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  • Cuidado com a voadora com a lira!
    Despertai! — 1970 | 22 de maio
    • Esforços Incessantes

      Armadas do conhecimento exato de suas características e de seus hábitos, as autoridades de saúde podem empreender uma campanha eficaz contra este perigoso portador, mas a pressão tem de ser constante. Seguem-se duas linhas de ataque: programas de erradicação e campanhas de vacinação. Em Trinidad, por exemplo, há muitas áreas de densas florestas. Cada vinte anos, ou quase isso, os bugios nestas florestas talvez fiquem infetados de febre amarela pelo pernilongo selvático, Haemagogus speggazinii, e daí, por sua vez, outros pernilongos na área são infetados. Uma pessoa não-imune que então se aventure na selva torna-se prospectiva vítima da febre amarela. Se então retorna para uma área urbana em que se encontre o pernilongo doméstico, há todas as condições potenciais de severa epidemia.

      A vacinação de pessoas que vivem nestas áreas adjacentes às densas florestas é prática comum. A vacina usada é uma forma modificada do vírus da febre amarela, produzida em laboratórios e identificada como 17D. A vacinação é quase indolor, com pouco ou nenhum efeito posterior. E produz imunidade que é conservadoramente fixada em dez anos de duração.

      Muito trabalho vem sendo feito por organizações nacionais e internacionais para controlar as depredações da voadora noturna com a lira, e bloquear suas migrações de um país para outro. Alguns países caraíbas, sim, e até mesmo os Estados Unidos, mostraram pouco entusiasmo por estes programas de controle aos pernilongos enquanto não se sentiram afetados. Todavia, durante os anos de 1963 e 1964, severa epidemia de febre dengue varreu as Caraíbas e os estados sulinos. Naquela ocasião, Trinidad e Tobago foram passadas por alto sem sequer um único caso.

      Agora os Estados Unidos empenharam-se numa vasta campanha de erradicação e controle que tem custado milhões de dólares, e outros países partilham seus esforços na guerra. Com efeito, na reunião da Organização Pan-Americana de Saúde em Washington, D. C., em 1967, formularam-se planos para melhor cooperação entre os países envolvidos. Com que objetivo? Livrar o Hemisfério Ocidental deste temível vector, a Aëdes aegypti.

      A verdadeira obra de erradicação é executada por equipes treinadas de trabalhadores. Homens são enviados a todas as partes do país em busca de infestações de pernilongos. Os lares são pulverizados com inseticidas. Recipientes de água em navios e dentro e em volta das casas são examinados para ver se há a presença de larvas. Se se nota qualquer sinal de infestação, as equipes de pulverização põem-se a trabalhar de imediato e continuam nisso até que todos os sinais da presença desse pernilongo sejam removidos.

      A Aëdes aegypti tem a habilidade de criar resistência a vários produtos químicos usados na pulverização. Antigamente, um pulverizador que continha Dieldrin era eficaz em Trinidad. Em 1959, verificou-se que o pernilongo era resistente a ele. Usaram-se, então, Dieldrin e Gamma B. H. C., e dentro de um ano o país ficou livre de infestação. No presente, inseticidas à base de fosfato orgânico vêm sendo usados, e com bons resultados. Mas até quando, ninguém sabe.

      O Que Pode Fazer

      Tanto os residentes nessas áreas perigosas como os viajantes podem proteger a si, a seus entes queridos e ao público em geral desse flagelo. Não deixe nada exposto que possa pegar e reter água de chuva ou outra. A água armazenada em recipientes abertos deve ser coberta, ou pelo menos se deve colocar uma tela suficientemente fina para impedir a entrada do pernilongo. A tela não deve pender dentro da própria água, pois isso daria lugar para que os ovos fossem depositados nela. Se viver numa área onde existem pernilongos, outra precaução simples é dormir sob um mosquiteiro cada noite.

      Submeter-se à vacinação é assunto de decisão individual. Mas, se planeja viajar para um país tropical, talvez lhe seja exigido que tenha um certificado válido de vacina contra febre amarela. Se este for o caso, tenha presente que deve ser vacinado pelo menos dez dias antes de partir. Daí, poderá usufruir sua estada nos trópicos, sem medo da cantoria daquela dama da noite, a voadora com a lira nas costas.

  • A Bíblia, um registro condensado — por quê?
    Despertai! — 1970 | 22 de maio
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      A Bíblia, um registro condensado — por quê?

      NÃO pode haver dúvida de que a Bíblia contém um registro altamente condensado de eventos históricos. A respeito do ministério terrestre de Cristo Jesus apenas, escreveu o apóstolo João: “Há, de fato, também, muitas outras coisas que Jesus fez, as quais, se alguma vez fossem escritas em todos os pormenores, suponho que o próprio mundo não poderia conter os rolos escritos.” — João 21:25.

      Por conseguinte, é óbvio que uma obra que assentasse todos os pormenores da história humana desde o início até o fim do primeiro século E. C. teria contido muito mais matéria do que a pessoa mediana poderia ler durante sua vida. Poucas pessoas teriam podido comprá-la, e, sem dúvida, tal obra não se tornaria disponível em todas as línguas principais dos habitantes da terra como a Bíblia se acha. Por isso, a fim de habilitar a todos que desejam tirar proveito pessoal de seu conteúdo, a Palavra de Deus tinha de ser um registro condensado.

      O ser um relato abreviado destaca o valor do registro bíblico. Os pontos realmente importantes não são obscurecidos por muitos pormenores insignificantes. A mensagem da Bíblia é simples e direta, conforme ilustrada pelo seu próprio primeiro capítulo. Naquele capítulo, Deus é identificado como o Criador dos céus e da terra, e suas obras criativas terrestres são alistadas em ordem cronológica. Mas, não se diz nada sobre a composição do universo físico, as leis que o governam ou o processo usado por Deus para trazê-lo à existência. Todavia, o silêncio da Bíblia sobre estes assuntos não é uma falha. Em vista da dificuldade experimentada pelo homem em geral em entender questões científicas muito mais simples, na verdade, um relato pormenorizado de coisas completamente desconhecidas pela experiência humana teria estado muito além do seu alcance.

      Por outro lado, as informações simples e diretas de Gênesis, capítulo 1, fornecem suficiente razão para se fazer a vontade de Deus. Devem mover-nos a uma expressão sincera, como a das vinte e quatro pessoas anciãs vistas pelo apóstolo João em visão: “Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque

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