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  • Estudantes participam do dia nacional de história

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  • Estudantes participam do dia nacional de história
  • Despertai! — 1991
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Despertai! — 1991
g91 8/12 p. 24

Estudantes participam do dia nacional de história

MUITOS telefonemas começaram a ser recebidos na sede mundial das Testemunhas de Jeová em Nova Iorque, em abril de 1991. Eram de jovens empenhados em projetos de pesquisa sobre as Testemunhas.

Todo ano, nos Estados Unidos, como parte do programa do Dia Nacional de História, estudantes da 6.ª à 12.ª séries participam de concursos patrocinados pela escola, relacionados com um tema anual. O tema deste ano, “Os Direitos na História”, tinha que ver com o 200.º aniversário da Declaração de Direitos, dos EUA. Forneceu-se uma lista de informações relacionadas, a fim de ajudar os estudantes a escolher um tópico a dissertar.

Cerca de 500.000 alunos participaram, em sete categorias do concurso. De interesse para as Testemunhas de Jeová foram os textos de alguns alunos da 8.ª série que foram, por fim, os vencedores em seus respectivos estados, e que mais tarde fizeram suas apresentações em Washington, DC.

Duas moças, de 14 anos, da Pensilvânia, Nicole DiSalvo e Gwen Naglak, que não são Testemunhas de Jeová, escolheram dois processos sobre a saudação à bandeira que envolviam as Testemunhas, na década de 40. Em suas pesquisas, falaram com as pessoas envolvidas nos processos Minersville School District v. Gobitis [Distrito Escolar de Minersville v. Gobitis] e West Virginia Board of Education v. Barnette [Junta de Educação do Estado da Virgínia Ocidental v. Barnette], e visitaram a sede mundial das Testemunhas de Jeová para saber mais sobre a crença das Testemunhas.a

Apresentação Oral

Nicole fez uma apresentação oral intitulada “A Coragem de Permanecer Sentado”. Ela representou Lillian Gobitas e fez reviver os sentimentos e a coragem de Lillian, quando na escola, ao relatar a decisão pessoal de Lillian de não saudar a bandeira em face do ostracismo de seus colegas de escola. Ela transmitiu a alegria de Lillian ao vencer cada passo do processo que levou a questão ao Supremo Tribunal, em 1940. Colocando uma toga preta para representar um ministro do Supremo Tribunal, ela relatou o voto do Tribunal contra a jovem Gobitas. Embora fosse a parte perdedora, Nicole transmitiu a convicção de Lillian de que, para ela, sua decisão fora a acertada.

Apresentação Escrita

A redação de Gwen Naglak, “Uma Só Nação sob Deus”, analisava a situação mundial, tal qual ela se apresentava em 1935, e o fato de que as Testemunhas de Jeová se recusavam a saudar a bandeira. O leitor sente o efeito disto quando primeiramente William, de 10 anos, e depois Lillian, de 12, são expulsos da escola.

Nos processos judiciais que se seguiram à expulsão deles, na Pensilvânia, todos os juízes votaram a favor da família Gobitas. No entanto, a junta escolar apresentou recurso ao Supremo Tribunal. Ali, em 3 de junho de 1940, o Tribunal votou contra os Gobitas. Um resultado disso foi que milhares de abusos foram cometidos contra as Testemunhas de Jeová. Gwen então remontou os eventos até a decisão do Supremo Tribunal, em 1943, quando o Tribunal reformou o voto declarado em 1940.

Na conclusão, Gwen escreveu: “Admiro Lillian e William por terem tido a coragem de fazer aquilo que julgavam certo, e de lutar por suas crenças. Ao meu ver, são eles que verdadeiramente amam o seu país.”

Representação em Grupo

“Um Mandamento Divino, um Direito Constitucional”, foi o título de uma representação em grupo, feita por dois outros alunos da 8.ª série, Robert Young e Stacey Wright, da Virgínia, ambos Testemunhas de Jeová. Robert representou um repórter de jornal que entrevistava Lillian Gobitas, representada por Stacey.

Robert e Stacey, sob a supervisão dos pais, viajaram mais de 4.000 quilômetros em busca de informações para seu projeto. Entre outros fatos, suas pesquisas revelaram que a saudação à bandeira, nos Estados Unidos, teve origem no século 19. E ficaram surpresos de descobrir que George Washington se opunha aos juramentos de lealdade ao país da pessoa.

Todos estes jovens vieram a ter um apreço mais profundo das palavras do Professor C. S. Braden, que, em seu livro, These Also Believe (Estes Também Crêem), disse a respeito das Testemunhas de Jeová: “Eles prestaram um serviço extraordinário à democracia na luta pela preservação de seus direitos civis, pois, ao assim lutarem, muito contribuíram para garantir tais direitos a todo grupo minoritário nos Estados Unidos da América.”

[Nota(s) de rodapé]

a Veja as notas de rodapé, na página 23.

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