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    Despertai! — 1977 | 22 de março
    • esconder-se. Quando submetido a julgamento, ao invés de mostrar pesar ou arrependimento, ou de pedir perdão, Adão tentou justificar-se e passar a responsabilidade para outros, até mesmo culpando a Jeová por seu pecado propositado. “A mulher que me deste para estar comigo, ela me deu do fruto da árvore e por isso o comi.” (Gên. 3:7-12) Assim, Adão foi expulso do Éden para uma terra não subjugada que foi amaldiçoada com a produção de espinhos e abrolhos, para ali levar uma existência suada, colhendo os frutos amargos de seu pecado. Fora do jardim, aguardando a execução, Adão gerou filhos e filhas, só sendo preservados os nomes de três deles — Caim, Abel e Sete. Para todos os seus filhos, Adão transmitiu o pecado e a morte hereditários, visto que ele próprio era pecaminoso. — Gên. 3:23; 4:1, 2, 25.

      Este foi o trágico início que Adão deu à raça humana. O paraíso, a felicidade e a vida eterna foram perdidos, e, em seu lugar, o pecado, o sofrimento e a morte foram adquiridos através da desobediência. “Por intermédio de um só homem entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” “A morte reinou desde Adão.” (Rom. 5:12, 14) Mas Jeová, em sua sabedoria e amor, proveu um “segundo homem”, o ”último Adão”, que é o Senhor Jesus Cristo. Por meio deste obediente “Filho de Deus”, abriu-se o caminho pelo qual os descendentes do desobediente “primeiro homem, Adão” pudessem recuperar o Paraíso e a vida eterna, a igreja ou congregação de Cristo até mesmo obtendo a vida celeste. “Porque, assim como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos serão vivificados.” — João 3:16, 18; Rom. 6:23; 1 Cor. 15:22, 45, 47.

      Depois da expulsão do Éden do pecador Adão, ele viveu para ver o assassínio, o assassínio de seu próprio filho, o exílio de seu filho assassino, os abusos do arranjo matrimonial e a profanação do sagrado nome de Jeová. Testemunhou a construção duma cidade, o desenvolvimento de instrumentos musicais, e a forja de ferramentas de ferro e cobre. Observou, e foi condenado, pelo exemplo de Enoque, “o sétimo homem na linhagem de Adão”, alguém que “andou com o verdadeiro Deus”. Até mesmo viveu para ver o pai de Noé Lameque, da nona geração. Por fim, depois de 930 anos, todos os quais, exceto um número bem reduzido, gastos no lento processo de envelhecimento, Adão voltou ao solo do qual fora tirado, no ano 3096 A. E. C., assim como Jeová dissera. — Gên. 4:8-26; 5:5-24; Judas 14.

      2. Uma cidade mencionada em Josué 3:16, como estando na localidade de Zaretã. É geralmente identificada com Tell ed-Damieh, local na margem L do Rio Jordão, pouco abaixo do estuário do vale da torrente de Jaboque, a cerca de 29 quilômetros ao N de Jericó. O nome da cidade talvez se derivou da cor da argila aluvial, que é abundante nessa região. — 1 Reis 7:46.

      O registro bíblico indica que o represamento das águas do Rio Jordão, no tempo da travessia do rio por Israel se deu em Adão. O vale do Jordão se estreita consideravelmente, a partir da localidade de Tell ed-Damieh em direção ao norte, e a história registra que, no ano 1267, ocorreu uma obstrução do rio nesse ponto exato, devido à queda de elevado talude de lado a lado do rio, impedindo o fluxo de água por cerca de dezesseis horas. Nos tempos modernos, tremores de terra no verão setentrional de 1927 de novo causaram deslizamentos que represaram o Jordão, de modo que o fluxo de água foi impedido por vinte e uma horas e meia. (Veja The Foundations of Bible History — Joshua-Judges [As Bases da História Bíblica — Josué-Juízes] de John Garstang, págs. 136, 137.) Se este foi o meio que Deus achou apropriado empregar, então tal represamento do rio, nos dias de Josué, foi miraculosamente “cronometrado e realizado, de modo a sincronizar-se com a travessia do Jordão no dia previamente anunciado por Jeová, por meio de Josué. — Jos. 3:5-13.

  • O que significa “nascer de novo”?
    Despertai! — 1977 | 22 de março
    • Qual É o Conceito da Bíblia

      O que significa “nascer de novo”?

      UM REQUISITO básico para se conseguir entrar no reino celeste é a pessoa “nascer de novo”. Disse Jesus Cristo ao regente judeu Nicodemos: “Digo-te em toda a verdade: A menos que alguém nasça de novo, não pode ver o reino de Deus.” (João 3:3) Mas, o que significa “nascer de novo”? Para respondermos a esta pergunta, temos de examinar o que mais Jesus indicou a Nicodemos.

      Relatando a palestra entre o Filho de Deus e Nicodemos, escreveu o apóstolo João: “Nicodemos disse-lhe: ‘Como pode um homem nascer, sendo velho? Será que pode entrar pela segunda vez na madre de sua mãe e nascer?’ Jesus respondeu: ‘Eu te digo em toda a verdade: A menos que alguém nasça de água e espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que tem nascido da carne é carne, e o que tem nascido do espírito é espírito. Não te maravilhes por eu te dizer: Vós tendes de nascer de novo. O vento sopra para onde quer, e ouves o som dele, mas não sabes donde vem e para onde vai. Assim é todo aquele que tem nascido do espírito.” — João 3:4-8.

      As palavras de Jesus indicam que um renascimento espiritual está envolvido e que tanto a água como o espírito desempenham um papel nisto. Mas, como é que uma pessoa ‘nasce de água e espírito’?

      A resposta a esta pergunta se torna clara quando consideramos a obra de João Batista. Em certa ocasião, Jesus Cristo declarou: “A Lei e os Profetas existiram até João. Dali em diante, o reino de Deus está sendo declarado como boas novas, e toda sorte de pessoa avança impetuosamente em direção dele.” (Luc. 16:16) Assim, a atividade de João Batista serviu como arranjo preparatório para os do seu próprio povo ficarem em posição de entrar no reino celeste.

      Apenas por agir em harmonia com o que João proclamou podia um judeu circunciso estar em posição de obter este maravilhoso privilégio. Conforme Jesus Cristo disse aos descrentes líderes religiosos do judaísmo: “Deveras, eu vos digo que os cobradores de impostos e as meretrizes entrarão na frente de vós no reino de Deus. Porque João veio a vós num caminho de justiça, mas vós não acreditastes nele. No entanto, os cobradores de impostos e as meretrizes acreditaram nele, e vós, embora vísseis isto, não o deplorastes depois, ao ponto de acreditardes nele.” — Mat. 21:31, 32.

      As meretrizes e os cobradores de impostos, por conseguinte, submeteram-se ao batismo em água feito por João. Naturalmente, o batismo em si não colocou as pessoas em posição de obter o reino celeste. Isto é patente do que João Batista disse a certos fariseus e saduceus que desejavam ser imersos: “Descendência de víboras, quem vos mostrou como fugir do vindouro furor? Produzi, pois, fruto próprio do arrependimento.” (Mat. 3:7, 8) Assim sendo, ‘nascer da água’ envolve o batismo em água, mas tal batismo tem de ser precedido pelo arrependimento e pela meia-volta dum proceder errado. Este é um dos essenciais para se ser membro no reino dos céus.

      Ainda outro batismo é indicado por a pessoa ‘nascer do espírito’. João Batista trouxe isto à atenção, afirmando: “Eu, da minha parte, batizo-vos com água, por causa do vosso arrependimento; mas o que vem depois de mim [o Cristo] é mais forte do que eu . . . Este vos batizará com espírito santo e com fogo.” — Mat. 3:11.

      No dia de Pentecostes de 33 E. C., cerca de 120 discípulos batizados de Jesus Cristo receberam tal batismo com espírito santo. Como prova visível desse batismo, obtiveram poder de falar em línguas estrangeiras. Explicando que Jesus Cristo era parcialmente responsável por isto, o apóstolo Pedro disse à multidão assombrada: “Visto que ele foi enaltecido à direita de Deus e recebeu do Pai o prometido espírito santo, derramou isto que vedes e ouvis.” — Atos 2:33.

      Por nascer assim do espírito, os discípulos se tornaram filhos, gerados pelo espírito, de Deus, com a perspectiva de vida celeste. São herdeiros do Reino junto com Jesus Cristo. Comentando isto em sua carta aos crentes em Roma, escreveu o apóstolo cristão, Paulo: “Recebestes um espírito de adoção, como filhos, espírito pelo qual clamamos: ‘Aba, Pai!’ O próprio espírito dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Então, se somos filhos, somos também herdeiros: deveras, herdeiros de Deus, mas co-herdeiros de Cristo.” — Rom. 8:15-17.

      Como Jesus disse a Nicodemos, as pessoas que ‘nascem do espírito’ são como o vento. Em que sentido? Isto se dá porque a Fonte original de sua geração pelo espírito é Jeová Deus. Isto não pode ser discernido pelos humanos em geral, assim como não conseguem ver o vento que sopra. Talvez ouçam o som do vento e possam observar seus efeitos. Similarmente, talvez notem os efeitos que o espírito de Deus exerce sobre os que ‘nascem de novo’. Mas, não podem avaliar plenamente a causa destes efeitos, nem compreendem a destinação celeste para onde se dirigem as pessoas geradas pelo espírito.

      O livro bíblico de Revelação fornece um número específico para os associados com Jesus Cristo na regência. Lemos: “Eis o Cordeiro [Jesus Cristo, que sofreu morte sacrificial como um cordeiro oferecido em sacrifício] em pé no Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que têm o nome dele e o nome de seu Pai escrito nas suas testas . . . Estes são os que estão seguindo o Cordeiro para onde quer que ele vá. Estes foram comprados dentre a humanidade [não apenas de uma nação de pessoas, como os israelitas] como primícias para Deus e para o Cordeiro.” — Rev. 14:1-4.

      Mas, que dizer do restante da humanidade? Precisam eles, como os 144.000, “nascer de novo”? Não, pois nem todos os que obtêm a aprovação de Deus se associam com Jesus Cristo na regência. A maioria serão súditos terrestres do reino de Deus por Cristo. Como tais, testemunharão o cumprimento de Revelação 21:4: “[Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” Visto que têm perspectivas terrestres, não são gerados pelo espírito de Deus. Tal geração serve para engendrar na pessoa a esperança celeste — esperança não partilhada pelos súditos terrestres do Reino. Todavia, o espírito de Deus opera sobre todos os seus servos, assim como operou sobre os homens e as mulheres fiéis dos tempos pré-cristãos. Habilita-os a refletir seu fruto na vida deles — ‘amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura e autodomínio’. — Gál. 5:22, 23.

      Assim, então, os únicos que ‘nascem de novo’ são as pessoas que se associarão com Jesus Cristo na regência celeste. Nascem tanto da água como do espírito, isto é, foram batizados em água e têm o testemunho do espírito de que foram adotados quais filhos de Deus. Sem nasceram assim da água e do espírito jamais poderiam esperar herdar o reino celeste.

  • Observando o Mundo
    Despertai! — 1977 | 22 de março
    • Observando o Mundo

      Potente Analgésico da Pituitária

      ◆ Potentíssimo opiáceo natural produzido pela glândula pituitária foi descoberto por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco. Chamado beta-endorfin, ”é pelo menos 20 a 40 vezes mais eficaz do que a morfina em aliviar a dor, quando injetado diretamente nos cérebros de ratos e camundongos, e de três a quatro vezes mais eficaz quando injetado de modo intravenoso”, segundo um anúncio sobre os testes feitos com animais vivos.

      Valor das Terras Agrícolas

      ◆ Farm Journal (Jornal Agrícola), de setembro de 1976, revelava que, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA, em 48 dos 50 estados naquela nação, as terras agrícolas tinham crescido 14 por cento em valor médio de março de 1975 a fevereiro de 1976. E os economistas esperavam que a tendência altista continuasse durante o ano passado. Na média nacional, as terras agrícolas dobraram de valor, estando avaliadas em US$ 421 bilhões (Cr$ 5.473 bilhões), ao passo que o ativo das 500 maiores indústrias daquela nação, segundo alistados em Fortune aumentara 6 por cento no ano de 1975, subindo para US$ 668 bilhões (Cr$ 8.684 bilhões).

      Só Para Pedestres

      ◆ Algumas cidades da América do Sul reservam certas ruas unicamente para pedestres. Por exemplo, Lima não permite que automóveis trafeguem pela Jirón de la Unión. Além de sua Calle Florida, de 12 quarteirões, para pedestres, Buenos Aires recentemente

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