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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1975
w75 1/10 p. 584

Por dentro das notícias

Origem do Universo

● As teorias dos astrônomos sobre a origem do universo são várias. Por um tempo, era popular a teoria “infinita”. Afirmava que a matéria está em constante processo de formação e destruição, e que o universo é e sempre foi essencialmente assim como o vemos agora. Este conceito foi substituído em popularidade pela teoria da “grande explosão”. Segundo ela, o universo começou com uma gigantesca bola de fogo que explodiu. Os pedaços de matéria saíram voando pelo espaço e finalmente formaram as estrelas e os planetas, e estes supostamente ainda estão voando para fora desde o centro da explosão.

Recentemente, porém, o físico Allen D. Allen, de Los Ângeles, na reunião anual da Sociedade Física Americana, disse que os que criam nesta teoria ‘teriam de fazer isso como ato de fé — assim como se fosse uma teoria religiosa, em vez de uma física’. Por quê? Não só porque a teoria parece incoerente com certas observações astronômicas. O motivo principal, disse ele, é que ‘nenhuma resposta teorética seria demonstrável’, quer dizer, não há maneira de demonstrar a sua validez. Evidentemente, houve um poder estupendo envolvido na origem do universo, mas, conforme admite o físico Allen: “Não sabemos donde veio a energia.”

A Bíblia diz em termos claros: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Gên. 1:1) Os que têm fé nesta declaração têm uma base muito maior para a sua crença do que os que depositam sua fé nas teorias variáveis dos homens.

Religião na América

● A organização Gallup, de pesquisas da opinião pública, publicou um estudo completo intitulado “Religião na América, 1975”. O estudo indica que o constante declínio na assistência à igreja parece ter-se nivelado nos últimos três anos. Atualmente, cerca de quatro em dez estadunidenses vão à igreja durante uma semana comum. Mas o estudo mostrou também que a maioria dos estadunidenses (56 por cento) ainda acha que ‘a religião está perdendo influência’. O número dos que crêem que a religião não possui a resposta para os problemas da atualidade está aumentando em muito.

Muitas vezes expressa-se a esperança de que haja um ‘despertar religioso’ nos Estados Unidos. Entre os entrevistados, alguns expressaram sérias dúvidas sobre isso. Certo instrutor, de 54 anos, disse: “O fervor das seitas, dos maníacos por Jesus, . . . e de outros grupos na minha opinião, são simplesmente os últimos paroxismos duma mortalmente ferida igreja cristã.” Um professor universitário comentou: “A América está desperta para com seus problemas materialistas, não para quaisquer demandas espirituais — o que a incomoda é seu estômago, não sua alma.”

O que é de interesse é que a leitura da Bíblia aumentou ligeiramente; 63 por cento disseram que haviam feito alguma leitura da Bíblia no ano passado.

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