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    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • Apêndice

      O Nome Distintivo de Jeová, Sua Soberania e Sua Divindade

      1A O Nome Divino nas Escrituras Hebraicas

      1B Mudanças Feitas Pelos Escribas, Que Envolvem o Nome Divino

      1C O Nome Divino em Antigas Versões Gregas

      1D O Nome Divino nas Escrituras Gregas Cristãs

      1E “Soberano Senhor” — Hebr.: ’Adho·naí

      1F “O [verdadeiro] Deus” — Hebr.: ha·’Elo·hím

      1G “O [verdadeiro] Deus” — Hebr.: ha·’Él

      1H “O [verdadeiro] Senhor” — Hebr.: ha·’A·dhóhn

      1J Títulos e Termos Descritivos Aplicados a Jeová

      Anotações dos Escribas Hebraicos

      2A Pontos Extraordinários — Puncta extraordinaria

      2B Emendas (Correções) dos Soferins — “Tiqqune Soferim”

      2C Mudanças Feitas Pelos Escribas, Que Envolvem o Nome Divino

      Informações Sobre as Línguas Bíblicas

      3A Transliterações do Hebraico e do Grego

      3B Prefixos e Sufixos Hebraicos

      3C Verbos Hebraicos Indicativos de Ação Contínua ou Progressiva

      Condição dos Vivos e dos Mortos

      4A “Alma” — A Criatura Vivente, Humana ou Animal; Vida Como Pessoa Inteligente; Outros Usos

      4B “Seol”, “Hades” — A Sepultura Comum da Humanidade; o Domínio da Sepultura

      4C “Geena” — Símbolo da Destruição Total

      4D “Tártaro”

      Esclarecimentos Bíblicos

      5A “Fornicação” — Toda Espécie de Relações Sexuais Ilícitas

      5B A Presença (Parusia) de Cristo

      5C “Estaca de Tortura”

      5D O Livramento Para Estar com Cristo

      Jeová e Jesus — Duas Pessoas Distintas

      6A Jesus — Semelhante a Deus; Divino

      6B ‘Três Que Dão Testemunho’

      6C Com o Sangue do Filho do Próprio Deus

      6D “Deus, Que É Sobre Todos”

      6E “Do Grande Deus e [do] Salvador de Nós, Cristo Jesus”

      6F Jesus — Existiu Antes de Abraão

      Informações Adicionais

      7A Cobras Reagem ao Som

      7B Perguntas de Repulsa Indicativas de Objeção

      7C Jesus Ressuscitado no Dia “Depois do Sábado”

      7D “Pacto” Usado no Antigo Sentido Hebraico

      7E As Expressões “O Antigo Testamento” e “O Novo Testamento”

      Tabelas de Conversão

      8A Dinheiro, Pesos, Medidas

      8B Os Meses Calendares da Bíblia

      Mapas e Plantas

      9A Território das TRIBOS DE ISRAEL

      9B MAPA PARA GÊNESIS — Área de Canaã

      9C O Tabernáculo, com Sua Planta Baixa

      9D O Templo no Tempo de Salomão, com Sua Planta Baixa

      9E Jerusalém nos Dias de Salomão, com Sua Planta Baixa

      9F O Templo Reconstruído por Herodes, com Sua Planta Baixa

      9G Jerusalém e Suas Muralhas Após o Exílio Babilônico

  • 1A O nome divino nas Escrituras Hebraicas
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1A O nome divino nas Escrituras Hebraicas

      Hebr.: יהוה (YHWH)

      “Jeová” (hebr.: יהוה, YHWH), o nome pessoal de Deus, ocorre pela primeira vez em Gên 2:4. O nome divino é um verbo, é a forma causativa, no imperfeito, do verbo hebraico הוה (ha·wáh, “vir a ser; tornar-se”). Portanto, o nome divino significa “Ele Causa que Venha a Ser”. Isto revela que Jeová é Aquele que, com ação progressiva, faz com que ele venha a ser o Cumpridor de promessas, Aquele que sempre leva seus propósitos à realização. Veja Gên 2:4 n.: “Jeová”; Ap. 3C. Compare isso com Êx 3:14 n.

      A maior indignidade que modernos tradutores causam ao Autor divino das Escrituras Sagradas é a eliminação ou o ocultamento deste seu peculiar nome pessoal. Na realidade, seu nome ocorre no texto hebraico 6.828 vezes como יהוה (YHWH ou JHVH [IHVH]), geralmente chamado de Tetragrama (que significa literalmente “de quatro letras”). Por usarmos o nome “Jeová”, apegamo-nos de perto aos textos da língua original e não seguimos a prática de substituir o nome divino, o Tetragrama, por títulos tais como “Senhor”, “o Senhor”, “Adonai” ou “Deus”.

      Hoje em dia, à parte de alguns poucos fragmentos da primitiva Septuaginta ou Versão dos Setenta grega, na qual se preserva o nome sagrado em hebraico, somente o texto hebraico reteve este nome de máxima importância na sua forma original de quatro letras, יהוה (YHWH), cuja pronúncia exata não foi preservada. Os textos atualmente em circulação da Septuaginta grega (LXX), da Pesito siríaca (Sy) e da Vulgata latina (Vg) substituem o nome ímpar de Deus pelo mero título de “Senhor”. — Veja Ap. 1C.

      O texto do Códice de Leningrado B 19A, que se encontra na URSS, usado para a Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS), apresenta os sinais vocálicos do Tetragrama para rezar Yehwáh, Yehwíh e várias vezes Yehowáh, como em Gên 3:14. A edição do texto hebraico feita por Ginsburg (Gins.) apresenta os sinais vocálicos em YHWH para rezar Yehowáh. Ao passo que muitos tradutores favorecem a pronúncia “Yahweh” ou “Javé”, a Tradução do Novo Mundo continua a usar a forma “Jeová”, por causa da familiaridade das pessoas com ela já por séculos. — Veja ad sob “Jeová”.

      O costume de substituir o nome divino por títulos, que surgiu entre os judeus, foi aplicado a cópias posteriores da Septuaginta grega, à Vulgata latina e a muitas outras traduções, antigas e modernas. Por isso declara A Greek-English Lexicon, de Liddell e Scott (LSJ), p. 1013: “‛ο Κύριος,=hebr.: Yahweh, LXX Ge. 11.5, al.” Também, o Greek Lexicon of the Roman and Byzantine Periods, de E. A. Sophocles, Cambridge, EUA, e Leipzig, 1914, p. 699, diz sob κύριος (Ký·ri·os): “Senhor, representativo de יהוה. Sept. passim [espalhado por toda ela].” Além disso, o Dictionnaire de la Bible, de F. Vigouroux, Paris, 1926, col. 223, diz que “a Septuaginta e a Vulgata contêm Κύριος e Dominus, ‘Senhor’, onde o original contém Jeová”. Sobre o nome divino, A Compendious Syriac Dictionary, editado por J. Payne Smith, Oxford, reimpressão de 1979, p. 298, diz que Mar·ya’, “na versão Pesito [siríaca] do A. T., representa o Tetragrama”.

      William Tyndale traduziu os primeiros cinco livros da Bíblia em 1530, nos quais o nome Jeová apareceu pela primeira vez em inglês. Ele escreveu “Iehouah” (em Gên 15:2; Êx 6:3; 15:3; 17:16; 23:17; 33:19; 34:23) e “Iehoua” (em De 3:24). Tyndale escreveu numa nota desta edição: “Iehovah é o nome de Deus . . . Ademais, cada vez que encontrardes SENHOR com letras maiúsculas (a menos que haja algum erro na impressão) é em hebraico Iehovah.” Disso surgiu entre tradutores a prática de usar o nome de Jeová apenas em uns poucos lugares, mas escrever “SENHOR” ou “DEUS” na maioria dos lugares onde em hebraico ocorre o Tetragrama. Esta prática foi adotada pelos tradutores da Versão Rei Jaime (em inglês) em 1611, na qual o nome Jeová ocorre apenas quatro vezes, a saber, em Êx 6:3; Sal 83:18; Is 12:2; 26:4.

      Além disso, Theological Wordbook of the Old Testament, Vol. 1, Chicago (1980), p. 13, diz: “Para evitar o risco de tomar o nome de Deus (YHWH) em vão, judeus devotos começaram a substituir o nome próprio pela palavra ’ădōnā(y). Embora os massoretas deixassem as quatro consoantes originais no texto, acrescentaram as vogais ē (em lugar de ă, por outros motivos) e ā para lembrar ao leitor de pronunciar ’ădōnā(y), sem consideração das consoantes. Esta particularidade ocorre mais de seis mil vezes na Bíblia hebraica. A maioria das traduções usam letras maiúsculas para constituir o título ‘SENHOR’. Exceções a isso são a ASV [American Standard Version (Versão Normal Americana)] e a Tradução do Novo Mundo, que usam ‘Jeová’, a [Bíblia] Amplified, que usa ‘Senhor’, e a BJ [A Bíblia de Jerusalém], que usa ‘Iahweh’. . . . Nos lugares onde ocorre ’ădōnā(y) yhwh, esta última palavra está marcada com os sinais das vogais de ’ēlōhim, e surgiram versões inglesas tais como ‘Senhor DEUS’ (ex. Amós 7:1).”

      O NOME DIVINO NAS ESCRITURAS HEBRAICAS (NM)

      A própria freqüência do aparecimento do nome atesta a sua importância para o autor da Bíblia, a quem pertence este nome. O Tetragrama ocorre 6.828 vezes no texto hebraico (BHK e BHS). Isto está confirmado pelo Theologisches Handwörterbuch zum Alten Testament, Vol. I, editado por E. Jenni e C. Westermann, 3.ª ed., Munique e Zurique, 1978, col. 703, 704. A Tradução do Novo Mundo verte o Tetragrama por “Jeová” em todas as ocorrências, exceto em Jz 19:18, cuja n. veja.

      Baseados nos textos da LXX, restabelecemos o Tetragrama em três lugares e o vertemos por “Jeová”, a saber, em De 30:16; 2Sa 15:20 e 2Cr 3:1, onde as notas na BHK dão יהוה.

      Segundo as notas da BHK e da BHS, em Is 34:16 e Za 6:8 deve-se ler o nome divino em vez do pronome possessivo da primeira pessoa singular “minha” ou “meu”. Restabelecemos o nome divino nestes dois lugares e o vertemos por “Jeová”.

      Para uma explicação dos 141 restabelecimentos adicionais do nome divino veja o Ap. 1B.

      O nome “Jeová” ocorre 6.973 vezes no texto das Escrituras Hebraicas da Tradução do Novo Mundo, inclusive em três nomes compostos (Gên 22:14; Êx 17:15; Jz 6:24) e em seis ocorrências nos cabeçalhos dos Salmos (7 cab; 18 cab [3 vezes]; 36 cab; 102 cab). Estas nove ocorrências estão incluídas nas 6.828 vezes na BHK e na BHS.

      “Jeová” nas E.H. da NM

      6.827 YHWH vertido por “Jeová”

      146 Restabelecimentos adicionais

      Total 6.973 “Jeová” em Gên-Mal

      A FORMA ABREVIADA DO NOME DIVINO

      A forma abreviada do nome divino ocorre 50 vezes no texto massorético como Yah, vertido por “Jah”. Segue-se a lista destas ocorrências: Êx 15:2; 17:16; Sal 68:4, 18; 77:11; 89:8; 94:7, 12; 102:18; 104:35; 105:45; 106:1, 48; 111:1; 112:1; 113:1, 9; 115:17, 18; 116:19; 117:2; 118:5, 14, 17, 18, 19; 122:4; 130:3; 135:1, 3, 4, 21; 146:1, 10; 147:1, 20; 148:1, 14; 149:1, 9; 150:1, 6; Cân 8:6; Is 12:2; 26:4; 38:11.

      Para um exame das 237 ocorrências de “Jeová” na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, veja o Ap. 1D.

  • 1B Mudanças feitas pelos escribas, que envolvem o nome divino
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1B Mudanças feitas pelos escribas, que envolvem o nome divino

      As 134 Mudanças

      Em 134 lugares, os soferins (escribas) judaicos alteraram o texto hebraico original de YHWH para ’Adho·naí. Gins.Mas, Vol. IV, p. 28, sec. 115, diz: “Vimos que em muitos destes cento e trinta e quatro casos, em que o atual texto recebido reza Adonaī em harmonia com esta Massorá, alguns dos melhores MSS. e primitivas edições têm o Tetragrama, e assim surge a pergunta sobre como se chegou a esta variação? Não se precisa ir longe para achar a explicação. Desde tempo imemorável, os cânones judaicos decretaram que o nome incomunicável devia ser pronunciado Adonaī, como se fosse escrito אדני [’Adho·naí] em vez de יהוה [YHWH]. Portanto, não havia nada mais natural do que os copistas substituírem o Tetragrama, que estavam proibidos de pronunciar, pela expressão que exibia essa pronúncia.”

      Segue-se uma lista destes 134 lugares, segundo Gins.Mas, Vol. I, pp. 25, 26, sec. 115:

      Gên 18:3, 27, 30, 31, 32; 19:18; 20:4; Êx 4:10, 13; 5:22; 15:17; 34:9; Núm 14:17; Jos 7:8; Jz 6:15; 13:8; 1Rs 3:10, 15; 22:6; 2Rs 7:6; 19:23; Esd 10:3; Ne 1:11; 4:14; Jó 28:28; Sal 2:4; 16:2; 22:30; 30:8; 35:17, 22, 23; 37:13; 38:9, 15, 22; 39:7; 40:17; 44:23; 51:15; 54:4; 55:9; 57:9; 59:11; 62:12; 66:18; 68:11, 17, 19, 22, 26, 32; 73:20; 77:2, 7; 78:65; 79:12; 86:3, 4, 5, 8, 9, 12, 15; 89:49, 50; 90:1, 17; 110:5; 130:2, 3, 6; Is 3:17, 18; 4:4; 6:1, 8, 11; 7:14, 20; 8:7; 9:8, 17; 10:12; 11:11; 21:6, 8, 16; 28:2; 29:13; 30:20; 37:24; 38:14, 16; 49:14; La 1:14, 15; 2:1, 2, 5, 7, 18, 19, 20; 3:31, 36, 37, 58; Ez 18:25, 29; 21:9; 33:17, 20; Da 1:2; 9:3, 4, 7, 9, 15, 16, 17, 19; Am 5:16; 7:7, 8; 9:1; Miq 1:2; Za 9:4; Mal 1:12, 14.

      Restabelecemos a versão original em 133 lugares e a traduzimos por “Jeová”. A única exceção é o Sal 68:26, onde a BHK e a BHS já têm o Tetragrama. — Veja Sal 68:26 n.: “Jeová”.

      Outras Oito Mudanças

      Segundo Gins.Int, pp. 368, 369, em alguns casos, os soferins judaicos substituíram o Tetragrama por ’Elo·hím. Restabelecemos a versão original em oito lugares e a traduzimos por “Jeová”, a saber, nos Sal 14:1, 2, 5; 53:1, 2, 4, 5, 6.

      De modo que restabelecemos o Tetragrama nos 141 lugares mencionados acima e o vertemos por “Jeová”.

  • 1C O nome divino em antigas versões gregas
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1C O nome divino em antigas versões gregas

      Nas últimas décadas foram descobertos muitos fragmentos de antigas versões gregas das Escrituras Hebraicas, nos quais constava o nome divino, usualmente escrito em letras hebraicas. Isto indica que o nome divino foi usado nas versões gregas até bem dentro do nono século EC. Apresentamos aqui dez manuscritos que contêm o nome divino, junto com informações pertinentes.

      (1) LXXP. Fºuad Inv. 266 verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos quadrados nos seguintes lugares: De 18:5, 7, 15, 16; 19:8, 14; 20:4, 13, 18; 21:1, 8; 23:5; 24:4, 9; 25:15, 16; 26:2, 7, 8, 14; 27:2, 3, 7, 10, 15; 28:1, 7, 8, 9, 13, 61, 62, 64, 65; 29:4, 10, 20, 29; 30:9, 20; 31:3, 26, 27, 29; 32:3, 6, 19. Portanto, nesta coleção, o Tetragrama ocorre 49 vezes nos lugares identificados em Deuteronômio. Além disso, nesta coleção, o Tetragrama ocorre três vezes em fragmentos não identificados, a saber, nos fragmentos 116, 117 e 123. Este papiro, encontrado no Egito, foi datado como do primeiro século AEC.

      Em 1944, um fragmento deste papiro foi publicado por W. G. Waddell no JTS, Vol. 45, pp. 158-161. Em 1948, no Cairo, Egito, dois missionários treinados em Gileade, da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, obtiveram fotografias de 18 fragmentos deste papiro e a permissão de publicá-las. Subseqüentemente, 12 destes fragmentos foram publicados na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, na edição em inglês de 1950, pp. 13, 14. Baseado nas fotografias nesta publicação, produziram-se os seguintes três estudos: (1) A. Vaccari, “Papiro Fuad, Inv. 266. Analisi critica dei Frammenti pubblicati in: ‘New World Translation of the Christian Greek Scriptures.’ Brooklyn (N. Y.) 1950 p. 13s.”, publicado em Studia Patristica, Vol. I, Parte I, editado por Kurt Aland e F. L. Cross, Berlim, 1957, pp. 339-342; (2) W. Baars, “Papyrus Fouad Inv. No. 266”, publicado na Nederlands Theologisch Tijdschrift, Vol. XIII, Wageningen, 1959, pp. 442446; (3) George Howard, “The Oldest Greek Text of Deuteronomy”, publicado no Hebrew Union College Annual, Vol. XLII, Cincinnati, 1971, pp. 125-131.

      Num comentário sobre este papiro, Paulo Kahle escreveu em Studia Evangelica, editado por Kurt Aland, F. L. Cross, Jean Danielou, Harald Riesenfeld e W. C. van Unnik, Berlim, 1959, p. 614: “Pedaços adicionais deste mesmo papiro foram reproduzidos duma fotografia do papiro pela Watch Tower Bible and Tract Society na introdução duma tradução em inglês do Novo Testamento, Brooklyn, Nova Iorque, 1950. Uma característica do papiro é o fato de o nome de Deus ser vertido pelo Tetragrama em letras hebraicas quadradas. Um exame dos fragmentos publicados deste papiro, empreendido a meu pedido por Pater Vaccari, resultou em ele concluir que o papiro, que deve ter sido escrito cerca de 400 anos antes do Códice B, contém talvez o mais perfeito texto de Deuteronômio na Septuaginta, que chegou às nossas mãos.”

      Publicou-se o total de 117 fragmentos de LXXP. Fºuad Inv. 266 em Études de Papyrologie, Vol. 9, Cairo, 1971, pp. 81-150, 227, 228. Uma edição fotográfica de todos os fragmentos deste papiro foi publicada por Zaki Aly e Ludwig Koenen, sob o título de Three Rolls of the Early Septuagint: Genesis and Deuteronomy, na série “Papyrologische Texte und Abhandlungen”, Vol. 27, Bonn, 1980.

      (2) LXXVTS 10a verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos antigos nos seguintes lugares: Jon 4:2; Miq 1:1, 3; 4:4, 5, 7; 5:4; Hab 2:14, 16, 20; 3:9; Sof 1:3, 14; 2:10; Za 1:3, 4; 3:5, 6, 7. Este rolo de couro, encontrado no deserto da Judéia, numa caverna em Naḥal Ḥever, foi datado como do fim do primeiro século EC. Os fragmentos deste rolo foram publicados em Supplements to Vetus Testamentum, Vol. X, Leiden, 1963, pp. 170-178.

      (3) LXXIEJ 12 verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos antigos em Jon 3:3. Este pedaço de pergaminho, encontrado no deserto da Judéia numa caverna em Naḥal Ḥever, foi datado como do fim do primeiro século EC. Foi publicado em Israel Exploration Journal, Vol. 12, 1962, p. 203.

      (4) LXXVTS 10b verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos antigos nos seguintes lugares: Za 8:20; 9:1, 4. Este rolo de pergaminho, encontrado no deserto da Judéia numa caverna em Naḥal Ḥever, foi datado como do meio do primeiro século EC. Foi publicado em Supplements to Vetus Testamentum, Vol. X, 1963, p. 178.

      (5) 4Q LXX Levb verte o nome divino em letras gregas (IAO) em Le 3:12; 4:27. Este manuscrito de papiro, encontrado na Caverna 4 de Qumran, foi datado como do primeiro século AEC. Um relatório preliminar sobre este manuscrito foi apresentado em Supplements to Vetus Testamentum, Vol. IV, 1957, p. 157.

      (6) LXXP. Oxy. VII.1007 verte o nome divino por um Iode duplo em Gên 2:8, 18. Esta folha de velino, datada como do terceiro século EC, foi publicada em The Oxyrhynchus Papyri, Parte VII, editado com traduções e notas de Arthur S. Hunt, Londres, 1910, pp. 1, 2.

      (7) AqBurkitt verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos antigos nos seguintes lugares: 1Rs 20:13, 14; 2Rs 23:12, 16, 21, 23, 25, 26, 27. Estes fragmentos do texto grego da versão de Áquila foram publicados por F. Crawford Burkitt na sua obra Fragments of the Books of Kings According to the Translation of Aquila, Cambridge, 1898, pp. 3-8. Estes fragmentos dum palimpsesto dos livros dos Reis foram encontrados na genizá da sinagoga de Cairo, Egito. Foram datados como do fim do quinto século ou do começo do sexto século EC.

      (8) AqTaylºr verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos antigos nos seguintes lugares: Sal 91:2, 9; 92:1, 4, 5, 8, 9; 96:7, 8, 9, 10, 13; 97:1, 5, 9, 10, 12; 102:15, 16, 19, 21; 103:1, 2, 6, 8. Estes fragmentos do texto grego da versão de Áquila foram publicados por C. Taylor na sua obra Hebrew-Greek Cairo Genizah Palimpsests, Cambridge, 1900, pp. 54-65. Estes fragmentos foram datados como depois do meio do quinto século EC, mas não posterior ao começo do sexto século EC.

      (9) SymP. Vindºb. G. 39777 verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos arcaicos nos seguintes lugares: Sal 69:13, 30, 31. Este fragmento dum rolo de pergaminho, com parte do Sal 69 na versão de Símaco (na LXX), conservado na Österreichische Nationalbibliothek, Viena, foi datado como do terceiro ou do quarto século EC. Foi publicado pelo Dr. Carl Wessely em Studien zur Palaeographie und Papyruskunde, Vol. XI, Leipzig, 1911, p. 171.

      Reproduzimos aqui o fragmento deste papiro que contém o nome divino.

      (10) Ambrosianae O 39 sup. verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos quadrados em todas as cinco colunas nos seguintes lugares: Sal 18:30, 31, 41, 46; 28:6, 7, 8; 29:1, 2, 3; 30:1, 2, 4, 7, 8, 10, 12; 31:1, 5, 6, 9, 21, 23, 24; 32:10, 11; 35:1, 22, 24, 27; 36:cab., 5; 46:7, 8, 11; 89:49 (nas colunas 1, 2 e 4), : 51, 52. Este códice, datado como do fim do nono século EC, tem cinco colunas. A primeira coluna contém uma transliteração do texto hebraico para o grego, a segunda coluna tem a versão grega de Áquila, a terceira coluna tem a versão grega de Símaco, a quarta coluna contém a LXX e a quinta coluna contém a versão grega de Quinta. Uma edição fac-símile deste palimpsesto, junto com uma transcrição do texto, foi publicada em Roma em 1958, por Giovanni Mercati, sob o título Psalterii Hexapli reliquiae . . . Pars prima. Codex rescriptus Bybliothecae Ambrosianae O 39 sup. phototypice expressus et transcriptus.

      Estes dez fragmentos de manuscritos indicam que os tradutores do texto hebraico para o grego usavam o nome divino onde ocorria no texto hebraico. Além disso, a ocorrência do Tetragrama em Za 9:4 corrobora a afirmação de que os soferins judaicos substituíram o Tetragrama por ’Adhon·aí (Soberano Senhor) no texto hebraico em 134 lugares. — Veja Ap. 1B.

      [Fotos na página 1502]

      LXXP. Fºuad Inv. 266, do primeiro século AEC, reteve o nome divino (יהוה) na tradução grega em De 32:3, 6.

      O Códice Alexandrino (A), do quinto século EC, substituiu o nome divino (יהוה) por formas abreviadas de Ký·ri·os na tradução grega em De 32:3, 6.

      O Códice de Alepo (Al), do décimo século EC, em hebraico, preservou o nome divino (יהוה) que aparecia no primitivo texto hebraico em De 32:3, 6.a

      a Tirado de The Aleppo Codex, editado por Moshe H. Goshen-Gottstein (Jerusalém: Magnes Press, 1976). Copyright © by Hebrew University Bible Project e reimpresso com a permissão deles.

  • 1D O nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1D O nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs

      “Jeová.” Hebr.: יהוה (YHWH ou JHVH [IHVH])

      À base de Ap. 1A e 1C evidencia-se que o Tetragrama em caracteres hebraicos (יהוה) foi usado tanto no texto hebraico como na Septuaginta grega. Portanto, quer Jesus e seus discípulos tenham lido as Escrituras em hebraico, quer em grego, deparavam com o nome divino. Na sinagoga de Nazaré, quando Jesus se levantou e aceitou o livro de Isaías, lendo 61:1, 2, onde se usa o Tetragrama, ele pronunciou o nome divino. Isto estava de acordo com a sua determinação de divulgar o nome de Jeová, conforme se pode ver na sua oração ao seu Pai: “Tenho feito manifesto o teu nome aos homens que me deste do mundo. . . . Eu lhes tenho dado a conhecer o teu nome e o hei de dar a conhecer.” — Jo 17:6, 26.

      Há evidência de que os discípulos de Jesus usaram o Tetragrama nos seus escritos. Jerônimo, na sua obra De viris inlustribus [A Respeito de Homens Ilustres], capítulo III, no quarto século, escreveu o seguinte: “Mateus, também chamado Levi, e que de publicano se tornou apóstolo, primeiro de tudo produziu um Evangelho de Cristo na Judéia, na língua e nos caracteres hebraicos, para o benefício dos da circuncisão que haviam crido. Não se tem suficiente certeza de quem o traduziu mais tarde para o grego. Ademais, o próprio em hebraico está preservado até hoje na biblioteca de Cesaréia, que o mártir Pânfilo ajuntou tão diligentemente. Os Nazarenos, que usam este volume, na cidade síria de Beréia, permitiram-me também copiá-lo.” (Tradução do texto latino editada por E. C. Richardson e publicado na série “Texte und Untersuchungen zur Geschichte der altchristlichen Literatur”, Vol. 14, Leipzig, 1896, pp. 8, 9.)

      Mateus fez mais de cem citações das inspiradas Escrituras Hebraicas. Onde estas citações incluíam o nome divino, ele se veria obrigado a incluir fielmente o Tetragrama na sua narrativa evangélica em hebraico. Quando o Evangelho de Mateus foi traduzido para o grego, o Tetragrama foi deixado sem tradução no texto grego, segundo o costume daquele tempo.

      Não só Mateus, mas todos os escritores das Escrituras Gregas Cristãs citaram versículos do texto hebraico ou então da Septuaginta, nos quais aparece o nome divino. Por exemplo, no discurso de Pedro, em At 3:22, faz-se uma citação de De 18:15, onde o Tetragrama aparece num fragmento de papiro da Septuaginta, datado como do primeiro século AEC. (Veja Ap. 1C sec. 1.) Pedro, como seguidor de Cristo, usou o nome de Deus, Jeová. Quando o discurso de Pedro foi assentado por escrito, usou-se ali o Tetragrama segundo o costume prevalecente durante o primeiro século AEC e o primeiro século EC.

      Em algum tempo durante o segundo ou o terceiro século EC, os escribas eliminaram o Tetragrama tanto da Septuaginta como das Escrituras Gregas Cristãs, e o substituíram por Ký·ri·os, “Senhor”, ou por The·ós, “Deus”.

      George Howard, da Universidade de Geórgia, EUA, escreveu na Journal of Biblical Literature, Vol. 96, 1977, p. 63, sobre o uso do Tetragrama nas Escrituras Gregas Cristãs: “Descobertas recentes no Egito e no Deserto da Judéia nos permitem ver em primeira mão o uso do nome de Deus nos tempos pré-cristãos. Essas descobertas são significativas para os estudos do N[ovo] T[estamento], visto que constituem uma analogia literária com os documentos cristãos mais primitivos e talvez expliquem como os autores do NT usavam o nome divino. Nas páginas que seguem apresentaremos uma teoria no sentido de que o nome divino, יהוה (e possivelmente abreviações dele), foi originalmente escrito no NT nas citações do A[ntigo] T[estamento] e nas alusões a ele, e que, no decorrer do tempo, ele foi substituído principalmente pelo representativo κς [abreviatura de Ký·ri·os, “Senhor”]. Esta eliminação do Tetragrama, a nosso ver, criou uma confusão na mente dos primitivos cristãos gentios sobre a relação entre o ‘Senhor Deus’ e o ‘Senhor Cristo’, que se reflete na tradição do MS do próprio texto do NT.”

      Concordamos com o acima, com esta exceção: Não consideramos este conceito como “teoria”, mas como apresentação dos fatos da história quanto à transmissão dos manuscritos bíblicos.

      O RESTABELECIMENTO DO NOME DIVINO

      No decorrer dos séculos fizeram-se muitas traduções hebraicas de partes das Escrituras Gregas Cristãs ou de todas elas. Tais traduções, indicadas nesta obra por um “J” junto com um número superior, restabeleceram o nome divino nas inspiradas Escrituras Gregas Cristãs em diversos lugares. Restabeleceram o nome divino não só quando se tratava de citações das Escrituras Hebraicas, mas também em outros lugares em que os textos exigiam tal restabelecimento.

