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  • Dos túmulos para a ressurreição de vida
    A Sentinela — 1965 | 15 de julho
    • “RESSURREIÇÃO DE VIDA”

      31. (a) Como é que alguns comentaristas bíblicos têm pensado em João 5:28, 29? (b) Como foi que Jesus Cristo dividiu os que têm ressurreição?

      31 Jesus falou da saída dos túmulos memoriais como uma operação geral. No entanto, indica que tal ressurreição de todos levará a diferentes resultados para diferentes pessoas. Em João 5:28, 29, diz ele:“Todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão, os que fizeram boas coisas, para uma ressurreição de vida, os que praticaram coisas ruins, para uma ressurreição de julgamento.” Por isso, alguns comentaristas bíblicos têm imaginado se isto significa duas ressurreições nestes dois sentidos, das duas classes aqui indicadas.d Entretanto, Jesus Cristo não considera aqui a ressurreição e a divisão da mesma segundo a “primeira ressurreição” e a ressurreição de todos “os demais mortos”. Divide a humanidade apenas quanto ao resultado obtido pelos ressuscitados.

      32. A quem incluem os que fazem o bem, que ganham a “ressurreição de vida”?

      32 Em João 5:29, encontramos o único lugar na Bíblia em que aparece a expressão “ressurreição de vida”. Jesus disse que os que a usufruem são “os que fizeram boas coisas”. A quem incluem tais praticantes de boas obras? A Bíblia responde: Todos os ressuscitados que obtêm a vida eterna na vindoura e justa nova ordem de coisas de Deus, sob o seu Messias, sem considerar se tal vida é a vida imortal no céu, como co-herdeiros e juízes associados de Jesus Cristo, ou se é a vida em perfeição humana na terra, sob o reino do Messias de Deus.e Essa vida é obtida mediante Jesus Cristo.

      33, 34. (a) Será que a expressão “ressurreição de vida” em si mesma significa a entrada instantânea na perfeição da vida? (b) O que, porém, pode-se dizer da ressurreição de Cristo e de seus 144.000 co-herdeiros e do restante destes?

      33 A “ressurreição de vida” não significa, em si mesma, o despertamento da morte para a entrada instantânea na perfeição da vida quer no céu, como criaturas espirituais, quer na terra, como criaturas humanas. No caso dos 144.000 cristãos que se provam dignos de se tornarem associados de Jesus Cristo como juízes, reis e sacerdotes no céu, a sua ressurreição certamente significará o aperfeiçoamento instantâneo deles como filhos espirituais imortais e incorruptíveis de Deus. Quando o seu Líder, Jesus Cristo, foi ressuscitado, isto foi instantâneo aperfeiçoamento dele como o principal Filho espiritual de Deus. Como a sua, assim será a ressurreição de seus 144.000 co-herdeiros. (Rom. 6:5) Quando o apóstolo Paulo considera a ressurreição, fala dos fiéis cristãos que sobrevivem na terra até que o seu Senhor chegue, e que não precisam dormir na morte quando terminarem a sua carreira. terrestre, adormecendo até a sua volta. Em 1 Coríntios 15:49-54, Paulo escreve:

      34 “E assim como temos levado a imagem daquele feito de pó [o primeiro homem, Adão], levaremos também a imagem do celestial [Jesus Cristo]. No entanto, digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus, nem pode a corrupção herdar a incorrução. Eis que eu vos digo um segredo sagrado: Nem todos adormeceremos na morte, mas todos seremos mudados, num momento, num piscar de olhos, durante a última trombeta. Pois a trombeta soará, e os mortos serão levantados incorrutíveis, e nós seremos mudados. Pois isto que é corrutível tem de revestir-se de incorrupção e isto que é mortal tem de revestir-se de imortalidade. Mas, quando isto que é corrutível se revestir de incorrupção e isto que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: ‘A morte foi tragada para sempre’.”

      35. Será que os 144.000 são julgados antes de sua ressurreição para a perfeição instantânea, e o que indica 2 Coríntios 5:10?

      35 Visto que os 144.000 são ressuscitados para a perfeição instantânea da vida espiritual e celestial, será que isto significa que não são submetidos primeiro a julgamento? Não! Em 2 Coríntios 5:10, o apóstolo Paulo escreve à congregação dos fiéis seguidores de Cristo: “Pois todos nós temos de ser manifestados perante a cadeira de juiz do Cristo, para que cada um receba o seu prêmio pelas coisas feitas por intermédio do corpo, segundo as coisas que praticou, quer boas, quer ruins.” Assim, os co-herdeiros de Cristo estão agora sob julgamento.

      36. De conformidade com isso, que aviso dá 1 Pedro 4:17, 18 aos 144.000?

      36 É sobre isto que o apóstolo Pedro os avisa, em 1 Pedro 4:17, 18, dizendo: “Pois é o tempo designado para o julgamento principiar com a casa de Deus. Ora, se primeiro começa conosco, qual será o fim daqueles que não são obedientes às boas novas de Deus? ‘E se o justo está sendo salvo com dificuldade, onde aparecerá o ímpio e o pecador?’”

      37. Quando e onde têm os 144.000 de provar que são dos que “fizeram boas coisas”?

      37 Por conseguinte, antes de morrerem e gozarem da “ressurreição de vida” o Juiz tem de provar que se acham entre “os que fizeram boas coisas”. Visto que, na ressurreição, estes 144.000 co-herdeiros experimentam o aperfeiçoamento instantâneo da vida como criaturas espirituais no céu, têm de ser provados como sendo praticantes do bem nesta era, na carne. Isto tem de ser efetuado antes de chegarem a ser instantaneamente revestidos da imortalidade e incorruptibilidade no céu.

      OS OUTROS QUE FAZEM O BEM

      38. Com respeito aos ressuscitados com oportunidade de vida eterna na terra, o que determinará serem inscritos ou permanecerem inscritos no “rolo da vida”?

      38 O que dizer das pessoas que têm uma ressurreição terrestre, tendo a esperança de vida perfeita num paraíso terrestre sob o reino de Deus? Estas não precisam nem passam por uma transformação instantânea para a perfeição humana, ao serem despertas da morte nos túmulos memoriais. As obras determinarão se hão de ser escritas no rolo da vida ou se permanecerão ali inscritas, mas tais obras ainda não são todas coisas do passado. Quais serão as suas obras na terra durante o reinado milenar de Cristo? Além disso, há adiante delas todas a prova final, quando Satanás e seus demônios forem soltos do abismo, no fim dos mil anos. (Rev. 20:7-10) Naquele tempo futuro, será decisivamente estabelecido se são dos “que fizeram boas coisas” por permanecerem fiéis sob tal prova.

      39, 40. (a) O que terá de aprender essa “tão grande nuvem de testemunhas”, até mesmo incluindo João Batista? (b) O que se terá de provar essa “nuvem de testemunhas”, e de que provisão para os pecados terá de aproveitar-se?

      39 Tome-se, por exemplo, aquela “tão grande nuvem de testemunhas” dos tempos antigos, inclusive Abraão, Isaque e Jacó, Moisés, o Rei Davi, João Batista. Esperamos que estes sejam feitos “príncipes por toda a terra”. Terão muito que aprender, especialmente a respeito do Messias, Jesus, e que parte ele desempenha no propósito e nos arranjos de Deus. Terão que obter o entendimento disto e ser provados sobre esta informação que lhes será dada depois de sua ressurreição. João Batista foi decapitado cerca de dois anos antes de Jesus Cristo morrer e ser ressuscitado e ir de volta para o céu. Assim, João tem muito o que aprender e de ser provado depois de ser ressuscitado para a vida na terra. Até mesmo de sua cela de prisão, João Batista mandou perguntar a Jesus se este era o completo cumprimento do Messias ou se outra pessoa diferente havia de vir para completar os assuntos.

