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  • Éramos entusiáticos esgrimistas
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra.” — Isa. 2:4.

      Passaram-me diante dos olhos os meus dez anos de esgrima. O acordar de manhã cedo, os treinadores, a amargura da derrota, e, recentemente, meus êxitos, e a chance de progredir ainda mais neste esporte. Mas, cheguei à conclusão de que Maria tinha razão. E entendi bem as lágrimas dela, porque agora meus olhos também estavam cheios de lágrimas. Contudo, ao mesmo tempo, eu tinha a mesma confiança que ela havia tido.

      E JOÃO E PAULO?

      João e Paulo ficaram surpresos com a minha decisão. Imagine, porém, meu prazer quando eles, também, decidiram largar seus floretes, e junto comigo, parar de esgrimir. João e Paulo vinham às nossas reuniões cristãs, mas eles não sentiam então a necessidade de dedicarem sua vida a Jeová e de simbolizarem isso pelo batismo em água.

      Foi um ano depois de meu próprio batismo que nós quatro nos encontramos novamente. Quanta alegria nos deu esta reunião — visto que todos já éramos então cristãos dedicados! Havíamos sido entusiásticos esgrimistas, cheios de determinação e ambição. Mas, quando chegamos a conhecer a vontade de Deus, pusemos de lado os floretes e tomamos a espada do espírito, que é a Palavra de Deus. — Efé. 6:17.

      Demo-nos conta de que “a palavra de Deus é viva e exerce poder, e é mais afiada do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e da sua medula, e é capaz de discernir os pensamentos e as intenções do coração”. (Heb. 4:12) É bom lutar com esta espada espiritual para a honra e glória de Jeová Deus, e este é agora nosso maior desejo e contínuo empenho. — Contribuído.

  • Por dentro das notícias
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • Por dentro das notícias

      “Treinamento Corporal” — Quão Benéfico É?

      ● William Oscar Johnson escreveu na revista “Sports Illustrated”: “Todos os truques de que o joelho é capaz permaneceram desconhecidos por tanto tempo, porque os homens não o submetiam às tensões e pressões que sofre rotineiramente no atletismo atual.” Lesões nos joelhos são bastante comuns entre os atletas, e o Dr. Robert Karlan observa: “Acontece que a anatomia humana simplesmente não foi construída para os jogos em que os homens se empenham hoje.”

      Muitos fatores, inclusive a fama e uma renda substancial, induzem os homens a participar em vários esportes, alguns dos quais são bastante perigosos. Mas, será que tais coisas como dinheiro e aclamação pública realmente valem a pena para que se arrisque a vida e um membro do corpo? Ou devia outra coisa ocupar o primeiro lugar na vida da pessoa? Refletindo sobre isso, muitos têm mostrado que concordam com o apóstolo cristão Paulo, que escreveu: “O treinamento corporal é proveitoso para pouca coisa mas a devoção piedosa é proveitosa para todas as coisas, visto que tem a promessa da vida agora e daquela que há de vir.” — 1 Tim. 4:8.

      Probabilidade da Evolução: Zero

      ● Numa carta dirigida ao periódico “Chemical & Engineering News”, Edward A. Boudreaux Professor Adjunto de Química, na Universidade de Nova Orleães, E. U. A., salientou: que “há vários cientistas que deveras discordam da evolução do homem desde o macaco, exatamente por causa do que é declarado [no livro bíblico de] Gênesis”. O Prof. Boudreaux escreveu também: “É especialmente pertinente salientar que o ilustre físico teórico, Eugene P. Wigner, . . . apresentou uma elegante e rigorosa prova à base da teoria de grupo, de que a probabilidade da existência espontânea duma unidade auto-reproducente de qualquer espécie é zero.”

      “Ao passo que isso não contraria a narrativa da criação em Gênesis”, disse Bondreaux, aplica certamente um severo golpe na hipótese evolucionária, uniformitarista, da vida — seja do macaco para o homem, ou de outro modo”.

      Os proponentes da teoria da evolução apegam-se anticientificamente a uma possibilidade hipotética após outra — tudo no empenho de provar o que não pode ser provado. Mas, tal dilema não confronta aquele que aceita realisticamente como veraz a declaração bíblica: “Deus passou a criar o homem à sua imagem à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou.” — Gên. 1:27; 2:7, 22.