      Para saber onde o nome divino fora substituído pelas palavras gregas Κύριος e Θεός, verificamos onde os inspirados escritores cristãos citaram versículos, passagens e expressões das Escrituras Hebraicas, e depois voltamos ao texto hebraico para ver se o nome divino aparecia ali. Assim determinamos a identidade a dar a Ký·ri·os e a The·ós, e a personalidade com que revesti-los.

      Para não ultrapassar os limites de tradutor para o campo da exegese, fomos muito cautelosos na tradução do nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs, sempre cuidadosos de tomar as Escrituras Hebraicas como fundo. Procuramos concordância das versões hebraicas para confirmar nossa tradução. Tal concordância das versões hebraicas foi encontrada em todos os 237 lugares onde o nome divino foi restabelecido nas Escrituras Gregas Cristãs.

      Segue-se a lista dos 237 lugares em que ocorre o nome “Jeová” no texto principal da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs. Em apoio desta maneira de tradução alistam-se diversas fontes pelos seus símbolos respectivos. Quanto à explanação dos símbolos (as referências “J”), veja a Introdução sob “Símbolos dos Textos Usados”.

      A seguinte lista indica também a palavra grega encontrada nestes lugares no texto grego de Westcott e Hort. Ký·ri·os, “Senhor”, e suas várias formas são indicadas por Ky. De modo similar, The·ós, “Deus”, e suas várias formas são indicadas por Th. O asterisco (*) que precede a qualquer destes símbolos indica que a palavra grega vem acompanhada pelo artigo definido no texto grego. O sinal de adição (*) que segue a citação do versículo indica que se encontra informação adicional numa nota sobre este versículo.

