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  • Bandos que voam como uma só ave
    Despertai! — 1986 | 22 de janeiro
    • Bandos que voam como uma só ave

      Já devem todos ter notado isso. Nuvens de pombas na cidade, rodopiando e dando voltas como se fossem uma só ave. Maçaricos na praia fazendo a mesma coisa. Fica-se contemplando-os, admirado, imaginando como é que conseguem isso. Estarão seguindo um líder? Existe alguma outra força misteriosa que os conserva em uníssono? Se se mostra atônito, não é o único. Durante anos, os estudiosos do comportamento animal têm ponderado a respeito de como centenas e até mesmo milhares de aves num bando se movimentam e dão voltas como se foram uma só. Agora, apareceu alguém com uma resposta — Wayne K. Potts, biólogo da universidade de Washington, EUA, escrevendo na revista científica Nature.

      As aves reagem como uma fileira de coristas. Filmes feitos em câmara lenta mostram que as coristas numa fileira reagem, a uma modificação não-ensaiada do passo, mais rápido do que se apenas imitassem a pessoa ao lado. A mudança do passo se propaga pela fileira duas vezes mais rápido do que faria por meio duma dica visual da pessoa ao lado. A corista nota que vai haver uma mudança, antes mesmo de esta ocorrer, e ajusta seu passo ao novo ritmo. Estudos feitos com filmes em câmara lenta de bandos de milhares de maçaricos revelam que estes fazem a mesma coisa. A virada pode ser iniciada por uma única ave, de qualquer posição no bando. As aves ao lado respondem em questão de 15 milésimos de segundo, mas, quando a onda se espalha por todo o bando, ela ocorre “três vezes mais rápido do que seria possível se as aves simplesmente reagissem às aves logo ao lado”. E isto acontece mesmo que a ave que inicia a mudança esteja na parte de trás do bando!

  • Como as asas das aves lhes dão sustentação
    Despertai! — 1986 | 22 de janeiro
    • Como as asas das aves lhes dão sustentação

      As asas das aves já faziam isso muito antes de existirem aviões. Aliás, muito antes de o homem existir. A metade da asa junto ao corpo propicia a necessária sustentação. Ela é curva na parte de cima, e mais ou menos achatada na parte de baixo. O ar que passa sobre a parte convexa da asa precisa percorrer maior distância do que o ar que percorre uma linha quase reta na parte de baixo. Assim, o ar acima precisa ser mais veloz, e desta forma rarefaz-se. Isto significa menos pressão acima, e mais embaixo. Esta pressão maior embaixo impulsiona a asa para cima, propiciando a sustentação. As aves marinhas, voando de encontro a um vento forte, com as asas imóveis, ganham continuamente altitude graças ao poder de sustentação desta curvatura da metade das asas próxima ao corpo. Os projetistas das asas de aviões imitaram tal curvatura para dar sustentação às suas máquinas — mas foi Deus quem fez isso primeiro, ao criar as aves.

      O homem não conseguiu imitar com êxito uma das maravilhas da criação: aquele helicóptero biológico chamado beija-flor. Voa para a frente, para trás, de lado, de cabeça para baixo, ou paira imóvel no ar, tudo por causa do modo como funcionam suas asas. Utiliza, também, a curvatura das asas para sustentação, mas com surpreendente diferença. As suas asas são um tanto rígidas, exceto na junta da espádua. Giram tão livremente na junta da espádua que podem virar até 180 graus. Assim, uma superfície está voltada para cima quando a asa se move à frente, a outra superfície é que se volta para cima quando a ave se move para trás. Mesmo assim, as penas das asas se flexionam para dar sustentação, seja qual for a superfície que estiver voltada para cima! Assim, cada batida da asa, seja ao ir para a frente, seja para trás, fornece a sustentação que permite que a ave paire imóvel no ar, a fim de sugar o néctar das flores. Ou para simplesmente pairar no ar, a fim de admirá-lo curiosamente.

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