BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • w50 1/6 pp. 87-90
  • O “tempo do fim” do mundo

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • O “tempo do fim” do mundo
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1950
  • Subtítulos
  • A CONSUMAÇÃO NESTE SISTEMA DE COISAS
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1950
w50 1/6 pp. 87-90

O “tempo do fim” do mundo

“Dize-nos, quando sucederão estas coisas? e qual será o sinal da tua presença, e do fim do mundo?”—Mat. 24:3, Ver. Norm. Amer., margem.

1. Que coisa necessária providenciou Deus para o novo mundo? Quando?

JEOVÁ há séculos marcou 1914 E.C. como seu ano designado para fazer nascer o seu reino. Sua finalidade é livrar esta terra dum velho mundo corrupto e opressivo e introduzir um justo novo mundo no qual o gênero humano obediente terá a oportunidade de viver para sempre. A primeira coisa que se requer para introduzir um novo mundo é estabelecer para ele um governo novo e justo. A diferença que este governo pressagia para o povo de boa vontade é declarada nitidamente pelo provérbio: “Sob o governo dos justos está alegre o povo; quando os ímpios tomam o governo, o povo geme.” (Pro. 29:2, Soares) Se Jeová Deus tivesse deixado que os homens organizassem e estabelecessem um governo que garantisse o novo mundo há muito anelado, a data de 1914 nunca teria marcado o nascimento do governo justo.

2. Que liga seguiu a Primeira Guerra Mundial? Como foi recomendada?

2 Olhe para trás a 1914. Analise o que aconteceu alí entre os homens. Uma guerra global em prol do domínio mundial, de cujas efeitos maus a humanidade jamais se recuperou! Terminada essa guerra propôs-se a Liga das Nações, e em janeiro de 1919 o Concilio Federal das Igrejas da América emitiu uma proclamação que principiou: “Chegou o tempo para organizar o mundo em prol da verdade, retidão, justiça e humanidade. Com este objetivo instamos como cristãos pelo estabelecimento duma Liga das Nações Livres na vindoura Conferência de Paz. Tal liga não é meramente um expediente de paz; senão é a expressão política do reino de Deus na terra. A Liga das Nações está arraigada no evangelho. Assim como o evangelho, o seu objetivo é ‘paz na terra, boa vontade para com os homens’. Semelhante ao evangelho, o seu apelo é universal. Os mortos heróicos terão morrido em vão a não ser que da vitória venham um novo céu e uma nova terra, em que habita a justiça.—2 Pedro 3:13.”

3. O que mostrou o resultado da Liga?

3 A criação de novos céus e duma nova terra conforme preditos pela apóstolo Pedro significa a criação dum novo mundo de justiça. Mas a Liga das Nações, que começou a existir em 10 de janeiro de 1920, não trouxe paz à terra e boa vontade aos homens. Não trouxe um mundo justo de novos céus e nova terra. Toda a conversa de presidentes norte-americanos recentes e outros políticos sobre o estabelecimento dum mundo melhor e superior criado pelas mãos dos homens provou-se jactância blasfema e propaganda enganadora. Quanto à realização de tal novo mundo feito pelos homens seus milhões de mortos heróicos que morreram na Primeira Guerra Mundial morreram em vão! Em vez de morrerem por um novo mundo, morreram por um velho mundo cujo fim já está certo e próximo. A sua própria participação numa guerra global de 1914 em diante foi um sinal claro e incontestável disto. Portanto, esse ano de 1914 não marcou o estabelecimento dum justo governo pelo homem. O povo de todas as nações continua a chorar e gemer, provando que a mesma velha turba iníqua está em autoridade e governa entre os homens.

4. Que significa passar o reino do mundo a ser de Deus?

4 Mas os homens de boa vontade não precisam desanimar por causa do fracasso do homem. Na data predeterminada pelo próprio Jeová Ele cumpriu a sua promessa e instituiu o Governo necessitado para o novo mundo a ser criado pelas mãos do Deus Todo-poderoso. A profecia predisse que quando esse evento glorioso ocorresse se faria um grande anúncio nos céus, a ser ouvido aqui na terra. Com respeito a esse anúncio lemos: “O sétimo anjo tocou a trombeta. Houve grandes vozes no céu. dizendo: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e de seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos.” (Apo. 11:15) Visto que se proclama que este reino do Senhor Jeová Deus é “o reino do mundo” e visto que ele há de reinar pelos séculos dos séculos, o estabelecimento do reino nas mãos do seu Cristo significa que o prometido novo mundo está próximo e permanecerá para todo o sempre. Significa, também, que está próximo do fim completo deste velho mundo. Sim, e seu fim será uma grande bênção para todos os homens de boa vontade. Portanto a discussão do fim deste mundo não nos enche de receio. A invenção da bomba atómica não nos faz temer a destruição global.