      MATEUS

      1:20* Ky; J3,4,7-14,16-18,22-24,28

      1:22 Ky; J1-4,7-14,16-18,22-24,26,28

      1:24 Ky; J1-4,7-14,16-18,22-24,28

      2:13 Ky; J1-4,6-14,16-18,22-24,28

      2:15 Ky; J1,3,4,6-14,16-18,22-24,28

      2:19 Ky; J1-4,6-14,16-18,22-24,28

      3:3 Ky; J1-4,7-14,16-18,20,22-24,26,28

      4:4 Th; J1-14,17,18,20,22,23

      4:7 Ky; J1-14,16-18,20,22-24,28

      4:10 Ky; J1-14,16-18,20,22-24,28

      5:33 *Ky; J1-4,7-14,16-18,22,23,28

      21:9 Ky; J1-14,16-18,20-24,28

      21:42 Ky; J1-4,7-14,16-18,20-24,28

      22:37 Ky; J1-14,16-18,20-24,28

      22:44 Ky; J1-14,16-18,20-24,28

      23:39 Ky; J1-14,16-18,21-24,28

      27:10 Ky; J1-4,7-14,16,17,22-24,28

      28:2 Ky; J1-4,7-13,16-18,22-24,28

      MARCOS

      1:3 Ky; J7-14,16-18,22-24,28

      5:19 *Ky; J7-10,17,18,22,28

      11:9 Ky; J7,8,10-14,16-18,21-24,28

      12:11 Ky; J7-14,16-18,21-24,28

      12:29 Ky; J7-14,16-18,20-24,27,28

      12:29 Ky; J7-14,16-18,20-24,28

      12:30 Ky; J7-14,16-18,21-24,28

      12:36 Ky; J7-14,16-18,21-24,28

      13:20 Ky; J7,8,10,13,16-18,22-24,28

      LUCAS

      1:6 *Ky; J7-17,23,28

      1:9 *Ky; J7-18,22,23,28

      1:11 Ky; J7-13,16-18,22-24,28

      1:15 Ky; J7,8,10-18,22,23,28

      1:16 Ky; J7-18,22-24,28

      1:17 Ky; J7-18,22-24,28

      1:25 Ky; J7-18,22,23,28

      1:28 *Ky; J5,7-18,22,23

      1:32 Ky; J5-18,22-24,28

      1:38 Ky; J5,7-18,22-24,28

      1:45 Ky; J5-18,22-24,28

      1:46 *Ky; J5-18,22,23,28

      1:58 Ky; J5-18,22-24

      1:66 Ky; J5-18,22-24,28

      1:68 Ky; J5-18,22-24,28

      1:76 Ky; J5-18,22-24,28

      2:9 Ky; J5,7-13,16,17,22-24

      2:9 Ky; J5,7,8,10-18,22-24,28

      2:15 *Ky; J5,7,8,10-18,22,23,28

      2:22 *Ky; J5-18,22,23,28

      2:23 Ky; J5-18,22-24,28

      2:23 *Ky; J5-18,22,23,28

      2:24 Ky; J5-18,22-24,28

      2:26 Ky; J5-18,22-24,28

      2:39 Ky; J5-18,22-24,28

      3:4 Ky; J7-15,17,18,22-24,28

      4:8 Ky; J7-18,22-24,28

      4:12 Ky; J7-18,22-24,28

      4:18 Ky; J7-15,20,23,24

      4:19 Ky; J7-18,20,22-24,28

      5:17 Ky; J7-18,22-24,28

      10:27 Ky; J5-18,21-24,28

      13:35 Ky; J7-18,21-24,28

      19:38 Ky; J7-18,21-24,28

      20:37 Ky; J9,11-18,21-24,27,28

      20:42 Ky; J7-18,21-24,28

      JOÃO

      1:23 Ky; J5-14,16-19,22-24,28

      6:45 Th; J7,8,10,14,17,19,20,22,23

      12:13 Ky; J7-14,16-19,21-24,28

      12:38 Ky; J12-14,16-18,22,23

      12:38 Ky; J7-14,16-20,22-24,28

      ATOS

      1:24 Ky; J7,8,10,22,23

      2:20 Ky; J7,8,10-18,20,22-24,28

      2:21 Ky; J7,8,10-18,20,22-24,28

      2:25 *Ky; J7,8,10-18,20,22,23,28

      2:34 Ky; J7,8,10-18,21-24,28

      2:39 Ky; J7,8,10,17,18,22-24

      2:47 *Ky; J7,8,10

      3:19 *Ky; J13-18,22,23,28

      3:22* Ky; J7,8,10-18,20,22-24,28

      4:26 *Ky; J7,8,10-18,20,22,23,28

      4:29 Ky; J7,8,10

      5:9 Ky; J7,8,10,13,15-18,22-24

      5:19 Ky; J7,8,10,13,15-18,22-24,28

      7:31 Ky; J11-18,22-24,28

      7:33 *Ky; J11-18,22,23,28

      7:49 Ky; J11-18,20,22-24,28

      7:60 Ky; J17,18,22,23

      8:22* *Ky; J18,22,23

      8:24* *Ky; J7,8,10,13,15-18,22,23

      8:25* *Ky; J7,8,10,17,18

      8:26 Ky; J7,8,10,13,15-18,22-24,28

      8:39 Ky; J13,15-18,22-24,28

      9:31 *Ky; J7,8,10,13,15,16,18,22

      10:33* *Ky; J17,18,23

      11:21 Ky; J7,8,10,13,15-18,22,23,28

      12:7 Ky; J7,8,10,13,15-18,22-24,28

      12:11 *Ky; J7,8,10,13,15,16,18,23,28

      12:17 *Ky; J7,8,10,28

      12:23 Ky; J7,8,10,13,15-18,22-24,28

      12:24* *Ky; J7,8,10,23

      13:2 *Ky; J7,8,10,13,15-18,22,23

      13:10 *Ky; 7,8,10,13,15-18,22,23,28

      13:11 Ky; J7,8,10,15-18,22-24,28

      13:12 *Ky; J7,8,10

      13:44* *Th; J17,22

      13:47 *Ky; J7,8,10,22,23

      13:48* *Th; J7,8,10,13,15-17,22,23

      13:49 *Ky; J7,8,10,13,15-18,22,23,28

      14:3 *Ky; J7,8,10,15-18,23

      14:23 *Ky; J7,8,10,13,15,16

      15:17 *Ky; J11-18,22,23,28

      15:17 Ky; J7,8,10-18,20,22-24,28

      15:35* *Ky; J17,18,22,23

      15:36* *Ky; J7,8,10,17,18,22,23

      15:40* *Ky; J17,18,22

      16:14 *Ky; J7,8,10,17,18,23

      16:15* *Ky; J7,8,10

      16:32* *Th; J7,8,10,17,18,22,23,28

      18:21 *Th; J17

      18:25 *Ky; J7,8,10,13,15,16,24

      19:20* *Ky; J7,8,10,13,15-18,23

      21:14 *Ky; J7,8,10,17,18,23

      ROMANOS

      4:3 *Th; J7,8,10,17,20,22

      4:8 Ky; J7,8,10-18,20,22-25

      9:28 Ky; J7,8,10,13,16,20,25

      9:29 Ky; J7,8,10-18,20,22-24,28

      10:13 Ky; J7,8,10,13-18,22-24,28

      10:16 Ky; J7,8,10,13-18,23

      11:3 Ky; J7,8,10-18,23,25

      11:34 Ky; J7,8,10,13-18,20,22-25,28

      12:11 *Ky; J7,8,10,13,16,18

      12:19 Ky; J7,8,10-18,22-24

      14:4* *Ky; J18,23

      14:6 Ky; J7,8,10,13,16,18,22,24

      14:6 Ky; J7,8,10,13,16,22,24

      14:8 *Ky; J7,8,10,13-16,18

      14:11 Ky; J7,8,10-18,22-25,28

      15:11 *Ky; J7,8,10-18,20,22,23,25,28

      1 CORÍNTIOS

      1:31 Ky; J7,8,10-14,16-18,22-24,28

      2:16 Ky; J13,14,16-18,22-24,28

      3:20 Ky; J7,8,10-14,16-18,20,22-24,28

      4:4 Ky; J7,8,10,17,18,23,24,28

      4:19 *Ky; J7,8,10,22,23,28

      7:17* *Ky; J28

      10:9* *Ky; J18,22,23

      10:21 Ky; J7,8,10,24

      10:22 *Ky; J7,8,10,14

      10:26 *Ky; J7,8,10,11,13,14,16-18,20,22,23,28

      11:32 *Ky; J13,16,18

      14:21 Ky; J7,8,10-14,16-18,22-24,28

      16:7 *Ky; J7,8,10,13,14,16-18,22,23

      16:10 Ky; J7,8,10,13,14,16-18,24,28

      2 CORÍNTIOS

      3:16 Ky; J7,8,13,14,16,22,24,28

      3:17 *Ky; J7,8,13,14,16,28

      3:17 Ky; J7,8,13,14,16,22,24,28

      3:18 Ky; J7,8,13,14,16,22,24,28

      6:17 Ky; J7,8,11-14,16-18,22-24,28

      6:18 Ky; J7,8,11-14,16-18,22-24,28

      8:21* Ky; J7,8,24

      10:17 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      10:18 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      GÁLATAS

      3:6 *Th; J7,8

      EFÉSIOS

      2:21 Ky; J7,8,13,16-18,22-24,28

      5:17* *Ky; J7,8

      5:19 *Ky; J7,8,13,16,23,28

      6:4 Ky; J7,8,22,24

      6:7 *Ky; J7,8

      6:8 Ky; J22,24

      COLOSSENSES

      1:10* *Ky; J7,8

      3:13* *Ky; J23

      3:16* *Th; J7,8,13,14,16,17

      3:22* *Ky; J18,22,28

      3:23 *Ky; J7,8,17,18,22,23

      3:24 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24

      1 TESSALONICENSES*

      1:8* *Ky; J7,8,17,18,22,23

      4:6 Ky; J7,8,17,18,22-24

      4:15 Ky; J7,8,17,18,24

      5:2 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24

      2 TESSALONICENSES

      2:2 *Ky; J18,22,23

      2:13* Ky; J13,16,24

      3:1 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23

      2 TIMÓTEO

      1:18 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24

      2:19 Ky; J7,8,13,14,16-18,20,22-24,28

      2:19 Ky; J18,22-24,28

      4:14 *Ky; J7,8,13,16-18,22,23

      HEBREUS

      2:13 *Th; J3,7,8,17,20,22

      7:21 Ky; J3,7,8,11-18,20,22-24,28

      8:2 *Ky; J7,8,13-16,18,22,23

      8:8 Ky; J3,7,8,11-18,20,22-24,28

      8:9 Ky; J3,7,8,11-18,20,22-24,28

      8:10 Ky; J3,7,8,11-18,20,22,24,28

      8:11 *Ky; J3,7,8,11-18,20,22,23,28

      10:16 Ky; J3,7,8,11-18,22-24,28

      10:30 Ky; J3,7,8,11-18,20,22-24,28

      12:5 Ky; J7,8,11-18,20,22-24,28

      12:6 Ky; J3,7,8,11-18,20,22-24,28

      13:6 Ky; J3,7,8,11-18,20,22-24

      TIAGO

      1:7 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      1:12* J7,8,13,16,17

      2:23 *Th; J14,17,20,22

      2:23 Th; J17

      3:9* *Ky; J18,23,28

      4:10 Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      4:15 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      5:4 Ky; J7,8,11-14,16-18,22-24,28

      5:10 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      5:11 Ky; J7,8,13,14,16,18,22-24,28

      5:11 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      5:14 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22

      5:15 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23

      1 PEDRO

      1:25* Ky; J7,8,13,14,16-18,20,22,23

      3:12 Ky; J7,8,11-14,16-18,20,22-24,28

      2 PEDRO

      2:9 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      2:11* Ky; J7,8,13,16-18,22-24

      3:8 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      3:9 Ky; J7,8,13,16-18,22-24,28

      3:10 Ky; J7,8,13,16-18,22-24,28

      3:12* *Th; J7,8,17

      JUDAS

      v. 5* Ky; J7,8,11-14,16-18,22,23

      v. 9* Ky; J7,8,11-14,16-18,22-24,28

      v. 14 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      REVELAÇÃO

      1:8 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      4:8 Ky; J7,8,11-14,16-18,22,24,28

      4:11 *Ky; J7,8,13,14,16,18,28

      11:17 Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      15:3 Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      15:4 Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      16: 7 Ky; J13,14,16-18,22,23,28

      18:8* Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      19:6 Ky; J7,8,13,14,16-18,22-24,28

      21:22 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22,23,28

      22:5 Ky; J7,8,11-14,16-18,22-24,28

      22:6 *Ky; J7,8,13,14,16-18,22,24,28

      Segue-se uma lista dos 72 lugares onde ocorre o nome “Jeová”, não no texto principal da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, mas apenas nas notas.

