BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • g03 8/11 p. 31
  • Presente dourado do extremo norte

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Presente dourado do extremo norte
  • Despertai! — 2003
  • Subtítulos
  • Matéria relacionada
  • O que são amoras-brancas-silvestres?
  • Ouro dos pântanos
  • Que frutinha deliciosa!
  • Sirva-se das delícias da floresta
    Despertai! — 2007
  • A história do sorvete
    Despertai! — 1994
  • Um tipo diferente de caminhada!
    Despertai! — 2005
  • Servindo qual soldado de Cristo
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1965
Veja mais
Despertai! — 2003
g03 8/11 p. 31

Presente dourado do extremo norte

DO REDATOR DE DESPERTAI! NA SUÉCIA

Ao viajar da Suécia à Inglaterra para visitar amigos, eu e minha esposa ficamos pensando: ‘O que vamos levar de presente que seja típico de nosso país?’ Geléia nórdica de amora-branca-silvestre, feita em casa! E para tornar o presente instrutivo, preparamos uma etiqueta com informações baseadas em nossas observações e em algumas referências locais. Veja como ficou.

O que são amoras-brancas-silvestres?

Essa frutinha cujo nome científico é Rubus chamaemorus cresce em plantas com menos de 30 centímetros de altura. Primeiro a planta dá uma única flor branca e depois uma frutinha vermelha e dura. À medida que amadurece, adquire uma cor amarelo-ouro ou âmbar-amarelo e fica macia e suculenta. Na Inglaterra, ela cresce nas montanhas. No sul do Ártico, cresce em lugares úmidos, principalmente nas tundras e nos pântanos. Na Suécia costuma amadurecer em agosto, com a chegada do outono nórdico.

Ouro dos pântanos

Há séculos os lapões vêm colhendo amoras-brancas-silvestres para servir de alimento durante o inverno. São ricas em vitamina C, além de outras, e como a fruta tem um conservante natural, a geléia dura anos quando armazenada em local frio. Visto que os primeiros colonos nessas regiões do norte se alimentavam principalmente de carne e de peixe, as amoras-brancas-silvestres eram um importante suplemento vitamínico. Não é de admirar que sejam chamadas de ouro dos pântanos!

Hoje, grandes quantidades de amoras-brancas-silvestres são colhidas para a venda em supermercados ou para a industrialização. Na Suécia, por exemplo, em um ano de produção normal o mercado comercializa mais de mil toneladas dessas amoras — colhidas uma a uma, em geral por jovens em férias escolares, que trabalham arduamente para ganhar um dinheiro a mais para suas despesas. Os finlandeses homenagearam a amora-branca-silvestre por cunhá-la em sua nova moeda de dois euros!

Que frutinha deliciosa!

Ela tem sabor agridoce e refrescante. Pode-se encontrá-la na forma de geléia, de compota e até de licor, em lojas especializadas e em supermercados nas grandes cidades da Europa e dos Estados Unidos. O parfait (sobremesa gelada) dessa amora costuma fazer parte do cardápio de sobremesas do banquete anual por ocasião da entrega do prêmio Nobel, realizado em Estocolmo, Suécia. Restaurantes requintados servem sorvete de baunilha com calda quente de amora-branca-silvestre. A geléia combina perfeitamente com bolo de queijo sueco, com queijo Camembert frito e também é um saboroso recheio para tortas. O licor dourado da amora-branca-silvestre é produzido na Finlândia e o vinho dessa frutinha é um lançamento recente no mercado de vinhos na Suécia.

Se você um dia estiver em um lugar onde crescem amoras-brancas-silvestres, apanhe algumas e coma-as fresquinhas, de preferência polvilhadas de açúcar e com bastante chantili. Você vai descobrir que elas valem o peso em ouro, e na certa vai se sentir movido a agradecer a Deus por essa maravilhosa criação: um presente delicioso!

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar