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  • “Construamos para nós uma cidade”
    Despertai! — 1994 | 8 de janeiro
    • “Construamos para nós uma cidade”

      Do correspondente de Despertai! na Alemanha

      AS POSSIBILIDADES de que você viva numa cidade são de 50 por cento. Segundo algumas estimativas, quase metade dos habitantes do mundo vive numa cidade. Certa fonte diz que “no ritmo atual, por volta do ano 2000, as cidades terão de acomodar mais de 75% da população da América do Sul”. Diz também que durante o mesmo período o número de pessoas que vive nas cidades africanas mais do que dobrará.

      Mesmo que você não more numa cidade, é provável que trabalhe numa cidade, ou faça compras ali, ou então que, pelo menos ocasionalmente, se beneficie das vantagens e das comodidades que as cidades oferecem. As cidades afetam a todos. Sem elas a nossa vida seria muito diferente!

      Uma cidade chamada Enoque

      A construção de cidades remonta a muito, muito tempo atrás. A respeito de Caim, a primeira criança que nasceu, lemos que “empenhou-se então em construir uma cidade e como nome deu à cidade o nome de seu filho Enoque”. (Gênesis 4:17) Por construir uma cidade, sem dúvida relativamente pequena para os padrões modernos, Caim estabeleceu um precedente para as gerações futuras.

      A natureza humana gregária tem feito com que as pessoas desejem ficar juntas. Isto não apenas pelo companheirismo, mas também por um senso de segurança e proteção, especialmente em séculos passados quando as comunidades muitas vezes eram atacadas. Mas estes não são os únicos fatores que têm induzido os homens a construir cidades.

      A Enciclopédia Delta Universal diz que há quatro fatores principais que têm conduzido à formação de cidades. Estes são “(1) progressos na tecnologia [máquinas a vapor, energia elétrica, comunicações], (2) ambiente físico favorável [alguns fatores são a localização, o clima, os rios e, assim, o suprimento de água], (3) organização social [autoridade, governo] e (4) crescimento da população”.

      As cidades facilitam o comércio e a concentração de mão-de-obra numa determinada área. Portanto, em muitas cidades existem grandes projetos de moradia de baixo custo para trabalhadores e suas famílias. Hoje, com a pronta disponibilidade de transporte público e particular, a distância não impede a bem-sucedida supervisão comercial e política. Por esta razão, as cidades podem estender seus tentáculos a bairros suburbanos.

      Algumas cidades antigas estavam também intimamente ligadas a funções religiosas. Gênesis 11:4 diz: “Disseram então [as pessoas que viviam pouco depois do Dilúvio dos dias de Noé]: ‘Vamos! Construamos para nós uma cidade e também uma torre com o seu topo nos céus [para fins de adoração religiosa], e façamos para nós um nome célebre, para que não sejamos espalhados por toda a superfície da terra.’”

      A construção de cidades envolve aspectos sociais, religiosos, comerciais e geográficos, bem como políticos. Ao mesmo tempo, no decorrer dos séculos, as cidades têm sido uma das principais forças na moldagem da sociedade moderna como hoje a conhecemos, e têm influenciado a todos nós.

      Diferentes, todavia parecidas

      A The New Encyclopædia Britannica diz que “os mais antigos povoamentos humanos fixos se encontram nos ricos vales subtropicais dos rios Nilo, Tigre, Eufrates, Indo e Amarelo”. Naturalmente, os precursores das cidades do século 20 eram muito diferentes de seus correspondentes modernos à margem de rios.

      Nos séculos passados a vasta maioria das pessoas vivia em áreas rurais. A única cidade grande na Inglaterra no ano 1300, por exemplo, era Londres, e sua população de menos de 40 mil era bem abaixo de 1% da população total do país. Por volta de 1650 cerca de 7% dos ingleses viviam em Londres. No começo do século 19, a cidade chegava à marca de um milhão de habitantes. Hoje, menos de 9% dos moradores da Grã-Bretanha vivem em áreas rurais. Todos os demais vivem apinhados em centros urbanos, cerca de sete milhões apenas na região metropolitana da Grande Londres.

      Como indicativo de até que ponto as cidades cresceram e proliferaram há o fato de que, em 1900, Londres era a única cidade do mundo com uma população de um milhão. Hoje existem mais de 200 cidades com mais de um milhão de habitantes. Os geógrafos falam de megalópolis, uma cadeia de cidades ligadas, tais como as que se encontram na região do Ruhr, na Alemanha, onde a área ao longo do rio Ruhr, de Duisburg a Dortmund, forma virtualmente uma única comunidade contínua.

      Apesar das diferenças, as cidades antigas e as modernas têm algo em comum — problemas. E nunca os problemas foram tantos ou tão grandes como hoje. As cidades estão em sérias dificuldades. Se é que ‘construir para nós uma cidade’ ensinou à humanidade alguma coisa, deve pelo menos ter ensinado a nós que, sob condições imperfeitas e sendo executado por humanos falíveis, construir cidades não é necessariamente a maneira ideal de suprir as nossas necessidades.

  • “A cidade está cheia de opressão”
    Despertai! — 1994 | 8 de janeiro
    • “A cidade está cheia de opressão”

      QUANDO o profeta bíblico Ezequiel falou de uma cidade “cheia de opressão”, ele nada sabia a respeito dos problemas que afligem as cidades hoje. (Ezequiel 9:9, An American Translation) Suas palavras também não foram uma maneira misteriosa de predizer esses problemas. Não obstante, o que ele escreveu seria uma descrição exata das cidades do século 20.

      O livro 5000 Days to Save the Planet (5.000 Dias Para Salvar o Planeta) diz: “Austeras e sem graça, as nossas cidades tornaram-se feias para nelas viver e feias para se contemplar. . . . Os prédios que cada vez mais dominam as nossas cidades têm sido construídos com pouca ou nenhuma consideração para com os que têm de viver e trabalhar neles.”

      Fatos não lisonjeiros a respeito de cidades

      Nove cidades, localizadas em várias partes do mundo, foram descritas da seguinte forma por jornais e revistas. Consegue identificar cada cidade pelo seu nome verdadeiro?

      Cidade A, na América Latina, é famosa pelos seus jovens assassinos de aluguel e alta taxa de homicídios. É também conhecida como sede de um cartel de drogas.

      A Cidade B é “a pior cidade nos [Estados Unidos] em assaltos de rua”. Nos primeiros dois meses de 1990, os assassinatos “aumentaram 20% em relação ao mesmo período” do ano anterior.

      “Vários milhões de pessoas por ano se mudam para centros urbanos na América do Sul, África e Ásia . . . , migrando para sua visionária terra prometida.” Sem a encontrar, muitos são obrigados a viver na pobreza, levados a mendigar ou a roubar para sobreviver. Metade dos cidadãos da Cidade C, africana, e Cidade D, asiática, — bem como 70% da Cidade E, também asiática, — alegadamente têm padrões de moradia abaixo dos padrões normais.

      “Embora a [Cidade F] esteja entre um dos mais seguros grandes centros urbanos da América do Norte, o aumento do desemprego, uma crescente taxa de crime e animosidade étnica têm levado seus cidadãos a se perguntar sobre o lado negativo do sucesso. O crime . . . tem esvaziado o ânimo da cidade. Agressões sexuais aumentaram 19% . . . Assassinatos aumentaram quase 50%.”

      “Todos os dias 1.600 pessoas se mudam para a [Cidade G, na América Latina] . . . Se continuar a crescer nesse ritmo, 30 milhões de pessoas viverão ali no final do século. Onze milhões de carros andarão com dificuldade pela cidade a passo de tartaruga, ficarão presos em congestionamentos de trânsito por horas a fio . . . A poluição do ar . . . é cem vezes maior do que o nível aceitável. . . . 40% dos moradores sofrem de bronquite crônica. . . . Durante as horas de pico no trânsito o nível de ruído no centro da cidade alcança 90 a 120 decibéis; 70 decibéis é considerado intolerável.”

      “Diariamente, 20 toneladas de fezes de cachorro são recolhidas nas ruas e nas calçadas da [Cidade H, na Europa]. . . . Além dos custos e do inconveniente, veio à luz um fator mais sério. O excremento de cachorro é a origem de uma doença causada pelo parasita Toxocara canis. Foi constatado que metade das áreas de lazer e das caixas de areia infantis [da cidade] estavam contaminadas com os altamente resistentes ovos microscópicos desse parasita, que entram nas casas nas solas de sapato e nas patas de animais de estimação da família. . . . Fadiga, dor abdominal, alergias, problemas de coração e arteriais são os primeiros sintomas da doença.”

      “Embora a [Cidade I, na Ásia] sofra de todos os problemas de uma metrópole altamente desenvolvida num país em desenvolvimento — pobreza, crime, poluição — ela começou a firmar-se como uma das principais capitais do século 21.”

      Exceções ou a regra?

      Conseguiu identificar essas cidades pelo seu nome verdadeiro? Possivelmente não, porque nenhum dos problemas mencionados são exclusivos de qualquer cidade que seja. Ao contrário, são sintomáticos do que há de errado em quase toda cidade de tamanho considerável no mundo inteiro.

      A Cidade A, segundo o diário alemão Süddeutsche Zeitung, é Medellín, Colômbia. O número de assassinatos caiu de 7.081, em 1991, para “apenas” 6.622, em 1992. Ainda assim, diz o diário colombiano El Tiempo, na década passada quase 45.000 pessoas morreram ali por meios violentos. Por conseguinte, vários grupos cívicos tentam arduamente pôr ordem na cidade e melhorar a sua reputação.

      A identificação da Cidade B com Nova York, segundo o The New York Times, provavelmente não surpreende os que a visitaram em anos recentes e mui certamente não a seus cidadãos.

      Os números fornecidos pela revista alemã Der Spiegel, a respeito do número de pessoas que vivem em condições de pobreza em Nairóbi, Quênia (C), Manila, Filipinas (D) e Calcutá, Índia (E) indicam que o número de pessoas que vivem presas a precárias condições de moradia em apenas essas três cidades é maior do que o de inteiros países europeus ricos, como a Dinamarca ou a Suíça.

      A Cidade F — Toronto, Canadá — foi mencionada em 1991 pela revista Time num artigo um tanto menos lisonjeiro do que um outro publicado três anos antes. O primeiro artigo, intitulado “Por fim, uma cidade que funciona”, elogiou a cidade que “impressiona a quase todos”. Citou um visitante que teria dito: “Este lugar quase que me faz acreditar de novo nas cidades”. Lamentavelmente, parece que a “cidade que funciona” está agora caindo vítima dos mesmos problemas que afligem outras cidades em degeneração.

      Embora referindo-se à Cidade G como “uma das mais belas e elegantes cidades das Américas, e uma das mais sofisticadas”, a revista Time não obstante admite que esta “é a Cidade do México dos ricos, naturalmente, e dos turistas”. Enquanto isso, segundo a World Press Review, os pobres se amontoam “numa ou outra das 500 favelas da capital” em barracos “construídos com refugos industriais, caixas de papelão, sucata de automóveis e materiais de construção roubados”.

      A Cidade H é identificada pelo semanário francês L’Express com Paris, que, segundo a The New Encyclopædia Britannica, “por centenas e centenas de anos, por um processo jamais satisfatoriamente explicado, . . . tem irradiado um encanto irresistível a milhões de pessoas ao redor do mundo”. Diante de sérios problemas, porém, alguns dos encantos da “Alegre Paris” desvaneceram.

      A respeito da Cidade I, diz a revista Time: “Vista outrora romanticamente pelo Ocidente como a letárgica e agradável capital do antigo Sião, a ‘Veneza do Oriente’, a imprevisível cidade de anjos e de templos dourados de hoje é o mais recente caso de explosão populacional na Ásia.” Mesmo seus anjos e seus templos não impediram que Bancoc, Tailândia, se tornasse, pelo menos por um tempo, “a capital mundial do comércio de sexo”.

      Um exame das cidades

      Uma década atrás um jornalista disse que, embora as grandes cidades parecessem “passar pelas mesmas crises, cada qual tem um caráter próprio, e, assim, uma maneira especial de lutar pela sobrevivência”. Em 1994, as cidades ainda lutam, cada qual à sua própria maneira.

      Nem todo mundo acha que a luta pela sobrevivência esteja perdida. Um ex-prefeito de Toronto, por exemplo, expressou otimismo, dizendo: “Não acho que a cidade esteja degenerando. Ela enfrenta desafios, mas acho que podemos resolver esse problema.” De fato, algumas cidades resolveram satisfatoriamente, ou pelo menos amenizaram, alguns de seus problemas. Mas isso exigiu muito mais do que apenas otimismo.

      Em janeiro do ano passado, o jornalista Eugene Linden escreveu: “O destino do mundo está interligado com o destino de suas cidades.” Para melhor ou para pior, as cidades moldaram o nosso mundo, e elas continuam a fazer isso. Também, sejam antigas ou modernas, elas nos afetaram pessoalmente — provavelmente mais do que possamos imaginar. É por isso que a sobrevivência delas está intricadamente ligada com a nossa própria sobrevivência.

      Fazer um exame das cidades, pois, não visa simplesmente aumentar em conhecimentos gerais. Mais importante do que isso, tal exame nos alertará à situação precária em que o mundo hoje se encontra. Portanto, comecemos a fazer “Um exame das cidades”. Esperamos que essa série de seis partes de Despertai! interesse, edifique e encoraje nossos leitores. Apesar de sérios problemas mundiais — espetacularmente evidentes na luta de nossas cidades pela sobrevivência — nem tudo está perdido!

      [Destaque na página 6]

      “O destino do mundo está interligado com o destino de suas cidades.” — Escritor Eugene Linden

      [Foto na página 7]

      Viajar de uma cidade para outra pode ser fácil, mas resolver seus problemas não

  • “Uma viagem por todas as cidades”
    Despertai! — 1994 | 8 de janeiro
    • “Uma viagem por todas as cidades”

      NA TERRA, Cristo Jesus “empreendeu uma viagem por todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles e pregando as boas novas do reino”. (Mateus 9:35) As pessoas que desejavam seguir seus passos também foram convocadas para pregar nas cidades do mundo. Encontrariam ali os problemas comuns às cidades e seriam obrigadas a lidar com eles.

      Um giro histórico por algumas cidades dá uma visão dos altos e baixos de milhares de anos de existência humana, as alegrias e as tristezas dos empenhos do homem para alcançar a felicidade. Um exame imparcial de algumas cidades causa forte impressão em nós com o fato de a raça humana ser uma só família, confrontada com os mesmos problemas. Não deve haver base alguma hoje para orgulho nacionalista ou preconceito racial.

      É lamentável, mas muitos não sabem grande coisa sobre cidades, nem mesmo sobre onde elas ficam. Pediu-se a universitários americanos em meados da década de 80 que indicassem a localização de certas cidades. Alguns situaram Dublim (Irlanda) nos Estados Unidos e Lima (Peru) na Itália.

      Um teste realizado alguns anos antes em outra universidade revelou que quase metade dos estudantes não conseguia achar Londres num mapa-múndi. Alguns a situaram na Islândia, outros na Europa continental. O professor que aplicava o teste lamentou o fato de 42% dos estudantes não conseguirem encontrar Londres. Mais embaraçoso ainda foi 8% não conseguirem encontrar a cidade americana em que se realizava o teste!

      Mas os americanos evidentemente não são os únicos fracos em conhecimentos de geografia. Em fins da década de 80, uma avaliação de estudantes em dez nações deu aos suecos a melhor classificação e os americanos ficaram em sexto lugar. A Academia de Ciências da ex-União Soviética constatou que 13% dos estudantes soviéticos entrevistados não sabiam indicar a localização nem mesmo do seu próprio país num mapa-múndi. Embaraçado, Vladimir Andriyenkov, membro da Academia, disse: “Os resultados são inacreditáveis.”

      E você? Até onde vai seu conhecimento de geografia em geral e de cidades específicas? Que tal avaliar-se com o teste da página 10? Poderá aprender fatos interessantes em “Um exame das cidades”.

      Na próxima edição de Despertai!, faremos um exame de cinco cidades. São um tipo especial de cidade que por milhares de anos era completamente desconhecido. Mas estima-se que haverá pelo menos 20 delas na virada do século. Mais da metade estará na Ásia. Que tipo de cidade poderia ser?

      [Quadro nas páginas 10, 11]

      Consegue identificar a cidade?

      Combine as seguintes descrições com a cidade correspondente.

      1. A capital mais alta do mundo.

      2. A maior cidade no país mais populoso do mundo.

      3. Seu nome oficial, embora raramente usado, consiste de 27 palavras, a primeira parte do qual tem significado semelhante ao de Los Angeles; fica no centro de uma região de cultura de arroz. Tem mais de 400 templos budistas.

      4. Sua densidade populacional — com exceção de quatro outras cidades — é duas vezes maior do que a de qualquer outra cidade do mundo.

      5. Perdeu quase 250.000 cidadãos num desastre em 1976.

      6. Centro da região têxtil do seu país, esta cidade desempenhou importante papel na revolução industrial.

      7. Outrora considerada uma das cidades mais imundas da Europa, hoje tem fama mundial por causa do líquido perfumado que leva seu nome.

      8. Falam-se quase 60 idiomas nesta cidade portuária da Ásia. Foi capital do seu país de 1833 a 1912.

      9. Capital feita por encomenda e de planejamento demorado, ela se tornou realidade em 1960.

      10. Situada no fim de um fiorde de 100 quilômetros de extensão, ela é, em área, uma das maiores cidades do mundo.

      11. Quase totalmente destruída por um terremoto em 1755, seu custo de vida é mais baixo do que qualquer outra capital da Comunidade Européia.

      12. Formada oficialmente em 1873, quando as comunidades em lados opostos do rio Danúbio uniram-se sob um só nome.

      13. Exploradores portugueses confundiram a entrada da sua baía com a foz de um rio, dando-lhe assim o nome que ainda leva.

      14. Fundada em 1788 como colônia penal, ela é, dentre as que têm o seu tamanho, uma das cidades mais meridionais do mundo.

      15. Com fortes raízes religiosas, esta cidade tornou-se célebre pelo incomum motim do chá, por razões políticas.

      16. Em 1850, o Rei Kamehameha III declarou-a capital do seu reino; seu nome significa “Baía Abrigada”, e seu clima, temperado o ano todo, torna-a muito agradável para os turistas.

      17. Às vezes chamada de cidade do vento, certa vez foi quase destruída num incêndio; hoje tem o edifício mais alto do mundo.

      18. Antes de 1966, era chamada de Léopoldville.

      19. Contemporânea de um dos mais ilustres governantes da Grécia, esta cidade é lembrada por estudantes da Bíblia como o lugar onde se fez uma famosa tradução das Escrituras Hebraicas para o grego.

      20. O rápido crescimento dessa cidade resultou da descoberta de ouro em suas proximidades, e ela é ímpar no sentido de ser a única cidade do seu tamanho no mundo que não fica no litoral nem à margem de um lago ou de um rio.

      Alexandria, Egito

      Bangcoc, Tailândia

      Boston, EUA

      Brasília, Brasil

      Budapeste, Hungria

      Calcutá, Índia

      Chicago, EUA

      Colônia, Alemanha

      Hong Kong

      Honolulu, Havaí, EUA

      Johanesburgo, África do Sul

      Kinshasa, Zaire

      La Paz, Bolívia

      Lisboa, Portugal

      Manchester, Inglaterra

      Oslo, Noruega

      Rio de Janeiro, Brasil

      Sydney, Austrália

      Tangshan, China

      Xangai, China

      [Quadro nas páginas 11, 12]

      Respostas:

      1. La Paz, situada entre 3.250 e 4.100 metros acima do nível do mar, foi fundada pelos espanhóis em 1548.

      2. “Xangai” significa “No Mar” e é o centro de educação de nível superior e de pesquisas científicas da China, além de ser um dos maiores portos do mundo.

      3. A primeira parte do nome oficial de Bangcoc é Krung Thep, que significa “Cidade dos Anjos”; em espanhol, “Los Angeles” significa “os anjos”. Embora Bangcoc tenha desenvolvido suas auto-estradas, a maioria dos seus famosos canais já foi aterrada para a abertura de estradas.

      4. Após Hong Kong, com 96.000 pessoas por quilômetro quadrado, vêm Lagos, na Nigéria (55.000); Daca, em Bangladesh (53.000); Jacarta, na Indonésia (50.000); e Bombaim, na Índia (49.000).

      5. Em 1976, a China foi atingida por um dos piores terremotos da história moderna, de 7,8 pontos na escala Richter. Tangshan foi quase destruída; pelo menos 240.000 pessoas morreram.

      6. Manchester, a uns 240 quilômetros ao norte de Londres, tornou-se um centro industrial com tanta rapidez que sua população aumentou 45% entre 1821 e 1831.

      7. No princípio do século 19, Colônia tinha a reputação de ser uma das três cidades mais sujas do mundo — Calcutá, Constantinopla e Colônia —, razão pela qual os soldados franceses ali aquartelados “cobriam o rosto com lenços embebidos em Água-de-Colônia para não sentir o cheiro de urina que permeava a cidade”. — Kölner Stadt-Anzeiger.