      40 Por conseguinte, até o fim do reinado milenar de Cristo, os membros daquela “tão grande nuvem de testemunhas” que terão “ressurreição melhor” precisarão provar-se praticantes de coisas boas. Nos tempos antigos, tinham apenas o benefício dos sacrifícios animais que realmente não podiam remover os pecados humanos; mas, depois de serem ressuscitados na terra, poderão aproveitar-se do sacrifício de resgate de Jesus e de seus serviços como Sumo Sacerdote de Deus para os pecadores humanos. A sua vida eterna depende disto.

      41. (a) A que classe pertence a “grande multidão” de Revelação 7:9-17? (b) Qual é a sua esperança de sobrevivência, e será que serão transformadas instantaneamente à perfeição humana?

      41 Em Revelação 7:9-17, “grande multidão” é descrita. Trata-se duma classe terrestre de pessoas. Não é uma classe gerada pelo espírito de Deus. Portanto, não é uma classe que tem destino celestial. Pertencem às “outras ovelhas” a quem o Pastor Excelente, Jesus Cristo, traz para o seu único aprisco de pessoas salvas, segundo o que disse em João 10:16. Todas as “outras ovelhas” hão de viver na “nova terra” sob o reino celeste de Deus. Mas, muitas pessoas da “grande multidão” da atualidade esperam sobreviver à guerra do Har-Magedon com que termina este sistema de coisas, assim como os filhos e as noras de Noé sobreviveram junto com Noé e sua esposa, na arca. Assim, esperam continuar vivendo, e entrar no novo sistema de coisas depois do Har-Magedon sem morrerem. Não serão transformadas instantaneamente em criaturas humanas perfeitas logo depois da guerra do Har-Magedon. Como classe, não atingirão a perfeição humana até o fim do reinado milenar de Cristo, com a ajuda de seu reino.

      42. Quando é que os da “grande multidão” que morrem antes da guerra do Har-Magedon alcançarão a perfeição humana e demonstrarão ser dos “que fizeram boas coisas”?

      42 Muitos desta “grande multidão” já morreram fiéis no serviço de Deus. Outros ainda morrerão antes da guerra do Har-Magedon. Portanto, precisarão ouvir a voz do glorificado Filho do homem e sair dos túmulos memoriais na ressurreição. Não serão levantados instantaneamente para a perfeição humana, assim como os sobreviventes terrestres da guerra do Har-Magedon não serão transformados, num instante, para a perfeição humana, logo que termine o Har-Magedon. Como tais sobreviventes terrestres do Har-Magedon, os que saírem dos túmulos memoriais não atingirão a perfeição humana até o fim do reinado milenar de Cristo. Daí, terão que enfrentar a soltura de Satanás e seus demônios, a fim de provar se continuarão a praticar coisas boas. Somente “os que fizeram coisas boas” apesar da breve soltura de Satanás é que obterão a vida eterna na terra.

      43. A quem incluem os mortos mencionados em Revelação 20:11-13?

      43 Com respeito aos mortos dentre a humanidade em geral, Revelação 20:11-13 diz que tanto o Hades como o mar darão os mortos que neles há. Tais mortos incluirão os fiéis profetas e as testemunhas desde Abel até João Batista, e também os da “grande multidão” dos dias atuais que morrerem antes do HarMagedon, e todos os demais que estiverem então, como Jesus disse, “nos túmulos memoriais”.

      44. Qual será então a questão quanto a eles, e, segundo o quê serão julgados?

      44 “Então, a pergunta é: Quem conseguirá que seu nome seja escrito ou manterá seu nome escrito no “rolo da vida”? Evidentemente, os que forem finalmente julgados como “os que fizeram coisas boas”. Para ser finalmente declarado tal, têm de harmonizar a sua vida aos “rolos” simbólicos de instrução divina que serão abertos durante o reinado milenar de Cristo. Precisarão de tais rolos abertos como guia para as suas ações durante o reinado de Cristo, porque é “segundo as suas ações” que serão julgadas as pessoas que estão de pé diante do “grande trono branco”. — Rev. 20:12.

      45. (a) Quando é que quaisquer dentre êles serão declarados judicialmente dos “que fizeram boas coisas”? (b) O que acontecerá com os que não foram achados inscritos no livro da vida?

      45 Quando lhes sobrevier a prova decisiva, pela soltura de Satanás e de seus demônios durante um pouco de tempo, no fim do reinado milenar de Cristo, terão de passar com fidelidade por esta prova. Pela primeira vez, depois de passarem esta prova final e decisiva, serão judicialmente declarados como sendo imutavelmente “os que fizeram coisas boas”. Os seus nomes serão achados ‘inscritos no livro da vida’. Sim, alguns serão achados inscritos no livro da vida, pois o que acontecerá aos que então não são achados inscritos nele é relatado em Revelação 20:15. Os que não se acham inscritos morrerão a “segunda morte”. Deste modo, será finalmente determinado quem, dentre as pessoas que saíram dos túmulos memoriais, são as que saíram para a “ressurreição de vida”.

  • Dos túmulos para a ressurreição de julgamento
    A Sentinela — 1965 | 15 de julho
    • Dos túmulos para a ressurreição de julgamento

      1. Quem são os que João 5:29 menciona como sendo “os que praticaram coisas ruins”?

      QUEM são aqueles a quem Jesus chamou, em João 5:29, de “os que praticaram coisas ruins” e que saem dos túmulos memoriais “para uma ressurreição de julgamento”? Evidentemente, estes são todos os que não provarem que a sua ressurreição é “ressurreição de vida”.

      2, 3. (a) Em João 5:29, será que a palavra “julgamento” concede duas oportunidades para os julgados? (b) A quem se dirige o julgamento, e o que, à luz de outras escrituras, indicaria isto quanto ao tipo de julgamento para eles?

      2 Na expressão de Jesus “ressurreição de julgamento”, será que a palavra “julgamento” significa a oportunidade de o juiz do tribunal decidir a favor da pessoa que é julgada? Não! “Julgamento” aqui não significa um julgamento com duas possibilidades, quer a de o juiz declarar inocente a pessoa e libertá-la, quer de o juiz condená-la e entregá-la para ser punida.a “Julgamento” significa o ato de julgar, o processo intelectual ou mental de formar opinião por considerar os fatos do caso, a decisão judicial dum caso no tribunal.b Tem de ser favorável ou desfavorável. Qual é o “julgamento” de que trata João 5:29?

      3 O próprio fato de que, em João 5:29, o julgamento se dirige para “os que praticaram coisas ruins” indica que é julgamento desfavorável, julgamento condenatório. A respeito das pessoas que agora praticam habitualmente coisas vis, disse Jesus: “Quem pratica coisas ruins odeia a luz e não se chega à luz, a fim de que as suas obras não sejam repreendidas. Mas, quem faz o que é verdadeiro se chega à luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas como tendo sido feitas em harmonia com Deus.” (João 3:20, 21) Em aviso para nós contra o ciúme e a contenda, Tiago 3:14-16 prossegue, dizendo: “Esta não é a sabedoria que desce de cima, mas é a terrena, animalesca, demoníaca. Porque, onde há ciúme e briga, ali há desordem e toda coisa ruim.” — Veja-se Tito 2:8.

      4. A que tipo de julgamento e de juízo se refere Judas 4, 14, 15 e Atos 7:7?

      4 Em vários versículos bíblicos, as palavras “julgar” e “julgamento” têm a força de condenar, condenação. Por exemplo, em Judas 4, 14, 15, que reza “É que se introduziram sorrateiramente certos homens que há muito têm sido designados pelas Escrituras para este julgamento, homens ímpios, que transformam a benignidade imerecida de nosso Deus numa desculpa para conduta desenfreada e que se mostram falsos para com o nosso único Dono e Senhor, Jesus Cristo.” “Eis que Jeová vem com as suas santas miríades, para executar o julgamento [krisis] contra todos e para declarar todos os ímpios culpados.” Atos 7:7 diz a respeito do Egito: ‘Eu hei de julgar aquela nação para a qual [os israelitas] trabalharão como escravos’, disse Deus, ‘e depois destas coisas sairão e me prestarão serviço sagrado neste lugar.’”

      5. Quando forem consideradas as designações, contra que tipo de julgamento deve ser protegido o homem recém-convertido?

      5 O apóstolo Paulo instruiu que se designasse “não homem recém-convertido, para que não venha a enfunar-se de orgulho e a cair no julgamento [krima] aplicado ao Diabo”. — 1 Tim. 3:6.

      6. Segundo Revelação 18:8, 20 e 19:2, que tipo de julgamento é aplicado à Babilônia, a Grande?

      6 O império mundial da falsa religião, simbolizado pela Babilônia, a Grande, não terá ressurreição de sua vindoura destruição. Assim, segundo a tradução literal da Bíblia do Dr. Robert Young, Revelação 18:8, 20 e 19:2 reza: “Com fogo ela será completamente queimada, porque forte é o Senhor Deus que a está julgando.” “Alegrai-vos por causa dela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas, porque Deus realmente julgou segundo o vosso julgamento sobre ela!” “Porque verdadeiros e justos são os Seus julgamentos, porque ele realmente julgou a grande prostituta que realmente corrompeu a terra em sua prostituição, e Ele realmente vingou o sangue de Seus servos às mãos dela.”

      7. Que tipo de julgamento é indicado em Jeremias 51:9, Salmo 9:19, Joel 3:12 e Obadias 21?

      7 Em hebraico, a palavra mishpát é usada no sentido de “causa ou base para condenação”. Jeremias 51:9 (ALA) diz a respeito de Babilônia: “O seu juízo chega até ao céu.” No Salmo 9:19 e em Joel 3:12, lemos a respeito de como as nações são julgadas desfavoravelmente. Obadias 21 (ALA) diz a respeito da impiedosa nação de Esaú ou Edom: “Salvadores hão de subir no monte Sião, para julgarem o monte de Esaú; e o reino será do SENHOR [Jeová].”

      8. Que tipo de juízo ou julgamento é mencionado em João 7:51 e Mateus 23:33?

      8 O governante judaico, Nicodemos, defendeu Jesus Cristo por meio das palavras: “Será que a nossa lei julga um homem sem que primeiro o tenha ouvido e venha a saber o que ele está fazendo?” (João 7:51) Em Mateus 23:33 Jesus diz aos escribas e fariseus judaicos: “Serpentes, descendência de víboras, como haveis de fugir do julgamento da Geena?” Se este julgamento é algo de que se deve fugir, como poderia tal julgamento (krisis) significar a oportunidade de escapar da Geena ou da destruição eterna? Não significa isso não!

      CONTRASTES, OPOSTOS

      9, 10. (a) Em João 5:29, o que faz Jesus entre as coisas ali mencionadas? (b) O que ele contrasta em João 3:17-19?

      9 Tenha presente também que, em João 5:29, Jesus Cristo está fazendo contrastes. Contrasta “os que fizeram coisas boas” com “os que praticaram coisas ruins”. De modo correspondente, contrasta a “ressurreição de vida” com a “ressurreição de julgamento”.

      10 Em outros lugares, Jesus faz o mesmo contraste entre a salvação (ou vida) e o julgamento. Por exemplo, depois de falar do grande amor de Deus pelo mundo da humanidade, Jesus disse: “Deus enviou seu Filho ao mundo, não para julgar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por intermédio dele. Quem nele exercer fé, não há de ser julgado. Quem não exercer fé, já foi julgado, porque não exerceu fé no nome do Filho unigênito de Deus. Agora, esta é a base para o julgamento [ou, esta é a krisis] : que a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais a escuridão do que a luz, porque as suas obras eram iníquas.” (João 3:17-19) Em tais versículos, todos os casos de julgar e de julgamento são em sentido condenatório. Todos são contrastados com a salvação para a vida eterna. — Compare-se João 12:47; Mateus 25:46.

      11, 12. (a) Em João 5:24, que coisas contrasta uma com a outra? (b) Em João 5:28, 29, que dois resultados opostos mostra Jesus para os que saírem dos túmulos memoriais?

      11 Em João 5:24, poucos versículos antes daqueles em que Jesus menciona a ressurreição dos mortos, ele faz o mesmo contraste entre a vida e o julgamento, dizendo: “Quem ouve a minha palavra e acredita naquele que me enviou tem vida eterna, e ele não entra em julgamento, mas tem passado da morte para a vida.” Por isso, em João 5:28, 29, Jesus mostra os dois resultados distintos e opostos da ressurreição geral ou da saída dos túmulos memoriais.

      12 Eles são (1) “vida” e (2) “julgamento”, isto é, julgamento condenatório, condenação; um julgamento para a punição por meio de completa perda de toda a vida em qualquer parte.

      13. (a) Que interpretação da palavra “julgamento” não é permitida por verdadeiro contraste entre “vida” e “julgamento”? (b) Portanto, então, a palavra “julgamento” significa aqui uma coisa de que tipo?

      13 Jesus não contrasta (1) “vida” e (2) “julgamento”, cujo resultado é incerto, quer a vida, se o ressuscitado se desviar da prática de coisas vis, quer a morte, se não se desviar de tal prática. Isto não seria verdadeiro contraste, pois a vida eterna seria então possível pela “ressurreição de julgamento”, bem como “ressurreição de vida”. E, visto que Jesus disse que “todos” sairiam e que todos sairiam para uma “ressurreição”, para a “ressurreição” de vida ou de julgamento, isso então se reduziria à salvação universal de “todos os que estão nos túmulos memoriais” que ouvem a voz de Jesus e que saem. Ao contrário disto, “julgamento” aqui não significa um julgamento divisível, mas um único julgamento com apenas uma só sentença cabível aos praticantes das coisas vis, a perda de toda a vida.

      14. (a) Visto que a palavra “julgamento” é usada apenas em relação com “os que praticaram coisas ruins”, será que isto significa que os que obtém a vida não passam por uma prova? (b) Visto que os 144.000 alcançam a instantânea perfeição no céu, quando é que têm seu período de julgamento?

      14 De acordo com isto, João 5:28, 29 indica duas classes gerais que se diferenciam uma da outra pelo resultado de seu proceder, depois de serem ressuscitadas. Em João 5:29, Jesus usa a palavra grega krisis apenas em relação com os que praticam coisas vis, mas isto não significa que aqueles que ganham a “ressurreição de vida” não passam por provação ou teste antes de realmente entrarem no gozo de sua vida eterna.c No caso dos 144.000 que se tornam juízes associados com Jesus Cristo no céu, têm instantânea admissão na vida espiritual imortal e perfeita, junto com Cristo. Mas, têm sido provados aqui na terra, pois, conforme 1 Pedro 4:17 diz, “é o tempo designado para o julgamento principiar com a casa de Deus. Ora, se primeiro começa conosco, qual será o fim daqueles que não são obedientes às boas novas de Deus?” Por conseguinte, quando morrem fiéis na carne, chega o fim do seu período de julgamento. No devido tempo de Deus, tomam parte na “primeira ressurreição” e então “sobre estes a segunda

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