5. Que livro fala do fim? Como sabemos que está tão perto?

5 A Bíblia é o único livro na terra que nos declara o fim deste iníquo sistema de coisas num tempo definitivo. É, portanto, o único livro que nos apresenta uma grandiosa mensagem de esperança de alívio permanente da iniquidade, opressão, morte e da organização do Diabo. E a pensar que vivemos neste tempo maravilhoso de transformação! Sabemos isto como certo, porque Jesus Cristo, o maior dos profetas de Jeová, predisse a nossa época. Ele a descreveu. Fez isto em réplica a uma pergunta que quatro dos seus discípulos lhe fizeram em particular. Eis o que motivou a sua pergunta. Acabava de declarar aos judeus no templo em Jerusalém que a sua casa lhes era deixada deserta. Ao sair do templo seus discípulos aproveitaram-se do ensejo de lhe mostrar os prédios magníficos que tinham sido edificados na área do templo. Jesus assustou-os grandemente ao dizer: “Vedes todas estas coisas? em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra, que não seja derrubada.” Mais tarde, estando ele sentado à parte no monte das Oliveiras que dominava Jerusalém e seu templo, Pedro, André, Tiago e João se aproximaram e perguntaram: “Dize-nos, quando sucederão estas coisas? e qual será o sinal da tua presença, e do fim do mundo?”—Mat. 23:37 a 24:3, Ver. Norm. Amer., margem.

6. Perguntaram os apóstolos acerca do fim da nossa terra? Por quê?

6 Os apóstolos relacionaram a destruição do templo (que também significava a destruição de Jerusalém) com a segunda presença de Jesus e o fim do mundo. Naturalmente, de tudo que lhes tinha ensinado e também do que lhes disse nesta resposta em particular, eles entenderam que a sua segunda presença seria a presença no seu reino, estando ele sentado no trono e empunhando o cetro do poder. (Mat. 16:27, 28; 25:31) De modo que efetivamente lhe perguntaram qual seria o sinal do estabelecimento do seu reino, que significaria o fim deste mundo. Não tiveram em mente nem perguntaram acerca do fim do globo terrestre sobre o qual vivemos. Tinham sido ensinados e tiveram bastante juízo para saber que o estabelecimento do reino de Deus por seu Messias Jesus não significava a destruição desta terra mas a sua transformação em paraíso como lar eterno do homem obediente. Ao orarem a prece que Jesus lhes ensinou, não disseram, ‘Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome! Venha o teu reino! Seja destruída esta terra junto com o sol, a lua e todas as estrelas nos céus.’ Não; mas pediram o reino de Deus por Cristo para pôr em vigor na terra eternamente a perfeita justiça, dizendo: “Pai nosso nos céus, santificado seja o teu nome! Venha o teu reino! Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu!” (Mat. 6:9, 10, Uma Trad. Amer; Inglês Básico.) Se não a nossa terra, o que esperavam que findaria?

7. Como interpretam os religionistas a Bíblia quanto ao fim?

7 Quando os políticos enganam o povo por falar solenemente em criar um mundo melhor de amanhã pelas mãos dos homens, ninguém, nem mesmo os católicos romanos e protestantes, entendem que tais políticos querem dizer a destruição de nosso globo e a criação dum novo sobre o qual viver. Mas quando Cristo e seus apóstolos falam sobre o fim do mundo, esses idênticos religionistas interpretam as suas palavras para significar a destruição ardente do nosso globo e a dissolução da nossa criação material em um invisível nada. Em resultado, a população católica e protestante se entrega à toda espécie de temores não-bíblicos na sua falsa educação religiosa. Por exemplo, The Associated Press sob data de 26 de janeiro de 1948, de Manila, Ilhas Filipinas, noticiou uma série de tremores de terra que abalavam Ilo-Ilo e relatou que uma mulher católica romana “grita histéricamente ao conduzir seu filho: ‘Vêm mais! Oh, Mãe de Deus, será isto o fim?’” (Times de Nova York, 26 de Janeiro de 1948, página 1) No ano em que terminou a Segunda Guerra Mundial, a United Press, sob data de 18 de setembro (terça-feira), de Pasadena, Califórnia, noticiou que trinta homens, mulheres e crianças lá se preparavam para o fim da nossa terra, que esperavam explodiria daí a três dias, “como uma bomba atômica,” dizendo o missionário religioso encarregado deles, “O fim será na sexta-feira e de maneira semelhante à explosão duma bomba atômica.” (Evening Courier de Camden N. J., 18 de Setembro de 1945) As suas medrosas expectações religiosas provaram-se inverídicas, porque as Escrituras Sagradas dizem cientificamente, em Eclesiastes 1:4: “A terra permanece para sempre.”

