluem. A cessação de seu uso representa um problema econômico para as dezenas de milhares de condutores e suas famílias, que dependem dele para seu sustento. Os becaks serão substituídos pelo bajaj, uma lambreta de três rodas, com carrinho ao lado, que ainda é mais barata do que um táxi.

TV e Motoristas

● “O que os motoristas jovens aprendem da TV poderia ser uma lição fatal”, afirma a Motorland Magazine. Alguns espetáculos de TV apresentam perseguições a altas velocidades, e excitantes batidas “das quais o herói sai ileso”. O informe também acrescenta: “Os fatos não são tão divertidos”, quando se considera que os acidentes de carro são o assassino Número Um de adolescentes nos Estados Unidos. “A velocidade excessiva e dirigir descuidadamente ceifam muitas vítimas todo dia.”

Cabo de uns 13.000 Quilômetros

● Um cabo que deve ligar a Ásia, a África e a Europa está sendo projetado. Deve ter oito segmentos “que ligam Cingapura à França, via Indonésia Sri Lanka, Djibuti, Arábia Saudita, Egito e Itália”, veicula o International Herald Tribune, de Paris. Tendo uns 13.000 quilômetros, será um dos mais compridos cabos submarinos, e tem-se calculado que custará US$ 408 milhões [uns Cr$ 1.020.000.000]. Vinte e uma empresas assinaram contrato para tal projeto. Programa-se o início de suas operações para o princípio de 1986.

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