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    Despertai! — 1980 | 8 de novembro
    • e tentar furar-lhe o nariz com um gancho? — V. Jó 40:24.

      BEIJO. Nos tempos bíblicos, o ato de beijar, ou de alguém tocar com seus lábios os lábios de outrem (Pro. 24:26), a bochecha de outra pessoa, ou, em caso excecional, até mesmo seus pés (Luc. 7:37, 38, 44, 45), servia como sinal de afeto ou de respeito. Beijar era comum, não só entre parentes masculinos e femininos (Gên. 29:11; 31:28), mas também entre parentes masculinos. (Gên. 27:26, 27; 45:15; Êxo. 18:7; 2 Sam. 14:33) Era, semelhantemente, um gesto de afeição entre amigos achegados. — 1 Sam. 20:41, 42; 2 Sam. 19:39.

      Beijar podia acompanhar uma bênção. (Gên. 31:55) O idoso Israel ou Jacó beijou e abraçou os filhos de José, Efraim e Manassés, antes de abençoar a seu pai e a eles. (Gên. 48:8-20) Quando o patriarca mais tarde acabou de dar ordens a seus doze filhos, ele expirou, e “José lançou-se então sobre a face de seu pai e rompeu em pranto sobre ele, e beijou-o.” (Gên. 49:33 a 50:1) Samuel beijou Saul quando o ungia como o primeiro rei de Israel. — 1 Sam. 10:1.

      Uma saudação afetuosa incluía beijos, talvez acompanhados de choro e abraços. (Gên. 33:4) O pai do filho pródigo, que voltou, da ilustração de Jesus Cristo, lançou-se sobre o pescoço do filho e o “beijou ternamente”. (Luc. 15:10) Beijar também acompanhava uma despedida mui amorosa. (Gên. 31:55; Rute 1:9, 14) Quando o apóstolo Paulo estava prestes a partir de Mileto, os anciãos da congregação de Éfeso ficaram tão comovidos que choraram e “lançaram-se sobre o pescoço de Paulo e o beijaram ternamente”. — Atos 20:17, 37.

      A Bíblia faz breve referência a beijos ligados ao amor entre os sexos. (Cân. 1:2; 8:1) Ao dar conselhos para a pessoa se guardar dos artifícios duma mulher iníqua, o livro de Provérbios avisa sobre o beijo sedutor duma prostituta. — Pro. 7:13.

      Os beijos poderiam ser fingidos. Absalão, que astutamente buscava o poder, beijava os homens que se aproximavam para curvar-se diante dele. (2 Sam. 15:5, 6) O beijo traiçoeiro de Joabe significou a morte do insuspeitoso Amasa. (2 Sam. 20:9, 10) Também, foi com um beijo enganoso que Judas Iscariotes traiu Jesus Cristo. — Mat. 26:48, 49; Mar. 14:44, 45.

      ADORAÇÃO FALSA

      Beijar, como ato de adoração para com os deuses falsos, foi proibido por Jeová, que menciona 7.000 homens que não curvaram o joelho a Baal, nem o beijaram. (1 Reis 19:18) Efraim foi repreendido por fazer ídolos e dizer: “Que os sacrificadores que são homens beijem meros bezerros.” (Osé. 13:1-3) Os gregos e os romanos tinham por prática jogar um beijo com a mão para seus ídolos, se estes estavam inacessíveis, e, deste modo, também saudavam o sol nascente. Jó 31:27 talvez aluda a uma prática idólatra similar.

      O “BEIJO SANTO”

      Entre os primitivos cristãos havia o “beijo santo” (Rom. 16:16; 1 Cor. 16:20; 2 Cor. 13:12; 1 Tes. 5:26), ou “beijo de amor” (1 Ped. 5:14), possivelmente dado a indivíduos do mesmo sexo. Esta forma cristã primitiva de saudação talvez corresponda à antiga prática hebraica de as pessoas se saudarem com um beijo. Embora as Escrituras não forneçam quaisquer pormenores, o “beijo santo” ou “beijo de amor” evidentemente refletia o amor e a união saudáveis que prevaleciam na congregação cristã. — João 13:34, 35.

      USO FIGURADO

      Beijar, como representando uma demonstração de respeito e de devoção, é mencionado no conselho inspirado de “servi a Jeová com temor” e de “beijai ao filho, para que Ele não se ire e não pereçais no caminho”. (Sal. 2:11, 12) As pessoas que acatam de forma favorável e que se submetem ao rei e ao reino de Deus obterão grandes bênçãos quando se puder dizer: “Justiça e paz — elas se beijaram”, porque a conexão entre as duas será tão evidente a todos como é a íntima associação de amigos mui afeiçoados. — Sal. 85:10.

  • Quando os médicos entram em greve
    Despertai! — 1980 | 8 de novembro
    • Quando os médicos entram em greve

      Num livro publicado em 1979, o Dr. Robert S. Mendelsohn chama a atenção para a realidade de que, num período de 52 dias de 1976, quando os médicos em Bogotá, Colômbia, só forneciam cuidados de emergência, a taxa de mortes baixou 35 por cento. No Condado de Los Angeles, EUA, houve uma redução de 18 por cento na taxa de mortes naquele mesmo ano, quando os médicos estavam em greve. E em Israel, em 1973, houve uma diminuição de 50 por cento na taxa de mortes quando os médicos reduziram drasticamente seus contatos diários com os pacientes no período de um mês. Qual é a mensagem por trás disso? O Dr. Mendelsohn arrazoa que a maioria das pessoas passaria melhor com menos tratamentos médicos.

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