8. Desde o seu primeiro número o que tem ensinado The Watchtower quanto à terra?

8 Desde a sua primeira edição em julho de 1879, The Watchtower tem ensinado a verdade bíblica sobre o destino da nossa terra literal. No número inicial, sob o cabeçalho “Três Mundos”, The Watchtower disse: “Estes três existem na ordem de sucessão como acima declarado, nenhuns dois ao mesmo tempo, e o mesmo planeta, a Terra, é a base de todos os três. . . . O estado celestial dos santos, como a ‘Noiva, a esposa do Cordeiro,’ e o estado terrestre das nações, como os ‘benditos do Senhor’, são fatos do mundo vindouro e estão em harmonia um com o outro. Se os santos hão de reger as nações conforme prometido, as nações precisam estar lá para serem regidos. Há altos e baixos, céus e terra, no futuro bem como no passado.” Através de todos os anos desde então, o clero católico e protestante mofou das testemunhas de Jeová porque estas não ensinavam a destruição ardente do nosso planeta terrestre, mas ensinavam sua permanência para sempre em perfeição paradisíaca debaixo do reino celestial de Deus.

A CONSUMAÇÃO NESTE SISTEMA DE COISAS

9. O que mostra a tradução moderna com referência à pergunta dos apóstolos?

9 No grego, em que foi registrada a pergunta dos apóstolos a Jesus, eles não mencionaram nenhum fim de nosso planeta, a terra. A tradução moderna do texto grego das Escrituras esclarece bem este ato. A Versão Westminster católica de 1939 diz: “Dize-nos quando serão estas coisas, e qual será o sinal da tua vinda [parousía, margem], e da consumação do mundo?” A tradução católica de Mons. Dr. José Basílio Pereira, edição de 1947, reza: “Dize-nos quando sucederão essas coisas, e qual é o sinal da tua vinda e da consumação dos séculos?” A tradução de Young de 1863 reza: “Dize-nos, quando sucederão estas? e qual é o sinal da tua presença, e do fim completo da época?” —Veja-se a Versão Normal Revisada de 1946 (em inglês).

10. No grego, que palavras usavam? O que significa aqui?

10 No texto grego a palavra usada pelos apóstolos, em Mateus 24:3, e traduzida “fim completo ou consumação”, é syntéleia. Esta é uma palavra composta, construída da preposição syn exprimindo com, junto com, em companhia de, em conjunto com e o substantivo telos que significa fim. A palavra composta pode, portanto, denotar mais do que o mero fim de uma coisa. A preposição syn denota que várias coisas, operações ou condições ocorriam acompanhadas uma da outra. De modo que a sua terminação conjunta seria um fim combinado ou fim em conjunto, a chegada a um fim comum. Diversas edições do Lexicon de Liddell e Scott definem a palavra como “o conjunto das partes para um fim; combinação de esforços; a consumação (dum plano)”. Se empregarmos a expressão “fim em conjunto” ou “findar juntas”, salientará o pensamento correto. Os apóstolos perguntaram a Jesus, “Quando sucederão ESTAS COISAS?” e isto sugere coisas que findam juntas ou em conjunto. Os apóstolos apanharam a expressão “fim do mundo” de Jesus, em Mateus 13:39, 40, 49, e por isso sabiam, da maneira em que o descreveu, que diversas coisas findariam juntas nesse fim em conjunto ou syntéleia. De fato, esta expressão está empregada apenas seis vezes nos escritos apostólicos, cinco vezes pelo apóstolo Mateus e uma vez pela apóstolo Paulo.

11. Que palavra usavam por “mundo”? Como se mostra o seu sentido?

11 Mas que se diz respeito ao mundo sobre cujo fim em conjunto ou consumação os apóstolos perguntaram? A palavra que usaram é aión, e os tradutores modernos católicos romanos seguem a Versão Douay traduzindo-a “mundo”. Mas a prática da maioria dos tradutores não-católicos é vertê-la “séculos” querendo dizer um período de tempo na história do homem, quer tenha ou não limites de data. “Séculos” pode ser uma tradução conveniente de aión em certas relações, contudo não poderia ter esse sentido todas as vezes nem em certas outras relações. Efésios 2:2 é um destes casos. Ali Paulo diz aos cristãos: “Noutro tempo andastes conforme o curso [ou aión] deste mundo, segundo o chefe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.” Ali a palavra “mundo” traduz a palavra grega kosmos, ao passo que “curso” traduz a palavra aión. Enfatiza-se, portanto, o curso seguido durante certo período de tempo, antes que o próprio período de tempo. Paulo usou aión outra vez em Gálatas 1:3, 4, para dizer: “Nosso . . . Senhor Jesus Cristo . . . se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente mundo [aión] perverso.” Visto que os cristãos desde o dia de Paulo até o presente continuam a viver no mesmo período geral de tempo em que o mal ou iniquidade domina a humanidade, aión aqui não pode significar um período de tempo. Deve ser o sistema de coisas que é mal e do qual Jesus Cristo livrou seus seguidores consagrados.