      Mt 22:32; Mr 11:10; Lu 1:2; 2:11, 29, 38; 4:4, 18; Jo 5:4; At 2:30; 7:30, 37; 10:22; 13:43, 50; 14:25; 19:23; 20:25; 22:17; 26:7; Ro 7:6; 10:17; 11:8; 1Co 7:17; 10:28; 11:23; Gál 2:6; 3:20; 5:10, 12; Fil 4:1, 4, 5, 10, 18; Col 3:15; 1Te 4:9, 16, 17; 5:27; 1Ti 2:2, 10; 3:16; 4:7, 8; 5:4, 8; 6:2, 3, 6, 11; 2Ti 1:16, 18; 2:14, 22, 24; Tit 2:12; He 4:3; 9:20; 10:30; 1Pe 2:13; 3:1, 15; 5:3; 2Pe 1:3; 2Jo 11; Re 11:1, 19; 16:5; 19:1, 2.

      “Jah”, a forma abreviada do nome divino, ocorre na expressão grega hal·le·lou·i·á, transliteração do hebraico ha·lelu·Yáh: “Louvai a Jah!” Re (4 vezes) 19:1, 3, 4, 6. — Veja Sal 104:35 n.

  • 1E “Soberano Senhor” hebr.: ’Adho·naí
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1E “Soberano Senhor” hebr.: ’Adho·naí

      A palavra hebraica ’Adho·naí, sem um sufixo adicional, sempre se refere a Jeová Deus, denotando seu soberano poder. Portanto, é apropriado vertê-la por “Soberano Senhor”. ’Adho·naí ocorre 439 vezes na BHK e na BHS. Restabelecemos a versão original em 133 lugares onde a versão original “Jeová” foi mudada pelos soferins para ’Adho·naí. (Veja Ap. 1B.) Portanto, isto reduz de 439 para 306 o número de lugares onde ocorre ’Adho·naí. Nestes 306 lugares, a Tradução do Novo Mundo verte ’Adho·naí por “Soberano Senhor”.

      A expressão ’Adho·naí Yehwíh, “Soberano Senhor Jeová”, encontra-se 285 vezes na BHK e na BHS, a saber, em Gên 15:2, 8; De 3:24; 9:26; Jos 7:7; Jz 6:22; 16:28; 2Sa 7:18, 19, 20, 22, 28, 29; 1Rs 2:26; 8:53; Sal 71:5, 16; 73:28; Is 7:7; 25:8; 28:16; 30:15; 40:10; 48:16; 49:22; 50:4, 5, 7, 9; 52:4; 56:8; 61:1, 11; 65:13, 15; Je 1:6; 2:22; 4:10; 7:20; 14:13; 32:17, 25; 44:26; Ez 2:4; 3:11, 27; 4:14; 5:5, 7, 8, 11; 6:3, 11; 7:2, 5; 8:1; 9:8; 11:7, 8, 13, 16, 17, 21; 12:10, 19, 23, 25, 28; 13:3, 8, 9, 13, 16, 18, 20; 14:4, 6, 11, 14, 16, 18, 20, 21, 23; 15:6, 8; 16:3, 8, 14, 19, 23, 30, 36, 43, 48, 59, 63; 17:3, 9, 16, 19, 22; 18:3, 9, 23, 30, 32; 20:3, 5, 27, 30, 31, 33, 36, 39, 40, 44, 47, 49; 21:7, 13, 24, 26, 28; 22:3, 12, 19, 28, 31; 23:22, 28, 32, 34, 35, 46, 49; 24:3, 6, 9, 14, 21, 24; 25:3, 3, 6, 8, 12, 13, 14, 15, 16; 26:3, 5, 7, 14, 15, 19, 21; 27:3; 28:2, 6, 10, 12, 22, 24, 25; 29:3, 8, 13, 16, 19, 20; 30:2, 6, 10, 13, 22; 31:10, 15, 18; 32:3, 8, 11, 14, 16, 31, 32; 33:11, 25, 27; 34:2, 8, 10, 11, 15, 17, 20, 30, 31; 35:3, 6, 11, 14; 36:2, 3, 4, 5, 6, 7, 13, 14, 15, 22, 23, 32, 33, 37; 37:3, 5, 9, 12, 19, 21; 38:3, 10, 14, 17, 18, 21; 39:1, 5, 8, 10, 13, 17, 20, 25, 29; 43:18, 19, 27; 44:6, 9, 12, 15, 27; 45:9, 15, 18; 46:1, 16; 47:13, 23; 48:29; Am 1:8; 3:7, 8, 11, 13; 4:2, 5; 5:3; 6:8; 7:1, 2, 4, 5, 6; 8:1, 3, 9, 11; 9:8; Ob 1; Miq 1:2; Sof 1:7; Za 9:14.

      A expressão Yehwíh ’Adho·naí, “Jeová, o Soberano Senhor”, é encontrada cinco vezes na BHK e na BHS, a saber, em Sal 68:20; 109:21; 140:7; 141:8; Hab 3:19.

      A expressão ’Adho·naí Yehwíh tseva·’óhth, “Soberano Senhor, Jeová dos exércitos”, é encontrada 16 vezes na BHK e na BHS, a saber, em Sal 69:6; Is 3:15; 10:23, 24; 22:5, 12, 14, 15; 28:22; Je 2:19; 46:10; 49:5; 50:25, 31; Am 9:5.

  • 1F “O [verdadeiro Deus” hebr.: ha·’Elo·hím
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1F “O [verdadeiro] Deus” hebr.: ha·’Elo·hím

      O título ’Elo·hím, quando precedido pelo artigo definido ha, forma a expressão ha·’Elo·hím. Esta expressão ocorre 376 vezes no M. Em 368 lugares refere-se ao verdadeiro Deus, Jeová, e em 8 lugares refere-se a outros deuses.

      ZorellHebr., p. 54, diz: “Nas Escrituras Sagradas, especialmente o único verdadeiro Deus, Javé, é designado por esta palavra: a) האלהים ὁ Θεός Gên 5:22; 6:9, 11; 17:18; 20:6; Êx 3:12; 19:17, e em diversos livros escritos em prosa; יהוה הוא האלהים ‘Javé é o [único verdadeiro] Deus’ De 4:35; 4:39; Jos 22:34; 2Sa 7:28; 1Rs 8:60 etc.” — Os colchetes e o grifo são dele.