      8. Calcutá é a terceira maior cidade da Índia. Foi substituída como capital por Nova Delhi.

      9. Proposta em 1789 e incorporada à Constituição de 1891, a idéia de levar a capital para o interior do Brasil tornou-se realidade em 1960, em Brasília. Sua construção da estaca zero ofereceu a rara oportunidade de se executar “um projeto ordeiro de toda a cidade, em termos de leiaute físico, de arquitetura e de habitação humana”. — Encyclopædia Britannica.

      10. Oslo, capital da Noruega, ocupa uma área de 453 quilômetros quadrados, a maior parte dos quais composta de colinas arborizadas e lagos.

      11. As igrejas estavam lotadas na manhã de 1.º de novembro de 1755, na celebração do Dia de Todos os Santos, quando Lisboa foi devastada por um dos terremotos mais fortes de que há registro, que matou aproximadamente 30.000 pessoas.

      12. Em 1873, a cidade de Peste, no lado oriental do rio Danúbio, e Buda, juntamente com Óbuda e a ilha Margaret, no lado ocidental, uniram-se oficialmente para tornar-se Budapeste, uma das cidades mais atraentes da Europa, antes conhecida como Rainha do Danúbio.

      13. As palavras “rio” e “janeiro” — os exploradores chegaram em 1.º de janeiro de 1502 — foram combinadas para criar o nome Rio de Janeiro.

      14. Em janeiro de 1788, cerca de 750 condenados chegaram da Grã-Bretanha como núcleo de uma colônia penal; hoje, Sydney é a maior e mais antiga cidade da Austrália.

      15. Por aproximadamente três séculos, poucas cidades influenciaram a vida nos Estados Unidos mais do que Boston, fundada pelos puritanos que fugiram da Europa devido à perseguição religiosa. Em 1773, seus cidadãos ajudaram a provocar a Revolução Americana quando, disfarçados de índios, despejaram três carregamentos de chá no porto de Boston, em protesto pelo pagamento de impostos à Grã-Bretanha sem o benefício de ter seus representantes no Governo.

      16. Originalmente base de operações para mercadores de sândalo e baleeiros, ocupada primeiro pelos russos, depois pelos britânicos e então pelos franceses, Honolulu foi devolvida ao Rei Kamehameha III. Em 1850, ele a declarou capital do seu reino. O Havaí tornou-se território norte-americano em 1900 e ganhou condição de estado em 1959.

      17. Há quem considere Chicago a típica cidade americana, que apresenta o melhor e o pior do país. O centro da cidade foi destruído num incêndio em 1871, quando uma vaca pertencente à Sra. O’Leary supostamente deu coices num lampião aceso num estábulo. Cerca de 250 pessoas morreram, e 90.000 ficaram desabrigadas. A Torre Sears, de Chicago, de 443 metros, é o edifício mais alto do mundo.

      18. Em 1960, Léopoldville, assim chamada em homenagem ao rei belga Leopoldo II, tornou-se capital da República do Congo após a extinção do Congo Belga. Em 1971, o nome do país foi mudado para Zaire; em 1966, a capital foi rebatizada de Kinshasa.

      19. Alexandria foi assim chamada em honra de Alexandre, o Grande, que ordenou sua construção em 332 AEC. Menos de cem anos depois, judeus que residiam ali — provavelmente durante o reinado de Ptolomeu II Filadelfo (285-246 AEC) — começaram a traduzir as Escrituras Hebraicas para o grego a fim de produzir a Septuaginta.

      20. Johanesburgo, que não fica nem no litoral nem próximo a um lago ou a um rio, deve seu status de cidade importante à descoberta de ouro em 1886. Sua população aumentou de 2.000, em 1887, para 120.000, em 1899, e chega a mais de 1,7 milhão de habitantes hoje.

      [Mapa nas páginas 8, 9]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      [Foto na página 8]

      Rio de Janeiro, Brasil

      [Foto na página 9]

      Bangcoc, Tailândia

      [Crédito]

      Tourism Authority of Thailand

      [Fotos na página 10]

      À esquerda: Sydney, Austrália

      Abaixo: La Paz, Bolívia

      [Foto na página 11]

      Xangai, China

      [Fotos na página 12]

      À esquerda: Honolulu, Havaí

      À direita: Hong Kong

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