12. Como mostra Hebreus 1:1, 2 o sentido de “aión”?

12 O sentido “sistema de coisas” também é contido na palavra aión quando Paulo a usa em Hebreus 1:1, 2, em que ele diz: “Deus . . . nestes últimos dias nos falou pelo Filho, ao qual constituiu herdeiro de todas as cousas, por quem criou igualmente os mundos [aiónes].” Isto não pode razoavelmente significar que ele fez períodos de tempo, mas deve estar falando de sistemas de coisas para criar os quais o Deus Altíssimo usou seu Filho Jesus Cristo. Êstes sistemas, naturalmente, podiam existir, por um período limitado de tempo ou para sempre, dependendo da vontade divina. Este significado de aión também é apropriado em Hebreus 9:25, 26, onde Paulo fala do sacrifício de Jesus pelos pecados e diz: “Nem afim de se oferecer muitas vezes a si mesmo, como o sumo sacerdote [judaico] entra no Santo lugar de ano em ano com sangue alheio, de outra forma lhe seria necessário ter sofrido muitas vezes desde o fundamento do mundo [kosmos]; mas agora tem sido manifestado uma vez para sempre na consumação [syntéleia] dos séculos [aiónes; sistemas de coisas] para abolição do pecado pelo sacrifício de si mesmo.”

13. Como esclarece Hebreus 9:25, 26 ainda mais o seu sentido?

13 Quando Jesus se ofereceu em sacrifício humano a Deus, isso trouxe um fim em conjunto aos sistemas de coisas que até então tinham operado para com a nação judaica. Pôs fim à aceitabilidade de mais sacrifícios de animais aos olhos de Deus. Terminou o antigo pacto da lei mosaica que Deus tinha feito com Israel. Pôs fim ao sistema de tipos e sombras proféticas que tinham sido encenados entre os israelitas e seus antepassados. Daí entrou em vigor um novo pacto entre Deus e um novo Israel, um Israel espiritual, nação nova sobre a qual os antigos tipos e sombras começaram a cumprir-se. Esse sistema de adoração judaica e afinidade com Deus findou por completo quando Jerusalém foi destruída cerca de quarenta anos mais tarde. Não houve mais templo material na cidade uma vez santa ao qual os judeus se poderiam congregar e prosseguir como nos tempos antigos. Na verdade, pois, Jesus Cristo apareceu num tempo em que os sistemas especiais das coisas que pertenciam aos judeus findavam juntos.

14. Então, o que significa “aión” em Mateus 24:3, e por quê?

14 Visto que os apóstolos ligaram a destruição de Jerusalém e do seu templo com a presença de Cristo e o fim em conjunto, a palavra aión na profecia de Jesus tem o sentido de “sistema de coisas” antes que séculos e absolutamente não significa nosso globo terrestre.

15. Por que não se aplicou esse fim do “aión” a 70 E.C? Quando se aplica?

15 Mas se os romanos destruíram Jerusalém em 70 E.C., por que não se aplica o fim acerca do qual os apóstolos perguntaram a esse fim completo do sistema judaico das coisas nesse ano e ao qual Paulo se refere em Hebreus 9:25, 26? A razão é que a “presença” de Cristo não começou em 70 E.C. nem veio ele naquela época ao poder e glória do seu reino. Isto só sucedeu em 1914 E.C. Por isso, quando Jesus ligou a destruição de Jerusalém e do seu templo ao fim e a sua própria presença qual Rei entronizado, deve ter usado Jerusalém e seu santo lugar como representativo duma organização religiosa similar em nossos dias, a saber, a Cristandade. Também ele deve ter usado o fim do sistema judaico de coisas como quadro profético, para representar o fim do sistema de coisas que tem prevalecido até o presente. Este fim ocorre agora durante o tempo da sua presença real. De modo que, com compreensão profética e com visão clara do futuro, Jesus deu um sentido duplo a muito da sua profecia. Assim ele transportou sua profecia muito além do fim terrível que sobreveio à nação judaica rejeitada para o fim da Cristandade e todo o mundo ao qual ela pertence, no nosso dia. Com esta compreensão da sua profecia podemos apreciar mais vividamente que vivemos agora na consumação ou “tempo do fim” do mundo.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar