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  • Tagarelice, Calúnia
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • na antiga Corinto. Ali as dissensões e a atribuição de indevida honra a homens estavam gerando atitudes sectárias, destruindo a união congregacional. Alguns membros da casa de certa Cloe, que estavam a par destas coisas e que se preocupavam com o bem-estar espiritual da congregação, relataram tais fatos ao apóstolo Paulo, então ausente, e este agiu prontamente, escrevendo, de Éfeso, conselhos corretivos à congregação. — 1 Cor. 1:11.

      CALÚNIA

      Ao passo que a tagarelice pode, em alguns casos, ser mais ou menos inofensiva (embora possa tornar-se calúnia ou conduzir a esta), a calúnia sempre é prejudicial e sempre causa feridas e contendas. Pode ter ou não motivos maliciosos. Em qualquer dos casos, o caluniador se coloca em má posição perante Deus, pois “todo aquele que cria contendas entre irmãos” se situa entre as coisas que Deus odeia. (Pro. 6:16-19) A palavra grega para “caluniador” é diábolos, “acusador”. O termo também é empregado na Bíblia como título de Satanás, “o Diabo”, o grande caluniador de Deus. (João 8:44; Rev. 12:9, 10; Gên. 3:2-5) Isto indica a fonte de tal acusação difamatória.

      A calúnia constitui uma pedra de tropeço para outros, especialmente para o caluniado. A lei que Deus forneceu a Israel ordenava: “Não deves estar andando entre o teu povo com o objetivo de caluniar. Não te deves pôr de pé contra o sangue do teu próximo.” (Lev. 19:16) Aqui se aponta o efeito mortífero da calúnia — que se assemelha ao derramamento de sangue ou ao tirar a vida de outrem, na verdade, ao assassínio. O caluniador fomenta tolamente o ódio, e “todo aquele que odeia seu irmão é homicida”. (1 João 3:15; Pro. 10:18) Testemunhas falsas têm servido, muitas vezes, para provocar a morte de pessoas inocentes.  — 1 Reis 21:8-13; Mat. 26:59, 60.

      Às vezes os assuntos são confidenciais, mas o caluniador se compraz em revelá-los a outros que não têm o direito de conhecê-los. (Pro. 11:13) O caluniador deriva prazer em revelar coisas que provocam sensacionalismo, “deliciosos petiscos”, como talvez afirme, e quem ouve a calúnia também está errado e prejudica a si mesmo. (Pro. 20:19; 26:22) Uma pessoa pode afastar-se de seus amigos por causa de algum comentário difamatório sobre eles, feito pelo caluniador, resultando em inimizades e em divisões. — Pro. 16:28.

      As Escrituras predizem que a notável presença dos caluniadores seria um dos sinais dos “últimos dias”. (2 Tim. 3:1-3) Tais pessoas — homens ou mulheres — se presentes entre o povo de Deus, devem ser censuradas e corrigidas pelos responsáveis na congregação cristã. (1 Tim. 3:11; Tito 2:1-5; 3 João 9, 10) A calúnia, ao provocar contenda (Pro. 16:28), produz assim certas “obras da carne” (tais como ódios, contendas e divisões) que impedirão o caluniador, e a outros que ele conduz ao erro, de herdarem o reino de Deus. (Gál. 5:19-21) Embora o caluniador possa ser astuto e enganador, a maldade dele aflorará na congregação. (Pro. 26:20-26) Jesus expôs o caluniador Judas (João 6:70) a seus apóstolos e, então, despediu Judas de sua companhia, entregando-o a Satanás para sua própria destruição. — Mat. 26:20-25; João 13:21-27; 17:12.

      Uma forma de calúnia é a injúria, costume que torna a pessoa merecedora de ser expulsa da congregação cristã, pois os injuriadores são condenados pelas Escrituras como indignos da vida. (1 Cor. 5:11; 6:9, 10) A calúnia e a injúria não raro são associadas com a rebelião contra Deus ou contra aqueles a quem Ele constituiu ou nomeou devidamente para governar a congregação de seu povo. Um caso em pauta é o de Corá e seus associados, que utilizaram termos caluniosos contra Moisés e Arão ao rebelarem-se contra o arranjo de Deus. (Núm. 16:1-3, 12-14) Judas traz à atenção estes rebeldes e o fim deles, como um padrão admoestador aos cristãos contra a linguagem abusiva, o murmúrio e as queixas, e o falar “coisas bombásticas”. — Judas 10, 11, 14-16.

  • Talento
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    • TALENTO

      A maior das unidades hebraicas de peso e de valor monetário. (Êxo. 38:29; 2 Sam. 12:30; 1 Reis 10:10; 2 Reis 23:33; 1 Crô. 29:7; 2 Crô. 36:3; Esd. 8:26) Calculado à base de sua equivalência a 60 minas ou 3.000 siclos (Êxo. 38:25, 26; veja MINA), um talento pesava c. 34 kg. Uma vez que uma mina equivalia a 100 dracmas gregas no primeiro século EC, um talento de 60 minas pesava menos (c. 20 kg) do que nos tempos das Escrituras Hebraicas.

      Quer seja computado de acordo com seu padrão hebraico antigo, quer segundo o posterior padrão grego, as simbólicas pedras de saraiva, que pesavam um talento — conforme mencionadas em Revelação 16:21 — seriam, em qualquer dos casos, incomumente grandes.

  • Tamar
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    • TAMAR

      [palmeira].

      1. Nora de Judá, filho de Jacó. Tamar casou-se com Er, primeiro filho de Judá, mas Jeová fez com que Er morresse por causa da sua iniqüidade, deixando Tamar viúva. Ela foi então dada a Onã, mas Jeová o entregou à morte por deixar de realizar o casamento de cunhado, e Tamar ainda continuou sendo uma viúva sem filhos. Judá procrastinou em dá-la ao seu terceiro filho; assim, a fim de ocultar sua identidade, ela se disfarçou como prostituta de modo a conseguir que o próprio Judá tivesse relações sexuais com ela, astutamente ficando com o anel de chancela, o cordão e a vara dele como garantia. Quando Judá ficou sabendo que Tamar estava grávida, ele primeiro quis que ela fosse (apedrejada e então) queimada. (Compare com Josué 7:15, 25.) Mas, ao saber que, por meio das manobras de Tamar para conseguir um herdeiro, ele se havia tornado o pai da criança, Judá exclamou: “Ela é mais justa do que eu.” No parto difícil que se seguiu, Tamar teve gêmeos: Peres e Zerá. (Gên. 38:6-30) A linhagem messiânica é traçada por meio de Peres, filho dela. — Rute 4:12, 18-22; 1 Crô. 2:4; Mat. 1:3.

      2. Linda filha do Rei Davi, e irmã bilateral de Absalão. (1 Crô. 3:9; 2 Sam. 13:1) O irmão unilateral mais velho dela, Amnom, ficou apaixonado por ela e, por meio de astúcia, teve êxito em violá-la, embora ela opusesse resistência. Absalão a consolou, manteve-a na casa dele, e, dois anos depois, vingou Tamar por matar a Amnom. — 2 Sam. 13:1-33.

  • Tamara
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    • TAMARA

      Fruto da tamareira (Phoenix dac-tylifera), árvore comum na Palestina. As tâmaras são ovais, carnudas, de sabor doce, e produzem uma única semente. No relato da Bíblia, as tâmaras só são mencionadas indiretamente. — Cân. 5:11; 7:7, 8.

      [Foto na página 1597]

      Cachos de tâmaras

  • Tamargueira
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    • TAMARGUEIRA

      [Heb., ’éshel]. O nome hebraico desta árvore relaciona-se, evidentemente, com o termo árabe ’athl e o aramaico ’athlá’, que identifica um tipo de tamargueira. A tamargueira cresce como uma árvore ou arbusto. Embora seu tronco seja retorcido, os ramos com freqüência são abastonados, dando à árvore uma aparência plumífera. As folhas sempre-verdes são diminutas, escamiformes, e comprimidas perto dos ramos, de modo que perdem pouquíssima umidade pela transpiração, capacitando assim tal árvore a vegetar em regiões desérticas e até mesmo em dunas de areia. Na primavera setentrional, as árvores florescem com espigas de diminutas flores rosas ou brancas, que suprem o almejado colorido às regiões que, de outra forma, são ermas. As tamargueiras gostam do sol, amiúde crescendo bem próximas do oceano e em charcos salinos. Abundantes tamargueiras ao longo das margens do Jordão formam densos matagais, que constituem o habitat de animais selvagens, e, nos tempos bíblicos, talvez tivessem ajudado a formar as “orgulhosas moitas junto ao Jordão”, onde certa vez se abrigavam leões. — Jer. 49:19; Zac. 11:3.

      Embora a tamargueira, em geral, seja arbustiva, o Dictionary of Life in Bible Times (Dicionário da Vida nos Tempos Bíblicos; p. 269), de W. Corswant, afirma que, no Egito, na Palestina e na Síria, esta árvore consegue atingir notáveis proporções e adquirir grande altura. Registra-se que Abraão plantou uma em Berseba (Gên. 21:33), que o Rei Saul sentou-se à sombra duma tamargueira em Gibeão (1 Sam. 22:6), e que os ossos dele e os de seus filhos foram sepultados sob uma grande tamargueira em Jabes-Gileade. — 1 Sam. 31:13; compare com 1 Crônicas 10:12, onde se emprega a palavra hebraica para “árvore grande” (’eláh).

      O dr. Joseph Weitz, destacada autoridade em reflorestamento em Israel, disse: “A primeira árvore que Abraão colocou no solo de Berseba foi uma tamargueira. Seguindo sua dica, há quatro anos plantamos dois milhões nessa mesma área. Abraão tinha razão. A tamargueira é uma das poucas árvores que notamos que floresce no sul, onde a precipitação pluviométrica anual é inferior a 150 milímetros.” — Revista Reader’s Digest, março de 1954, pp. 27, 30.

  • Tampa Propiciatória
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    • TAMPA PROPICIATÓRIA

      [Heb. , kappóreth, de uma raiz verbal que significa “cobrir”, “cobrir (o pecado)”, assim, “propiciatório”]. Conforme Jeová instruiu a Moisés, o artífice Bezalel construiu uma tampa de ouro puro para a arca sagrada, ou Arca do pacto, com 2, 5 côvados (c. 111 cm) de comprimento e 1, 5 côvado (c. 67 cm) de largura. Era encimada por dois querubins de ouro, um em cada ponta da tampa, as suas asas estendendo- se para cima, encobrindo a tampa. Os rostos dos querubins estavam voltados para a tampa. A Arca foi colocada no Santíssimo do tabernáculo. — Êxo. 25:17-21; 37:1, 6-9.

      No Dia da Expiação (yohm hakkippurím, que significa “dia das coberturas ou propiciações” [Lev. 23:27, 28]), o sumo sacerdote entrava no Santíssimo e aspergia parte do sangue

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