      Quando Avisos São Desconsiderados

      ● Calcula-se que mais de 15.000 pessoas morreram e mais de 100.000 ficaram desabrigadas na esteira dum ciclone que assolou o estado indiano de Andra Pradexe, em 23 de novembro de 1977. De acordo com o Ministro Supremo J. Vangal Rao, as autoridades governamentais tomaram todas as “necessárias, prontas, apropriadas e adequadas ações”. De modo que ele afirma que a população recebeu suficiente aviso antecipado. Então por que a grande mortandade?

      Um despacho da United Press International da capital estatal de Hiderabade, citou Rao como dizendo que, se os aldeões “pudessem ter sido persuadidos a se mudarem, as autoridades locais poderiam ter feito isso”. Mas, ele acrescentou: “O fato é que foram muito relutantes em sair de lá.”

      Muitas vezes, por causa de apatia, descrença ou relutância em abandonar coisas materiais muitos deixaram de acatar os avisos e morreram desnecessariamente em calamidades. Mas, poderiam ter salvo a vida, por tomarem a devida ação. De modo similar, muitos desconsideram hoje o aviso bíblico de que o atual sistema de coisas acabará em breve às mãos de Deus. Deveras, sábios são aqueles que agem para salvar a vida ‘fazendo o máximo para serem finalmente achados por Deus sem mancha, nem mácula, e em paz’. — 2 Ped. 3:1-14.

      “Limites do Desenvolvimento”

      ● Na primeira de cinco conferências globais sobre os “Limites do Desenvolvimento”, um ex-presidente do Mercado Comum Europeu, Sicco Mansholt, advertiu 300 cientistas, eruditos e outros líderes sobre a calamidade à frente da humanidade. Ele asseverou que a crescente fome, a escassez de água potável e os resíduos nucleares podiam causar maior instabilidade e catástrofes políticas. A resposta, disse ele, está numa “nova ordem” política e econômica. “Para dominar problemas supernacionais, precisamos de instituições e poderes supernacionais”, declarou Mansholt.

      Mas, quais são as perspectivas de haver “instituições e poderes supernacionais” surgindo no mundo? “Não parece haver líderes mundiais com bastante visão para realizar isso”, observou ele.

      Muitos líderes do mundo reconhecem a necessidade de autoridade supernacional, e que não é provável que esta surja dentre os homens. A resposta verdadeiramente realística a necessidade duma autoridade supernacional se encontra na Bíblia: “Nos dias daqueles reis o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado.” Este reino supernacional, de fato, vai “arruinar os que arruínam a terra.” — Dan. 2:44; Rev. 11:18.

      Quem É que Pensou Nisso?

      ● As maravilhas da criação continuam a espantar os cientistas. Um aspecto anteriormente mal entendido de certas trepadeiras é um exemplo disso. “Os lavradores já sabem por muito tempo que, quando se finca um pau perto dum fejoeiro, este achará o pau e subirá nele”, explicou o pesquisador Dr. Donald R. Strong Jr. Mas, ninguém jamais parou para descobrir o como e o porquê. Ele diz que, em 1925, certo observador notou que uma trepadeira ia atrás dum pau que era mudado diariamente, e chegou a conclusão de que as trepadeiras devem ser capazes de “pensar”. Será que pensam mesmo?

      Acontece que a maioria das plantas são “fototrópicas”, quer dizer, crescem em direção à luz. Mas, os cientistas acreditam agora que certas trepadeiras sejam “escototrópicas” — crescendo em direção à escuridão, em direção ao tronco duma árvore, para crescer. Entretanto, quando a trepadeira atinge a árvore, é notável que ela se torna de novo fototrópica, igual a qualquer outra planta. Está envolvido o “pensamento”? Da parte de quem?

      Indicando a verdadeira fonte, o famoso historiador científico Loren Eiseley fornece alguma matéria em que pensar. Escrevendo na revista “Audubon”, admira-se da percepção instintiva de certas criaturas animais. Embora seja “evolucionista”, ele admite ser hesitantemente atraído a “apavorante diversidade do desafio bíblico [em Isaías 55:8]: ‘Vossos caminhos não são os meus caminhos.’” Ele diz: “Cheguei a pensar que a versão humana dos eventos evolucionistas talvez fosse símplice demais para ser crida.” De modo que a evidência de “pensamento” encontrada na criação nos compele a admitir a existência de Alguém, cujas “qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas.” — Rom. 1:20.

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