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  • Ponte sobre o grande Belt da Dinamarca
    Despertai! — 1999 | 8 de fevereiro
    • Dor de cabeça para os projetistas

      Na verdade, o Parlamento dinamarquês começou a falar na construção dessa ponte no século 19. No decorrer dos anos, os projetistas se preocuparam com questões como: É preferível uma ponte a um túnel? Deve haver passagem para trens, carros, ou para ambos? Por que não continuar usando apenas as balsas?

      Fizeram-se milhares de cálculos e falaram-se milhões de palavras. A expressão “debate sobre o Grande Belt” tornou-se, na Dinamarca, sinônimo de discussão sem fim. Finalmente, em 1987, chegou-se a um consenso. Seria construída uma ligação para trens e carros entre as duas grandes ilhas nos seus pontos mais próximos. O projeto incluiria duas pontes e um túnel, num total de 18 quilômetros, chamados em conjunto de Complexo do Grande Belt.

  • Ponte sobre o grande Belt da Dinamarca
    Despertai! — 1999 | 8 de fevereiro
    • O túnel duplo

      O próprio túnel, a segunda fase do projeto, é uma grande façanha. Construíram-se túneis gêmeos de 8 metros de diâmetro para os trens. Foram escavados através de 7,4 quilômetros de argila, rochas e depósitos marinhos. E os construtores do túnel não puderam determinar em detalhes a natureza do material subterrâneo antes de começar a perfuração.

      O túnel fica entre 10 e 40 metros abaixo do leito do mar, dependendo do terreno do leito, e a parte mais profunda fica 75 metros abaixo da superfície da água. As máquinas de perfuração dos túneis tinham cada uma uns 200 metros de comprimento, incluindo os trens de apoio. Os túneis acabados são revestidos com 60.000 seções curvas de concreto, cada uma pesando quase oito toneladas.

      Iniciando o túnel simultaneamente em ambas as extremidades, os construtores conseguiram habilmente encontrar-se no meio com um desvio de menos de quatro centímetros. Foi uma ocasião muito especial e muito aguardada quando, em 15 de outubro de 1994, o Príncipe Joachim, da Dinamarca, conectou oficialmente as duas metades do túnel passando de uma perfuratriz para a outra, que perfurara no sentido contrário. De Sprogø, no meio do Grande Belt, os dois túneis terminados estendem-se até a costa da Zelândia, a leste. Desde meados de 1997, um serviço regular de trens cruza rapidamente o Grande Belt.

      Os problemas encontrados

      A perfuração dos túneis duplos sob o mar já estava bem adiantada quando, de repente, começou o pesadelo de todos os que trabalham em projetos de túnel: a água começou a subir nos túneis. A equipe de trabalho escapou a salvo, mas foi por um triz. Os dois túneis ficaram completamente inundados de água do mar e muito equipamento se perdeu. O que houve? As perfuratrizes toparam com um veio de água não-previsto sob o leito do mar. Esse susto naturalmente atrasou todo o projeto e foi preciso determinar novas técnicas para contornar o problema.

      Daí, certo dia, ocorreu uma explosão que causou um incêndio e um dos túneis se encheu rapidamente de fumaça. Como um dos encarregados disse, “a fumaça ficou tão densa que nem Pinóquio enxergaria o próprio nariz”. O lugar foi evacuado, o fogo, apagado e o trabalho parou até que se descobriu a causa: óleo hidráulico pegara fogo. Esses e outros problemas atrasaram o projeto diversas vezes.

  • Ponte sobre o grande Belt da Dinamarca
    Despertai! — 1999 | 8 de fevereiro
    • DINAMARCA

      FIÔNIA

      ZELÂNDIA

      FIÔNIA

      PONTE OCIDENTAL

      SPROGØ

      TÚNEL

      PONTE SUSPENSA

      ZELÂNDIA

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