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  • Tamar
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    • Josué 7:15, 25.) Mas, ao saber que, por meio das manobras de Tamar para conseguir um herdeiro, ele se havia tornado o pai da criança, Judá exclamou: “Ela é mais justa do que eu.” No parto difícil que se seguiu, Tamar teve gêmeos: Peres e Zerá. (Gên. 38:6-30) A linhagem messiânica é traçada por meio de Peres, filho dela. — Rute 4:12, 18-22; 1 Crô. 2:4; Mat. 1:3.

      2. Linda filha do Rei Davi, e irmã bilateral de Absalão. (1 Crô. 3:9; 2 Sam. 13:1) O irmão unilateral mais velho dela, Amnom, ficou apaixonado por ela e, por meio de astúcia, teve êxito em violá-la, embora ela opusesse resistência. Absalão a consolou, manteve-a na casa dele, e, dois anos depois, vingou Tamar por matar a Amnom. — 2 Sam. 13:1-33.

  • Tamara
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    • TAMARA

      Fruto da tamareira (Phoenix dac-tylifera), árvore comum na Palestina. As tâmaras são ovais, carnudas, de sabor doce, e produzem uma única semente. No relato da Bíblia, as tâmaras só são mencionadas indiretamente. — Cân. 5:11; 7:7, 8.

      [Foto na página 1597]

      Cachos de tâmaras

  • Tamargueira
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    • TAMARGUEIRA

      [Heb., ’éshel]. O nome hebraico desta árvore relaciona-se, evidentemente, com o termo árabe ’athl e o aramaico ’athlá’, que identifica um tipo de tamargueira. A tamargueira cresce como uma árvore ou arbusto. Embora seu tronco seja retorcido, os ramos com freqüência são abastonados, dando à árvore uma aparência plumífera. As folhas sempre-verdes são diminutas, escamiformes, e comprimidas perto dos ramos, de modo que perdem pouquíssima umidade pela transpiração, capacitando assim tal árvore a vegetar em regiões desérticas e até mesmo em dunas de areia. Na primavera setentrional, as árvores florescem com espigas de diminutas flores rosas ou brancas, que suprem o almejado colorido às regiões que, de outra forma, são ermas. As tamargueiras gostam do sol, amiúde crescendo bem próximas do oceano e em charcos salinos. Abundantes tamargueiras ao longo das margens do Jordão formam densos matagais, que constituem o habitat de animais selvagens, e, nos tempos bíblicos, talvez tivessem ajudado a formar as “orgulhosas moitas junto ao Jordão”, onde certa vez se abrigavam leões. — Jer. 49:19; Zac. 11:3.

      Embora a tamargueira, em geral, seja arbustiva, o Dictionary of Life in Bible Times (Dicionário da Vida nos Tempos Bíblicos; p. 269), de W. Corswant, afirma que, no Egito, na Palestina e na Síria, esta árvore consegue atingir notáveis proporções e adquirir grande altura. Registra-se que Abraão plantou uma em Berseba (Gên. 21:33), que o Rei Saul sentou-se à sombra duma tamargueira em Gibeão (1 Sam. 22:6), e que os ossos dele e os de seus filhos foram sepultados sob uma grande tamargueira em Jabes-Gileade. — 1 Sam. 31:13; compare com 1 Crônicas 10:12, onde se emprega a palavra hebraica para “árvore grande” (’eláh).

      O dr. Joseph Weitz, destacada autoridade em reflorestamento em Israel, disse: “A primeira árvore que Abraão colocou no solo de Berseba foi uma tamargueira. Seguindo sua dica, há quatro anos plantamos dois milhões nessa mesma área. Abraão tinha razão. A tamargueira é uma das poucas árvores que notamos que floresce no sul, onde a precipitação pluviométrica anual é inferior a 150 milímetros.” — Revista Reader’s Digest, março de 1954, pp. 27, 30.

  • Tampa Propiciatória
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    • TAMPA PROPICIATÓRIA

      [Heb. , kappóreth, de uma raiz verbal que significa “cobrir”, “cobrir (o pecado)”, assim, “propiciatório”]. Conforme Jeová instruiu a Moisés, o artífice Bezalel construiu uma tampa de ouro puro para a arca sagrada, ou Arca do pacto, com 2, 5 côvados (c. 111 cm) de comprimento e 1, 5 côvado (c. 67 cm) de largura. Era encimada por dois querubins de ouro, um em cada ponta da tampa, as suas asas estendendo- se para cima, encobrindo a tampa. Os rostos dos querubins estavam voltados para a tampa. A Arca foi colocada no Santíssimo do tabernáculo. — Êxo. 25:17-21; 37:1, 6-9.

      No Dia da Expiação (yohm hakkippurím, que significa “dia das coberturas ou propiciações” [Lev. 23:27, 28]), o sumo sacerdote entrava no Santíssimo e aspergia parte do sangue do touro diante da tampa (na parte da frente ou lado E), e então fazia o mesmo com o sangue do bode. (Lev. 16:14, 15) Assim, a tampa de ouro da Arca desempenhava um papel especial na propiciação (ou cobertura) típica dos pecados.

      REPRESENTADA A PRESENÇA DE JEOVÁ

      Quando Deus desejava comunicar-se com Moisés, ou com o sumo sacerdote, ele falava de entre os querubins situados na tampa propiciatória. (Êxo. 25:22; Núm. 7:89; compare com Levítico 10:8-10; Números 27:18-21.) Jeová disse que ele apareceria numa nuvem sobre a tampa da Arca. Esta nuvem, pelo visto, reluzia ou brilhava, iluminando o Santíssimo. — Lev. 16:2; compare com Salmo 80:1.

      A “CASA DA TAMPA PROPICIATÓRIA”

      Em 1 Crônicas 28:11, o Santíssimo, o compartimento mais interno do templo, é mencionado como a “casa da kappóreth”. Neste caso, a palavra hebraica evidentemente não é empregada apenas para designar a tampa ou cobertura duma arca, mas é utilizada com respeito à função especial da tampa na propiciação de pecados. Assim sendo, a expressão é traduzida “câmara para . . . expiação” (BV), “casa da propiciação” (So), e a “casa da tampa propiciatória” (NM).

      SIMBÓLICA

      Em Hebreus 9:5, a palavra grega hilastérios, “propiciatório”, é utilizada para a tampa da Arca. No tipo ou representação, a presença de Deus foi representada entre os dois querubins que estavam sobre a tampa propiciatória. (Lev. 16:2; Êxo. 25:22) O escritor do livro de Hebreus indica que tais coisas eram simbólicas. Assim como o sumo sacerdote, no Dia da Expiação, entrava no Santíssimo com o sangue sacrificial, assim também Cristo levou o valor de seu sacrifício, não perante uma tampa propiciatória literal, mas diante da própria presença de Jeová Deus no céu. — Lev. 16:15; Heb. 9:11-14, 24-28.

  • Társis
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    • TÁRSIS

      [talvez crisólito, ou alguma pedra cor de ouro]. Um dos quatro filhos de Javã, nascidos depois do Dilúvio. (Gên. 10:4; 1 Crô. 1:7) Acha-se incluído entre os 70 cabeças familiares dos quais as nações “se espalharam pela terra”. (Gên. 10:32) Como no caso dos demais filhos de Javã, o nome Társis veio a aplicar-se a um povo e a uma região. Há alguns indícios da direção tomada pelos descendentes de Társis ao migrarem durante os séculos que se seguiram ao Dilúvio.

      O profeta Jonas (c. 844 AEC), a quem Jeová comissionou a dirigir-se a Nínive, na Assíria, tentou escapar de sua designação por ir ao porto mediterrâneo de Jope (a moderna Tel Aviv-Jafa) e comprar passagem num “navio que ia para Társis”. (Jonas 1:1-3; 4:2) Assim, Társis tinha obviamente de encontrar-se no Mediterrâneo ou às margens dele, na direção oposta de Nínive, e, como é evidente, era melhor alcançada por mar do que por terra. O “coração do alto mar” é mencionado em relação com “os navios de Társis”, em Ezequiel 27:25, 26. (Compare com Salmo 48:7; Jonas 2:3.) Em vista destes pontos, a identificação, feita por Josefo, de Társis com a cidade de Tarso, na Cilícia (Ásia Menor), não parece bem fundamentada. Em Tarso, Jonas estaria mais perto de Nínive do que ele estava antes, lá na Palestina.

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