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  • Como e por que se tem de pregá-la hoje

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  • Como e por que se tem de pregá-la hoje
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1950
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  • “DE CASA EM CASA“
  • “A TEMPO E FÔRA DE TEMPO”
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1950
w50 1/1 pp. 14-16

Como e por que se tem de pregá-la hoje

1. É a distribuição da Bíblia só o que há de haver quanto a esta pregação? Por quê?

COMO se deve pregar “a palavra”? Pela distribuição impressa na forma de Bíblias? Parcialmente assim, porque isto lança o fundamento correto para cumprirmos o mandamento de pregar. Não podemos pôr de lado a Palavra impressa, da mesma forma que Jesus não o fez. Ele se referia sempre a Palavra escrita, citando-a com a introdução “Está escrito” ou “Assim está escrito”. Mas nós que somos informados do que está nela, lendo-a e estudando-a nós próprios ou escutando a leitura dela, precisamos comunicar o seu conteúdo a outros. A Palavra foi posta por escrito, não para jazer silenciosa na página impressa, mas para ser proclamada e feita compreensível aos ouvintes. Desta maneira se traz aos corações das pessoas a esperança da vida eterna sob o reino de Deus. O apóstolo Paulo dá ênfase a este fato por dizer: “Na esperança da vida eterna que Deus, que jamais mente, prometeu ha séculos e manifestou a seu tempo na sua palavra como por meio da pregação que me foi confiada por ordem de Deus nosso Salvador.” (Tito 1:2, 3,Ver. Norm. Rev. [em inglês]) Por este motivo Deus faz mais do que suprir a Palavra escrita para leitura e estudo. Também traz os homens e mulheres em contato com ela e faz que se lhes informa do seu conteúdo. Daí quando a atentam e se dedicam a ele pelos bons ofícios de Jesus Cristo, ele põe sobre eles o seu espírito e os envia para serem pregadores da sua Palavra.

2. Por que a organização de Deus é de publicadores do evangelho?

2 A organização visível de Deus sob Cristo é uma organização na qual todo o fiel é um publicador das boas novas. A salvação final de cada qual depende de ser isso. Pois está escrito: “Se confessares com a tua boca a Jesus como Senhor, e creres no teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo, porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se confessa para a salvação. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor [Jeová], será salvo.” (Rom. 10:9, 10, 13) Por esta razão Salmo 40:7-10 disse profeticamente de Jesus Cristo: “Então disse eu: Eis que venho; no rolo do livro está escrito a meu respeito: Em fazer a tua vontade, Deus meu, eu me deleito; a tua lei está dentro do meu coração. Proclamei boas novas de justiça nas grandes congregações, eis que não fechei os meus lábios, tu, Jeová, o sabes. Não ocultei dentro do meu coração a tua justiça, declarei a tua fidelidade e a tua salvação; não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade.” A justiça que os seguidores de Cristo ganham por meio de crer com o coração ou mente não deve ser guardada dentro de si. Como se ganhou a justiça e como os outros podem também ganhá-la precisa ser proclamado a outros. Uma confissão ou proclamação pública tem de ser feita em testemunho a Deus e seu Cristo para esclarecimento dos outros. Essa confissão é para salvação.

3. De modo que as testemunhas da Jeová são uma sociedade de quê? Com a ajuda de quê?

3 Então, “Prega” disse o apóstolo de Cristo. Por esta razão a Sociedade Watch Tower Bible and Tract não imprime meramente Bíblias e literatura bíblica. Também amesta e equipa ministros do evangelho. Correspondentemente, a organização das testemunhas de Jeová mundialmente é uma sociedade de pregadores da Palavra de Deus, uma organização teocrática de ministros consagrados ordenados de Deus por Cristo.

4. De que dois modos gerais se tem de fazer a pregação?

4 O apóstolo Paulo que deu a comissão a Timóteo indicou as duas linhas gerais conforme as quais ela tem de ser efetuada. Quando ele escreveu a Timóteo, entende-se que este jovem era um dos superintendentes na cidade de Éfeso na Ásia Menor. Anos antes disso o apóstolo passou por lá. Então ele mandou vir os superintendentes em Éfeso e, entre outras coisas, lhes disse: “Não me esquivei de vos anunciar cousa alguma que era proveitosa e de vol-a ensinar PUBLICAMENTE, E DE CASA EM CASA, testificando tanto a judeus como a gregos o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus. Agora eu sei que todos vós, por entre os quais passei proclamando o reino, não vereis mais a minha face.” Eis que assim foi feito, “publicamente, e de casa em casa.” —Atos 20:20, 21, 25.

5. Como se mostra que Isaías 42:1, 2 não contraria a pregação em público?

5 Nestas duas linhas de atividade Paulo copiou nosso grande Exemplar, o maior pregador de todos, Jesus Cristo. Certamente os fatos testificam que ele proclamou a mensagem do Reino em público. É verdade que a profecia de Isaías 42:1, 2 cita Jeová Deus como dizendo acerca de Jesus Cristo: “Dotei-o de meu espírito, . . . Ele não será turbulento nem barulhento, não clamará em público.” (Moffatt [em inglês]) Mas Jesus não entendeu que esta profecia significasse que se proibiu a ele e a seus seguidores que dessem testemunho nos lugares públicos a grandes assistências. O apóstolo Mateus cita a profecia de Isaías, dizendo: “Sobre ele porei o meu espírito, . . . Não contenderá nem clamará, nem ouvirá alguém a sua voz nas ruas.” Mas Mateus cita isto para provar que Jesus não se anunciaria para glória própria, nem causaria sensação pública a fim de engrandecer o seu próprio nome, tirando de Jeová Deus e do seu reino a atenção principal. (Mat. 12:15-19) Após João Batista ser preso e por isso impedido de falar publicamente às multidões, o próprio Jesus levou avante a campanha de reuniões publicas. Está escrito: “Andava Jesus por toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do reino.” (Mat. 4:12-17, 23) Continuava a sua obra pública através do resto do seu ministério na terra e uniu a si nesta grande publicidade do reino de Deus seus doze apóstolos e mais setenta evangelistas. —Luc. 8:1; 9:1, 2; 10:1.

6. Onde estava Jesus disposto a realizar reuniões públicas e por quê?

6 Jesus foi de propósito aonde estavam as multidões. Aproveitava-se das multidões que se reuniam nos lugares em que a sua própria adoração a Deus fez que ele estivesse em certas ocasiões. De modo que pregava nas sinagogas judaicas e no templo em Jerusalém, o que tinha o direito de fazer como cidadão de Israel pagador de imposto. Nesses dias existiam poucos ou nenhuns salões públicos para alugar-se a quem quisesse usá-los para eventos de interesse popular. Mas Jesus não tinha necessidade desses para realizar reuniões públicas. Não precisava até de tal coisa boa como nossas lindas praças hodiernas com gramados bem conservados e coretos ou pavilhões, antes de consentir em realizar uma reunião ao ar livre. Aproveitava-se da natureza exatamente como a achava. Ele estava disposto a realizar uma reunião pública fora das cidades, aproveitando-se duma Iadeira por tribuna ou do convés duma barca de pescador um pouco distante da multidão na praia. Usava seu próprio equipamento sonoro, o incomparável mecanismo da voz humana, e adaptava-se às qualidades peculiares do local público. João Batista pregava às multidões no deserto não cultivado e nas margens do rio Jordão. Jesus, também, estava disposto a anunciar as boas novas de Deus no deserto, se houvesse uma assistência. Os genuínos pregadores de Deus não são desses que exigem um púlpito fixo num edifício e salário. —Mat. 5:1, 2; 13:1, 2; 14:13-15; 11:7-11; Mar. 4:1 , 2.

“DE CASA EM CASA“

7. Como pregou Jesus no próprio princípio? O que prova isto?

7 Os homens que possuem o título de “Doutor em Divindade” e a quem os políticos, financistas, juízes civis e o povo em geral consideram ministros e pregadores se limitam a falar de púlpitos “consagrados”. Não fazem a pregação de casa em casa, raras vezes até visitando seus próprios paroquianos ou membros de suas igrejas nos lares destes para instruí-los. Nisto não copiam o apóstolo Paulo, que pregava “de casa em casa” e que disse: “Tem de seguir nisto meu exemplo, como eu sigo o de Cristo.” (1 Cor. 11:1, Uma Trad. Amer.) Mas a fim de provar que o cristão é um pregador ordenado pelo espírito de Deus não é necessário que possua um título e um púlpito designado a ele e uma congregação de muitos assistentes que pagam. Ele pode provar seu ministério por pregar a pessoas individualmente e de casa em casa. A primeira pregação que o próprio Jesus fez após sua unção pelo espírito de Deus era à pessoas particulares num lar, sua pensão particular, à qual ele convidou os dois homens. Quando João Batista indicou quem era Jesus eles seguiram a Jesus e perguntaram: “Onde moras?” “Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima [16, 00 horas].” Esta pregação no lugar onde Jesus morava tinha bom êxito, pois levou a produzir os apóstolos André e João. André logo convidou um parente chegado, seu irmão Simão Pedro, a assistir a reunião no lar, o que levou a produzir o apóstolo Pedro. —João 1:35-42, Almeida.

8. Como mostra que as reuniões familiares são um meio de pregação?

8 Jesus acreditava nas reuniões familiares para dar testemunho a uma só pessoa ou a diversas. O príncipe judeu, Nicodemos o fariseu, foi à sua moradia particular e Jesus, em cumprimento da sua comissão, lhe deu a mensagem. (João 3:1-21) Mateus, que era o antigo arrecadador de imposto Levi, acreditava nas reuniões familiares. Imediatamente após aceitar o convite de Jesus para ser seu seguidor Mateus arranjou que Jesus fosse a seu lar e convidou arrecadadores de imposto e pecadores como ele próprio para comparecerem à refeição a fim de que Jesus lhes desse um testemunho. (Mat. 9:9-13; Mar. 2:14-17; Luc. 5:27-32) As Escrituras registam que nos dias úteis Jesus realizava muitas reuniões familiares nas quais pregava. (Mar. 2:1-12; Luc. 19:5-11) O primeiro gentio convertido ao cristianismo acreditava em abrir seu lar para se realizarem reuniões a fim de ouvir a pregação da Palavra de Deus. Quando este foi instruído que mandasse buscar Pedro para vir pregar, Cornélio não guardava quieto o assunto por medo, realizando com Pedro uma reunião estritamente particular. Não; mas abriu seu lar e convidou sua família, seus parentes e amigos para ouvirem a mensagem junto com ele. Portanto lemos: “Cornélio estava esperando [Pedro e seus companheiros], tendo reunido seus parentes e amigos íntimos. Quando Pedro ia a entrar, veio Cornélio recebê-lo e, . . . entrou e achou muitos reunidos.” (Atos 10:24-27) Filemon, de Colossos, foi mais um que acreditava nas reuniões familiares e abriu seu lar para assembleias a fim de ouvirem a Palavra de Deus. Em resultado disto estabeleceu-se no seu lar uma congregação ou igreja. De modo que Paulo, escrevendo-lhe, disse: “Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e Timóteo, nosso irmão, a Philemon, . . . e á igreja que está na tua casa.” (Filem. 1, 2) Que privilégio foi esse! Como santificou esse lar! Como prova que lugar excelente é um lar para as reuniões de grupos locais !

9. A quão poucos podemos pregar? Como se mostra que isto é eficaz?

9 Desse modo ao efetuar a comissão proveniente de Deus alguém pode fazer a pregação por testificar a grandes assistências públicas, no testemunho de porta em porta, nas reuniões em grupo nos lares, e a indivíduos em qualquer lugar, sob quaisquer circunstâncias. Jesus não negligenciou oportunidades para testemunho individual, tão pouco o fazem seus seguidores alertas. Quando ele se assentou cansado e esfomeado junto da fonte perto de Sicar na pouco amistosa Samaria e uma samaritana se aproximava para tirar água, Jesus usou isso como ensejo para pregar a uma pessoa só. Isto abriu caminho para ele pregar a um grupo que lá se reuniu, que esta mulher animou a vir e ouvir Jesus. (João 4:6-41) Felipe, o evangelista, também achou proveitoso dar testemunho a indivíduos. É bem conhecido como ele acenou a um carro que passava cujo ocupante etíope lia em voz alta a profecia de Isaías, e foi convidado a ir junto. “Philippe abriu a boca e, principiando por esta Escritura, anunciou-lhe Jesus.” O batismo deste indivíduo por Felipe na primeira oportunidade seguiu rapidamente. (Atos 8:26-39) Foi o anjo de Deus que dirigiu Felipe a essa pessoa.

“A TEMPO E FÔRA DE TEMPO”

10. Em que espécie de tempo temos de pregar? Conforme demonstrado por Jesus?

10 Não devemos sempre escolher onde e quando pregarmos, tudo em conformidade com as nossas ideias do que nos convém. Às vezes, apesar de aparências desfavoráveis, precisamos ainda sentir a nossa obrigação e tratar de levar avante a nossa obra. Dessa maneira podemos superar a situação desfavorável que se criou e derrotar o propósito que os adversários talvez tenham tido ao dificultar as coisas para nós e nossa obra. O apóstolo Paulo mandou a Timóteo que persistisse com a pregação, dizendo: “Insta a tempo e fora de tempo.” (2 Tim. 4:2) Durante a hora de almoço, quando Jesus estava sentado cansado e com fome junto à fonte, poderia ter parecido fora do tempo encetar um testemunho a essa samaritana carregadora de agua. Mas o que era fora de tempo para Jesus foi oportuníssimo para essa mulher. Fazer a vontade de seu Pai forneceu a Jesus um maravilhoso poder sustentador para executar a sua comissão fora de tempo.

11. Como superaram ou cristãos primitivos as condições “fora de tempo”?

11 Após o apedrejamento de Estevão, Saulo de Tarso começava a sua carreira de perseguição violenta e a congregação em Jerusalém foi dissolvida. A maior parte deles espalhou-se através da Judeia e Samaria, e poderia ter parecido “fora de tempo” que esses perseguidos continuassem a testificar acerca de Jeová e seu Cristo. Eram corretas, então, as condições, sob os quais se devia parar de proclamar a mensagem? Os perseguidores e o seu instigador Satanás o Diabo teriam gostado de fazê-lo assim ou que parecesse assim aos cristãos dispersos. Mas sentiram-se estes autorizados de assim considerar os assuntos e ceder ao intento dos perseguidores? Não! O registo revela a maneira em que foi frustrado o intento iníquo dos adversários, dizendo: “Os que, porém, haviam sido dispersos iam por toda a parte pregando a palavra.” Num caso, Filipe o evangelista foi à Samaria. Com que êxito? “Mas quando creram em Philippe que lhes pregava acerca do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, faziam-se batizar homens e mulheres.” Um testemunho extensivo resultou porque os espalhados prosseguiam a testificar, ainda que fosse “fora de tempo” para eles nos territórios estranhos longe das suas casas. A tal ponto que lemos: “Aqueles, pois, que foram dispersos pela tribulação que houve por causa de Estevam, passaram até Phenicia, Chypre e Antíochia, . . . anunciando a . . . palavra, . . . Mas alguns deles que eram de Chipre e de Cyrene, quando foram a Antiochia, falavam também aos gregos, pregando-lhes o Senhor Jesus. A mão do Senhor era com eles, e um grande número dos que creram, converteu-se ao Senhor.” (Atos 8:4-12; 11:19-21) Assim o que é fora de tempo para os servos de Deus de modo físico pode tornar-se em vantagem por fielmente persistirem no ministério.

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