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Perdoar e esquecer: como isso é possível?Despertai! — 1995 | 8 de junho
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Mas e se outros pecam contra nós de forma mais grave, magoando-nos profundamente? Em casos extremos, como incesto, estupro e tentativa de assassinato, o perdão pode envolver diversas questões. Isso vale em especial quando o ofensor não admite o pecado, não dá mostras de arrependimento e não pede desculpas.b (Provérbios 28:13) O próprio Jeová não perdoa transgressores impenitentes e insensíveis. (Hebreus 6:4-6; 10:26) Quando a mágoa é profunda, pode ser que nunca consigamos tirar por completo da mente o que aconteceu. Porém, podemos ser consolados pela garantia de que no vindouro novo mundo, “não haverá recordação das coisas anteriores, nem subirão ao coração”. (Isaías 65:17; Revelação 21:4) Seja o que for que nos lembremos então, não nos causará a mágoa ou dor profunda que talvez sintamos agora.
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Perdoar e esquecer: como isso é possível?Despertai! — 1995 | 8 de junho
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Talvez haja casos em que não temos sequer a obrigação de perdoar. Nenhuma vítima de tratamento injusto ou cruel extremo deve ser forçada a perdoar um transgressor impenitente. (Note Salmo 139:21, 22.)
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Perdoar e esquecer: como isso é possível?Despertai! — 1995 | 8 de junho
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b A obra Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 3, página 243, diz: “Não se requer dos cristãos perdoar aqueles que praticam pecados premeditada e deliberadamente, sem arrependimento. Esses tornam-se inimigos de Deus.” — Publicada pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados.
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