BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Um exame dos antigos samaritanos
    A Sentinela — 1975 | 15 de agosto
    • primitiva congregação cristã, judeus, samaritanos e gentios, tendo rejeitado idéias falsas e preconceito sem fundamento, usufruíam companheirismo quais irmãos e irmãs. Barreiras existentes por séculos foram eliminadas de seu meio.

      A verdadeira adoração une também hoje pessoas de todas as raças e nacionalidades. A evidência disso pode ser vista entre as testemunhas cristãs de Jeová.

  • Unção para uma esperança celestial — como se manifesta?
    A Sentinela — 1975 | 15 de agosto
    • Unção para uma esperança celestial — como se manifesta?

      O APÓSTOLO Paulo, escrevendo à congregação dos cristãos ungidos em Corinto, disse que Deus “pôs também o seu selo sobre nós e nos deu o penhor daquilo que há de vir, isto é, o espírito, em nossos corações”. — 2 Cor. 1:21, 22.

      Como manifestam isso os que foram ungidos por Deus, para ser seus filhos celestiais, e que recebem a selagem do espírito? É possível que alguém pense ser ungido assim, contudo, esteja enganado?

      É evidente a necessidade de entendimento bíblico destes pontos. Por exemplo, em algumas congregações dum grande país da África, certas pessoas que assistiram à celebração da Refeição Noturna do Senhor participaram pela primeira vez e foram observadas tremeram visivelmente ou fazerem movimentos incomuns ao participarem. Está isso em harmonia com as Escrituras, quanto ao modo de o espírito de Deus agir para com os ungidos? É isso evidência de seu espírito no coração de tais, dando-lhes um “sinal” ou antegosto da filiação celestial para a qual são chamados?

      A resposta a estas perguntas tem de ser Não. Tal conduta estranha, antes, é caraterística de certas seitas religiosas que estimulam a pessoa a entregar-se a ações irrestritas, ou de danças rituais de certas tribos que estimulam a agitação emocional.

      A Bíblia em parte alguma indica que — quer por ocasião de Deus ungir alguém como chamado para o reino celestial, quer depois de tal unção — a ação do espírito de Deus produza conduta de natureza anormal, ostentosa ou indigna. É verdade que no dia de Pentecostes Jeová Deus fez ocorrerem coisas milagrosas, tais como o “ruído, bem semelhante ao duma forte brisa impetuosa”, que encheu a casa onde estavam os discípulos, e “línguas, como que de fogo”, pousavam sobre os ungidos pelo espírito santo. Estes aspectos milagrosos providos pelo próprio Deus serviram para atrair muitas pessoas, de modo que se pôde dar um poderoso testemunho e fornecer também forte evidência de que o favor de Deus havia passado do Israel carnal, sob o pacto da Lei, para o Israel espiritual, sob o novo pacto. Os discípulos puderam falar nos diversos idiomas dos atraídos ali, dom que também fora dado milagrosamente. Mas, nada indica que os discípulos tivessem agido de modo altamente emocional ou com qualquer comportamento indigno. A acusação feita por alguns espectadores, de que os discípulos estavam bêbados, não foi por causa de qualquer tremedeira dos discípulos, mas, conforme mostra o relato, porque tais espectadores ouviram esses discípulos judaicos falar em línguas estrangeiras. O discurso proferido ali pelo apóstolo Pedro foi bem sóbrio, sensato e lógico, não algo emocional. — Atos 2:1-36.

      Depois do derramamento inicial do espírito em Pentecostes, a Bíblia não indica que alguma vez se repetissem o ‘ruído semelhante a uma forte brisa’ ou as “línguas, como que de fogo”, nos casos dos outros que depois foram ungidos. Até mesmo os dons do espírito, tais como a capacidade milagrosa de falar em línguas estrangeiras, haviam de terminar e terminaram mesmo com a morte dos apóstolos e daqueles a quem haviam transmitido tais dons. — Atos 8:14-18; 19:2-6; 1 Cor. 13:8-12.

      RECEBIMENTO DO VERDADEIRO ESPÍRITO DE FILIAÇÃO

      Então, como opera o espírito santo de Deus para com aqueles que ele unge? Romanos 8:15-17 nos diz: “Pois não recebestes um espírito de escravidão, causando novamente temor, mas recebestes um espírito de adoção, como filhos, espírito pelo qual clamamos: ‘Aba, Pai!’ O próprio espírito dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Então, se somos filhos, somos também herdeiros: deveras, herdeiros de Deus, mas co-herdeiros de Cristo, desde que soframos juntamente, para que também sejamos glorificados juntamente.”

      Lemos similarmente em Gálatas 4:6, 7: “Ora, visto que sois filhos, Deus enviou o espírito do seu Filho aos nossos corações, e ele clama: ‘Aba, Pai!’ De modo que não és mais escravo, mas filho; e, se filho, também herdeiro por intermédio de Deus.”

      Portanto, a evidência principal que o ungido para a chamada celestial tem é este espírito ou senso dominante de filiação, quer dizer, de ter sido gerado por Deus para a filiação espiritual como um dos 144.000 herdeiros do reino celestial. O genuinamente gerado pode atestar em toda a boa consciência que as esperanças celestiais produzidas nele não se geraram de seus próprios desejos ou imaginações, mas procedem de Jeová, em resultado da ação do espírito Dele sobre tal. (1 Ped. 1:3, 4; Rev. 14:1-3) Isto é ao mesmo tempo um espantoso privilégio e uma grave responsabilidade — tornar-se filho espiritual do Soberano Universal, cujo ‘nome é majestoso’ e a respeito de quem está escrito: “Diante dele há dignidade e esplendor.” (Sal. 8:1; 96:6) Certamente, é de esperar-se que, para os honrados com tal chamada, a conduta deve ser apropriada à de representantes deste Pai digno, defendendo a Sua reputação. Devem certamente evidenciar os frutos do espírito de Deus, que incluem o “autodomínio”. (Gál. 5:22, 23; 1 Cor. 14:33) Os ungidos têm por modelo o Principal Filho de Deus, Cristo Jesus, e devem também refletir seu espírito ou sua expressão dominante de si mesmo. Entregar-se a práticas que cheiram a costumes tribais, carnais, ou a seitas religiosas que estimulam o emocionalismo descontrolado, não daria evidência de genuína filiação espiritual. Conforme declara o apóstolo inspirado:

      “No entanto, vós estais em harmonia, não com a carne, mas com o espírito, se o espírito de Deus verdadeiramente morar em vós. Mas, se alguém não tiver o espírito de Cristo, este não pertence a ele.” — Rom. 8:9.

      Na celebração anual da Comemoração da morte de Cristo, pois, a conduta daquele que é realmente dos co-herdeiros ungidos de Cristo deve ser além de vitupério

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar