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  • O conflito bem antigo entre sogras e noras

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  • O conflito bem antigo entre sogras e noras
  • Despertai! — 1990
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Despertai! — 1990
g90 22/2 pp. 3-4

O conflito bem antigo entre sogras e noras

“NÃO agüento mais ver o seu rosto!”, gritou Fujiko para sua sogra, Tomiko. Fujiko estava cansada de receber ordens dela em tudo. Embora conseguisse manter-se aparentemente calma, ela vivia angustiada. “Eu me sentia amargurada por dentro”, disse ela. “Eu não era mais a mesma. Simplesmente não suportava mais viver daquele jeito todo o dia.”

Uma senhora idosa que mora sozinha no Japão declara: “Fui abandonada por meu filho e a esposa dele. Agora não preciso mais me preocupar com os outros, e vivo a vida como quero, mas realmente me sinto solitária quando o sol se põe.”

O conflito bem antigo entre sogras e noras é universal. “Lamentavelmente”, comenta Dulcie Boling, editora duma revista da Austrália, “algumas mulheres sempre terão ciúmes de suas noras. . . . Há muito pouco que se pode fazer, exceto suportar isso impassivelmente”. No Oriente, existem até lendas de mulheres idosas que foram abandonadas nas montanhas, uma medida instigada pelas noras.

Atualmente, este conflito é mais complicado do que nunca. De acordo com as estatísticas, aumenta a expectativa de vida, as famílias se tornam menores, e a lacuna entre os índices de mortalidade dos homens e das mulheres se está ampliando. Qual tem sido o resultado? À medida que mais mulheres vivem até seus 70 e 80 e poucos anos, o conflito entre sogras e noras tem-se tornado uma dolorosa maratona, e não uma corrida de 100 metros rasos, que costumava ser.

Que Desejam os Idosos?

Apesar de tais conflitos, como é que os pais idosos desejam ser tratados, caso possam escolher? “Nas últimas duas décadas”, dizem Jacob S. Siegel e Cynthia M. Taeuber, pesquisadores demográficos, “tanto as mulheres como os homens estavam muito menos inclinados a morar com outras pessoas, quando não tinham mais cônjuge”. Elaine M. Brody, ex-diretora do Departamento de Serviços Humanos, acrescenta que, nos Estados Unidos, “viver separado dos parentes é o arranjo preferido entre os idosos”. Não raro, seus filhos moram perto, visitam-nos, e cuidam deles.

Os orientais preferem as coisas de outro modo. Segundo uma pesquisa internacional, feita pela Agência de Administração e Coordenação, no Japão, a maioria dos idosos no Japão e na Tailândia querem morar com seus parentes. A pesquisa verifica que 61 por cento dos idosos, na Tailândia, e 51 por cento no Japão, realmente fazem isso.

Naturalmente, esta opção também é comum no Ocidente. Pais bem idosos ou acamados não raro moram com os filhos. Na França, é comum para os que têm mais de 75 anos e que ficam viúvos, morarem com um dos filhos.

Aceitar os Prós e os Contras

Quando duas ou três gerações decidem viver sob o mesmo teto, existem, naturalmente, certas vantagens. Os idosos se sentem mais seguros e menos solitários. A geração mais jovem pode aprender da experiência dos mais velhos, e existem também vantagens econômicas.

Por outro lado, morar juntos pode agravar um relacionamento já difícil entre parentes por afinidade. No Japão, por exemplo, onde os pais idosos tradicionalmente moram com o filho varão mais velho e a família deste, o conflito entre sogras e noras é proverbial.

Caso se veja confrontado com tal situação, o que pode fazer? Em seu livro, America’s Older Population (A População Mais Idosa dos Estados Unidos), Paul E. Zopf Jr., professor de sociologia da Faculdade Guilford, afirma: “A família também gera conflitos e a oportunidade para a administração de conflitos. A capacidade de controlar os conflitos e de interação produtiva com membros mais idosos pode ser uma habilidade que é repassada para outros relacionamentos.”

Assim, adote um conceito positivo sobre o assunto. Caso aprenda a controlar os conflitos familiares, provavelmente se tornará mais perito em administrar também outras situações espinhosas. Aceite isso como um desafio, e se tornará uma pessoa melhor em resultado disso. Examinemos os problemas de viver com os parentes por afinidade, e vejamos como tais problemas podem ser enfrentados com êxito. E, mesmo que, no momento, não esteja morando sob tal arranjo, ainda poderá beneficiar-se da consideração dos princípios envolvidos.

[Quadro na página 4]

Mais Pais do Que Filhos

Atualmente, pela primeira vez na História, segundo o demógrafo Samuel Preston, o casal mediano possui mais pais do que filhos. A questão que confronta muitos dos atuais casais é como equilibrar suas responsabilidades de cuidar dos pais de ambos os cônjuges.

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