“Prega a Palavra”
“Prega a Palavra, inste a tempo e fora de tempo.”—2 Tim. 4:2, Soares.
1. Qual é a obra mais importante que podemos fazer agora? Por quê?
JEOVÁ fez da pregação a obra mais importante que qualquer de nós poderia efetuar neste mundo. Ordenou que seja feita em honra dele próprio e em benefício permanente que esta acarreta à humanidade. Esse benefício inclui recobrar o povo obediente dos tristes resultados da queda do primeiro homem. Em plena harmonia com isto, nas pessoas que Jeová Deus levantou para pregar se inclui o maior homem que jamais esteve na terra, Jesus Cristo. Se não fosse ele, seria impossível recobrarmo-nos de todas as aflições deste mundo.
2, 3. O que tratou Jesus de fazer de seus seguidores? Qual é a prova?
2 Por que deixou Jesus o trabalho de carpintaria aos trinta anos de idade? A fim de pregar. Ele atraiu um bom grupo de seguidores e os ensinou. Que tratou de fazer destes homens e mulheres? Pessoas de alta franca? Advogados profissionais? Doutores em filosofia humana? Políticos? Ou pessoas que este mundo chamaria de práticas e que teriam grandes oportunidades neste mundo? Absolutamente não! Ele os instrua e ames trava para serem pregadores, iguais a ele. Lemos: “Reunindo Jesus os doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curarem doenças, enviou-os a pregar o reino de Deus e a fazer curas. Tendo eles partido, percorreram as aldeias, anunciando as boas novas e fazendo curas em toda a parte.” (Luc. 9:1, 2, 6) Aqueles que estavam fora do círculo de seus doze apóstolos ele dirigiu a entrarem na mesma obra. “A um outro disse Jesus: Segue-me. Ele, porém, respondeu: Deixe-me ir primeiro enterrar meu pai. Replicou-lhe Jesus: Deixa que os mortos enterrem os seus mortos, tu, porém, vai, anuncia o reino de Deus.” —Luc. 9:59, 60.
3 Após a sua morte e ressurreição Jesus mostrou a seus seguidores que era mais importante do que nunca fazer a obra para a qual ele os tinha amestrado. Relativo à sua reunião com eles no dia da sua ressurreição lemos: “Então lhes abriu o entendimento para que compreendessem as Escrituras; e disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo padecesse e ressurgisse dentre os mortos ao terceiro dia, e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas.” (Luc. 24:45-48) A sua mensagem tinha-se tornado de importância mundial e precisava ser declarada.
4, 5. O que se tornou Saulo de Tarso e procurou fazer de outros? Como?
4 Se não fosse a apresentação pública desta mensagem, efetuada em face de amarga oposição e violenta perseguição, Saulo de Tarso não se teria tornado o apóstolo Paulo. Além de estudar como fariseu judeu em Jerusalém, Paulo tinha aprendido a fabricar tendas. Mas Jesus lhe apareceu miraculosa mente e o selecionou para ser pregador às nações não-judaicas. Informa-se-nos que, após converter-se do judaísmo ao cristianismo, “logo nas sinagogas proclamava que Jesus era o Filho de (Atos 9:1-20) O que e Deus.” o ressuscitado Jesus fizera dele, Paulo se esforçou fazer “e outros que desejavam empregar melhor as vidas. Ele os orientou na mesma obra que ele tornou a principal na sua vida. Fez o possível a fim de capacitá-los para essa obra. Um dos que Paulo levou consigo nas viagens missionárias foi O jovem Timóteo. Este moço se tornou superintendente numa das congregações estabelecidas de cristãos. A última carta que Paulo escreveu, contida na Bíblia, foi a Timóteo. Paulo a escreveu durante a sua segunda prisão Roma pouco antes da sua execução por ser um fiel ministro do evangelho.
5 O que escreveu Paulo a Timóteo que continuasse a fazer após a morte do apóstolo guine : “Eu te conjuro diante de Deus e de Cristo jesus que há de julgar os vivos e os mortos, e pela sua vinda e pelo seu reino, prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo.” (2 Tim. 4:1, 2) Sim, fazer a mesma obra em prol da qual Paulo tinha sido preso e consentiu morrer. Se não fosse a obra mais importante na vida, não valeria a pena morrer por ela. Eis por que as testemunhas de Jeová sempre tem dedicado as suas vidas a ela.
6, 7. No caso de interferência pelo estado a quem devemos obedecer? Como sabemos disso?
6 Atualmente não só os sistemas religiosos mas também os políticos ordenam que as testemunhas de Jeová não façam o que Paulo conjurou Timóteo a fazer. Já que as testemunhas de Jeová não obedecem a semelhantes sistemas presunçosos, são perseguidas, não pelas atividades políticas, senão pela simples pregação duma mensagem de esperança e vida. São deslocadas e lançadas em prisões e campos de trabalho forçado. Ameaçam-nos de morte, a qual alguns do seu número têm o privilégio de sofrer. A organização visível delas é suprimida por decreto do estado e dissolvida por ação policial. Proibe-se-lhes que se reúnam até em particular e são forçadas ao subterrâneo. Nega-se-lhes a liberdade de proclamar o reino de Deus oralmente e pela literatura bíblica. O que farão? A quem obedecerão ou agradarão neste assunto?
7 As testemunhas de Jeová não precisam indagar da Sociedade Watch Tower Bible and Tract a fim de saberem. Sabem diretamente da Palavra de Deus, perante quem são conjuradas a fazer a sua obra de testemunho. Aqueles diante dos quais são conjuradas a fazê-la são os a quem se tem de agradar, não a nós. Elas tem as suas ordens quanto ao que devem fazer, não da Sociedade Watch Tower, senão das “Autoridades Superiores”, Jeová Deus e Jesus Cristo. Que proíbem a Sociedade Watch Tower e fechem à forca por interferência do estado seus escritórios Filiais em vários países! Isto não nulifica nem remove a ordem divina dos homens e mulheres que se consagram para fazer a vontade de Deus sobre os quais ele pôs o seu espírito. “Prega!” está escrito claramente na sua Palavra. Esta ordem toma a precedência à de quais quer homens.
ENCARREGADOS PERANTE AS AUTORIDADES SUPERIORES DE FAZEREM ISSO
8. Diante de quem e por meio de que se dá a comissão de pregar?
8 Admiram-se tanto amigo e com inimigo por que as testemunhas de Jeová recusam parar seu ministério face de interferência política, intolerância religiosa e ódio internacional? É porque a ordem de pregar lhes vem da Bíblia à vista das Autoridades Superiores que Paulo mencionou na sua comissão pessoal a Timóteo. “Eu te conjuro diante de Deus e de Cristo Jesus que há de julgar os vivos e os mortos, e pela sua vinda e pelo seu reino,” escreve Paulo como membro do corpo administrativo da igreja. E assim como Paulo conjurou Timóteo, assim também Cristo Jesus conjura seu corpo de seguidores.
9. Por que se emite a comissão “diante de Deus”?
9 Mas por que emite Paulo a sua instrução aos pregadores “diante de Deus e de Cristo Jesus”? A fim de fazer a comissão tão forte como possível. As autoridades romanas poderiam emitir ordens e decretos contra essa obra cristã e fazê-lo perante César Nero, mas a ordem de pregar, embora fosse emitida na prisão romana diretamente debaixo do nariz de César, foi emitida perante Deus e seu Cristo. Na controvérsia sobre quem exerce a soberania universal e a quem se deve portanto obedecer, Paulo escolheu vindicar a soberania de Jeová Deus, o Supremo, por obedecer-lhe e dizer a outros que fizessem a mesma coisa. Ele é o Responsável por suscitar as suas testemunhas e lhes ordenar de dar testemunho. Mostrando isto, o apóstolo Pedro disse ao italiano Cornélio, centurião no exército de César: “Deus ungiu a Jesus de Nazareth com o espírito santo e poder, . . . ao qual também tiraram a vida, pendurando-o em um madeiro. A este ressuscitou Deus ao terceiro dia, e concedeu que fosse ele manifesto, não a todo o povo, mas ás testemunhas que Deus tinha antes escolhido, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos; e [ELE, Ver. Autorizada Inglesa] nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é o que por Deus tem sido constituído juiz de vivos e mortos.” —Act. 10:38-42.
10. A fim de participar em que obedecemos a Deus antes do que aos homens? Semelhante a quem?
10 Quando obedecemos a Deus contrário à vontade dos homens afirmamos que a Sua soberania e poder de mandar são superiores aos dos diabos e dos homens. De modo que participamos na vindicação da sua soberania universal. Admitimos e provamos que ela se aplica a nós aqui na terra, a despeito da organização do Diabo que nos circunda atualmente. Assemelhamo-nos ao profeta Miquéias que disse ao mensageiro do rei: “Pela vida de Jeová, o que Jeová me disser, isso falarei.” (1 Reis 22:14) Somos como os três companheiros hebreus do profeta Daniel que disseram diretamente na face do imperador Nabucodonosor de Babilônia que tinha vencido o rei de Jerusalém: “Se assim for, o nosso Deus a quem nós servimos, pode livrar-nos da fornalha de fogo ardente, e ele há de nos livrar das tuas mãos, ó rei. Mas se não, fica tu sabendo, ó rei, que não havemos de servir aos teus deuses, nem adorar a imagem de ouro, que levantaste.” (Dan. 3:17, 18) Somos iguais aos apóstolos de Jesus, quando os regentes judeus, que tinham escolhido não ter outro rei senão César, lhes ordenaram que cessassem de falar no nome de Jesus. E os apóstolos disseram: “Se é justo diante de Deus ouvir-vos a vós antes do que a Deus, julgai-o vós, pois, nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos.” “Importa antes obedecer a Deus que aos homens. Nós somos testemunhas destas coisas.” (Atos 4:18-20; 5:29, 32) Se nós atualmente queremos participar na vindicação da soberania universal de Jeová, temos de tomar a mesma posição que todas essas fiéis testemunhas. Ele próprio iniciou a pregação. E Ele que ordenou que o seu povo consagrado se encarregasse dela e a levasse a cabo a despeito das objeções dos homens. Ele jamais revogou esta ordem.
11. Diante de quem mais somos encarregados? Por que corretamente diante dele?
11 Conjura-se-nos não só diante de Deus, mas também diante de Cristo Jesus. Este, também, reconheceu a soberania universal de Jeová Deus. Quando estava perante o representante de César em Jerusalém, o governador romano Pôncio Pilatos, Jesus disse: “Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.” (João 18:37) De forma que ele sofreu a morte por pregar o reino de Deus e sua legitimidade de reger. Mas por assim fazer Deus exaltou a Cristo Jesus das profundezas da sepultura à posição muito mais exaltada do que a de César, sim, mais exaltada do que a de todas as autoridades celestiais exceto a do próprio Deus AItíssimo. Dessarte Cristo compartilha com Jeová Deus o cargo de “As Autoridades Superiores”. É isso que torna tão serio ser encarregado perante seus olhos de pregar. É assunto solene. —Rom. 13:1.
12. Por que a obediência ou desobediência nos acarreta a vida ou a morte?
12 A obediência ou desobediência a esta comissão acarreta-nos ou a vida ou a morte para toda a eternidade. Por quê? Porque Deus tem exaltado a Jesus para ser Senhor. Isto quer dizer que Jesus é o que tem o poder e autoridade sobre as demais criaturas de Deus. Ele tem poder e autoridade, não só sobre os vivos, mas também sobre os mortos. Nenhum dos mortos pode viver de novo senão por intermédio dele, pois Deus o constituiu aquele “que há de julgar os vivos e os mortos”. Jesus disse certa vez: “Pois assim como o Pai ordena que os mortos se levantem e lhes dá vida, assim também o Filho dá vida aos que ele quer. Assim se dá com o julgamento, o Pai, ao invés de ele próprio sentenciar a qualquer homem, tem dado todo o julgamento ao Filho. Assim como o Pai tem vida em si mesmo, assim também deu ele ao Filho ter em si mesmo o dom da vida, lhe deu ainda autoridade de executar julgamento, porque é Filho do homem.” —João 5:21, 22, 26, 27, Knox (em inglês).
13. Por que o juízo diante dele abrange mais do que diante dos homens?
13 Que nos proscreva ou condene à morte qualquer tribunal humano, sistema político totalitário ou religioso por sermos testemunhas de Jeová e obedecermos ao seu mandamento de pregar! Afinal de contas, essa autoridade se estende só a esta vida. Após as autoridades humanas terem acabado conosco, ainda que seja por execução à morte, é diante do tribunal do Juiz de Jeová que tanto elas como nós teremos de ficar quanto às decisões na tocante ao mundo futuro. “Pois é necessário que todos sejamos descobertos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, conforme o que praticou, o bem ou o mal.” (2 Cor. 5:10) Este Juiz tem em si o poder de vida. Ele pode inverter a decisão das autoridade humanas que nos condenam e matam. Pode fazê-lo por levantar-nos à vida eterna no novo mundo por motivo da nossa fidelidade a Deus. Também pode sentenciar os nossos condenadores e executores à destruição eterna na Geena. Eis por que, ao enviar seus discípulos à obra missionária nos lares, Jesus disse: “O que vos digo às escuras, dizei-o ás claras, e o que se vos diz ao ouvido, proclamai-o dos eirados. Não temais aos que matam o corpo, mas não podem matar a alma, temei antes aquele que pôde fazer perecer na Geena tanto a alma como o corpo.” —Mat. 10:27, 28.
14. Quem nas nações estão sendo julgados adversamente agora? Por quê?
14 Há evidência que o Juiz designado por Jeová já está no trono da sua glória celestial e todas as nações estão perante ele e está em andamento o julgamento deles e dos seus povos. Os “cabritos” maltratam os irmãos cristãos do Juiz e as “ovelhas”, companheiras destes. Por este motivo são colocados a esquerda do juiz. Em breve serão consignados à Geena da destruição ardente, destinada ao Diabo e seus anjos. (Mat. 25:31-46)Em comparação com o juízo do Juiz de Jeová que importa o das autoridades humanas? É diante deste juiz, que decide o nosso destino eterno, que todo cristão consagrado é encarregado de pregar.
15. Por que seu reino e acontecimento nos fazem maior apelo agora?
15 A comissão do apóstolo tem força especial agora, porque ele a deu perante Cristo “pela sua vinda e pelo seu reino”. A sua vinda e o seu reino já são fatos. Por meio dos sinais visíveis que ele predisse marcariam a sua volta e presença invisível ele efetuou o seu aparecimento perante nossos olhos de fé e entendimento. Mediante o poder revelador da Palavra de Deus vemos agora que Seu reino nasceu em 1914 E. C. e que Deus empossou seu Filho no trono real nessa ocasião. De modo que Cristo Jesus já está no seu reino, dominando no meio dos seus inimigos. Tais inimigos na terra, que se opõem a nós e nos oprimem, nunca o poderão ver em pessoa a olho nu. Mas até seus próprios olhos de percepção serão abertos para discernirem a sua presença no seu reino, porque na batalha do Armagedon ele fará o seu aparecimento por meio duma revelação com destruição ardente tanto a eles como à sua organização mundial. (2 Tes. 1:7-9; 2:8) À luz da “sua vinda e seu reino” devemos tomar tanto mais a sério a nossa comissão de pregar. Não mais pregamos na esperança destas coisas. São realidades do dia atual que dão maior vividez e urgência à nossa mensagem. Provam que se aproxima a destruição de todas as organizações e pessoas que pelejam contra a obra que fazemos em obediência a Deus, e portanto devemos ser destemidos e jamais temer aqueles cuja condenação é iminente. O nosso próprio destemor lhes será evidência disto.
O QUE HAVEMOS DE PROCLAMAR
16, 17. O que não se nos conjura a pregar? Por que assim de direito?
16 Somos instruídos especificamente o que pregar. A própria coisa que nos compete pregar prova que a nossa comissão para assim fazer emana duma autoridade mais alta do que a humana. Em consequência não há nenhuma autoridade feita pelo homem nem religiosa que tem o verdadeiro poder e direito de nos proibir. Se fizéssemos propaganda sobre filosofias humanas duma espécie religiosa, social ou política, algumas autoridades humanas poderiam de direito fazer objeções e tomar as devidas contramedidas. Todavia, até numa sociedade livre e democrática as filosofias humanas que não são subversivas à boa moral ou à autoridade constituída tem o direito de se espalhar e fazer seu apelo às várias pessoas. Mas não proclamamos nem advogamos nenhuma filosofia humana, nem sequer as tradições dos homens.
17 Semelhante ao próprio Jesus Cristo, o apóstolo Paulo se opôs absolutamente às tradições religiosas dos homens, porque sabia quão desencaminhante era estar debaixo do poder de tais tradições. Com respeito a si próprio ele disse: “Paulo, apostolo (não da parte dos homens, nem por algum homem, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos), . . . Declaro-vos, irmãos, que o Evangelho que foi pregada por mim, não é segundo o homem; pois eu nem o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas sim mediante a revelação de Jesus Cristo. Ouvistes falar do meu modo de viver no judaísmo [religião dos judeus, Ver. Norm. Amer.] em outro tempo, de como perseguia excessivamente a Igreja de Deus e a assolava, e adiantava-me no judaísmo [religião dos judeus, Ver. Norm. Amer] mais que muitos da mesma idade na minha nação, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.” (Gal. 1:1, 11-14) As filosofias humanas e tradições religiosas dos homens resultaram num mundo dividido e confuso. Elas não satisfazem as necessidades do povo nem lhes trazem alivio. Finalmente deixam o povo desiludido.
18, 19. O que é nos conjura pregar
18 “A palavra!” É esta que se nos ordena que preguemos. Esta Palavra vem pela inspiração de Deus e é contida nos escritos sacros da Bíblia. É o que Paulo acabava de conjurar a Timóteo que continuasse a crer e praticar, quando disse: “Tu, porém, persevera nas coisas que aprendeste e de que tens a certeza, sabendo de quem as aprendeste, e que desde a infância sabes as sagradas letras que te podem instruir para a salvação pela fé que e em Cristo Jesus. Toda a Escritura divinamente inspirada é também útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para instruir na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, plenamente preparado para toda a boa obra.” (2 Tim. 3:14-17) Visto que foi na última carta de Paulo que ele escreveu isto, os sagrados escritos que estavam disponíveis nessa época para Timóteo consistiam em toda a Bíblia que temos atualmente exceto o relato evangélico de João e as suas três cartas e o livro do Apocalipse, também possivelmente a carta de Judas. Mas hoje “ a palavra” inclui todas essas. É a Bíblia completa. Deus a tem produzido, sendo ele o Inspirador dela desde Gênesis até ao Apocalipse. Nenhuma organização da cristandade pode arrogar a si o crédito de fazê-la, pretendendo que é um livro religioso da sua seita.
19 O pregador que é um genuíno “homem de Deus” não tem autoridade de Deus, a quem representa para pregar filosofias humanas, tradições religiosas dos homens, nem coisa alguma além da divinamente inspirada Palavra. Deus não unge os homens pelo seu espírito a fim de que proclamem o que se opõe a Ele e à sua inspirada mensagem. Ele não se contradiz e não se pode negar. A sua Palavra é uma só e se harmoniza consigo mesma desde o princípio até ao fim. É o único livro que contém a “sã doutrina” e prepara o cristão para boas obras. Quando a pessoa se consagrar a Deus por intermédio de Cristo e dotada do Seu espírito e receber a comissão divina de pregar, divulgará todas as verdades contidas nessa Palavra. Proclamará que as profecias bíblicas se estão cumprindo, até todo jota e todo til, provando a inspiração do Livro, e que o reino de Jeová exercido pelo Filho real é o Governo permanente do novo mundo e constitui a única esperança de toda a humanidade. Debaixo desse Governo mundial perfeito e justo todos os humanos nas sepulturas terão a oportunidade de receber a vida eterna pela ressurreição à terra purificada e paradisíaca.