      A Tradução do Novo Mundo verte ha·’Elo·hím por “o [verdadeiro] Deus” em todos menos três dos 368 lugares onde se refere a Jeová (veja 1Sa 4:8; 6:20). Segue-se a lista de 368 ocorrências de ha·’Elo·hím, referindo-se a Jeová: Gên 5:22, 24; 6:2, 4, 9, 11; 17:18; 20:6, 17; 22:1, 3, 9; 27:28; 31:11; 35:7; 41:25, 28, 32; 42:18; 44:16; 45:8; 48:15, 15; Êx 1:17, 21; 2:23; 3:1, 6, 11, 12, 13; 4:20, 27; 14:19; 17:9; 18:5, 12, 16, 19; 19:3, 17, 19; 20:20, 21; 21:6, 13; 22:8, 9; 24:11, 13; Núm 22:10; 23:27; De 4:35, 39; 7:9; 33:1; Jos 14:6; 22:34; 24:1; Jz 6:20, 36, 39; 7:14; 13:6, 8, 9; 16:28; 18:31; 20:2, 27; 21:2; 1Sa 4:4, 8, 13, 17, 18, 19, 21, 22; 5:1, 2, 10, 11; 6:20; 9:7, 8, 10; 10:3, 5, 7; 14:18, 36; 2Sa 2:27; 6:2, 3, 4, 6, 7, 12; 7:2, 28; 12:16; 14:17, 20; 15:24, 25, 29; 16:23; 19:27; 1Rs 8:60; 12:22; 13:4, 5, 6, 7, 8, 11, 12, 14, 21, 26, 29, 31; 17:18; 18:21, 24, 37, 39; 19:8; 20:28; 2Rs 1:9, 11, 12, 13; 4:7, 16, 21, 22, 25, 27, 40, 42; 5:8, 14, 15, 20; 6:6, 9, 10, 15; 7:2, 17, 18, 19; 8:2, 4, 7, 8, 11; 13:19; 19:15; 23:16, 17; 1Cr 5:22; 6:48, 49; 9:11, 13, 26, 27; 13:5, 6, 7, 8, 12, 14; 14:11, 14, 15, 16; 15:1, 2, 15, 24, 26; 16:1, 6, 42; 17:2, 21, 26; 21:7, 8, 15, 17; 22:1, 2, 19; 23:14, 28; 24:5; 25:5, 6; 26:20, 32; 28:3, 12, 21; 29:7; 2Cr 1:3, 4; 3:3; 4:11, 19; 5:1, 14; 7:5; 8:14; 9:23; 10:15; 11:2; 13:12, 15; 15:18; 18:5; 19:3; 22:12; 23:3, 9; 24:7, 9, 13, 16, 20, 27; 25:7, 8, 9, 20, 24; 26:5, 7; 28:24; 29:36; 30:12, 16, 19; 31:13, 14, 21; 32:16, 31; 33:7, 13; 35:8; 36:16, 18, 19; Esd 1:3, 4, 5; 2:68; 3:2, 8, 9; 6:22; 8:36; 10:1, 6, 9; Ne 4:15; 5:13; 6:10; 7:2; 8:6, 8, 16, 18; 9:7; 10:28, 29; 11:11, 16, 22; 12:24, 36, 40, 43; 13:1, 7, 9, 11; Jó 1:6; 2:1, 10; Sal 87:3; 90:cab.; Ec 2:24, 26; 3:11, 14, 15, 17, 18; 5:1, 2, 6, 7, 18, 19, 20; 6:2; 7:13, 14, 26, 29; 8:12, 15, 17; 9:1, 7; 11:5, 9; 12:7, 13, 14; Is 37:16; 45:18; Je 35:4; Ez 31:9; Da 1:2, 9, 17; 9:3, 11; Jon 1:6; 3:9, 10; 4:7.

      Nos seguintes oito lugares, ha·’elo·hím refere-se a outros deuses: Êx 18:11; 22:20; De 10:17; Jz 10:14; 2Cr 2:5; Sal 86:8; 136:2; Je 11:12.

  • 1G “O [verdadeiro] Deus” hebr.: ha·’Él
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1G “O [verdadeiro] Deus” hebr.: ha·’Él

      O título ’El, quando precedido pelo artigo definido ha, forma a expressão ha·’Él. Esta expressão ocorre 32 vezes no M, no singular, e sempre se refere ao verdadeiro Deus, Jeová. Gesenius’ Hebrew Grammar (GK), sec. 126 e, verte ha·’Elo·hím e ha·’Él por “o único verdadeiro Deus”.

      A Tradução do Novo Mundo verte ha·’Él por “o [verdadeiro] Deus” no texto principal ou nas notas em todos os 32 lugares onde ocorre no M, no singular, a saber, em Gên 31:13; 35:1, 3; 46:3; De 7:9; 10:17; 33:26; 2Sa 22:31, 33, 48; Ne 1:5; 9:32; Jó 13:8; 21:14; 22:17; 31:28; 33:6; 34:10, 37; 40:9; Sal 18:30, 32, 47; 57:2; 68:19, 20; 77:14; 85:8; Is 5:16; 42:5; Je 32:18; Da 9:4.

      O plural de ’el é ’e·lím. No M, ’e·lím ocorre uma vez precedido pelo artigo definido, a saber, em Êx 15:11, onde se refere a outros deuses.

  • 1H “O [verdadeiro] Senhor” hebr.: ha·’A·dhóhn
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1H “O [verdadeiro] Senhor” hebr.: ha·’A·dhóhn

      O título ’A·dhóhn, “Senhor; Amo”, quando precedido pelo artigo definido ha, “o”, forma a expressão ha·’A·dhóhn, “o [verdadeiro] Senhor”. No M, o uso do artigo definido ha antes do título ’A·dhóhn limita a aplicação deste título exclusivamente a Jeová Deus.

      No M, a expressão ha·’A·dhóhn ocorre nove vezes, a saber, em Êx 23:17; 34:23; Is 1:24; 3:1; 10:16, 33; 19:4; Miq 4:13; Mal 3:1.

      O plural de ’a·dhóhn é ’adho·ním. No M, a expressão ha·’adho·ním, “os senhores”, ocorre duas vezes, a saber, em De 10:17; Sal 136:3.

  • 1J Títulos e termos descritivos aplicados a Jeová
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1J Títulos e termos descritivos aplicados a Jeová

      ALTÍSSIMO. Hebr.: ‛El·yóhn. — De 32:8; Sal 9:2; 83:18.

      ANTIGO DE DIAS. Aram.: ‛At·tíq Yoh·mín, significando “Alguém Avançado [ou: Envelhecido] em Dias”. — Da 7:9, 13, 22.

      AQUELE QUE FEZ. Hebr.: ‛O·séh. (Sal 115:15; Je 10:12) O GRANDIOSO QUE FEZ. — Is 54:5.

      A ROCHA. Hebr.: hats·Tsúr. (De 32:4) Usado figurativamente para descrever as qualidades de Jeová como perfeito, justo, fiel, eqüitativo e reto; como pai (De 32:18); como baluarte (2Sa 22:32; Is 17:10); como altura protetora e refúgio (Sal 62:7; 94:22); como fonte da salvação. — De 32:15; Sal 95:1.

      CIUMENTO. Hebr.: Qan·ná’, significando “Insistente em Devoção Exclusiva”. — Êx 34:14; veja também Ez 5:13.

      CRIADOR. Hebr.: Boh·ré’. (Is 40:28; 42:5) GRANDIOSO CRIADOR. — Ec 12:1.

      DEUS. Hebr.: ’El, sem o artigo definido, provavelmente significando “Poderoso; Forte”. — Gên 14:18.

      DEUS. Hebr.: ’Elóh·ah, singular de ’Elo·hím, sem o artigo definido. Ocorre 41 vezes em Jó e 16 vezes nos outros livros. — Jó 3:4.

      DEUS. Hebr.: ’Elo·hím, sem o artigo definido. Em The American Journal of Semitic Languages and Literatures, Vol. XXI, Chicago e Nova Iorque, 1905, p. 208, Aaron Ember escreveu: “Que a linguagem do A[ntigo] T[estamento] renunciou inteiramente à idéia de pluralidade em אלהים [’Elo·hím] (conforme aplicado ao Deus de Israel) evidencia-se especialmente no fato de que é quase que invariavelmente construído com um predicado verbal no singular e tem atributo adjetival singular. . . . אלהים [’Elo·hím] deve ser antes explicado como plural intensivo, denotando grandiosidade e majestade, igual a O Grande Deus. Equipara-se aos plurais אדנים [’adho·ním, “amo”] e בעלים [be‛a·lím, “dono; senhor”], empregados com referência a seres humanos.” ’Elo·hím traz à atenção a força de Jeová como Criador e ocorre 35 vezes no relato da criação. — Gên 1:1-2:4.

      DEUS DA VERDADE. Hebr.: ’El ’eméth, indicando que Jeová é verdadeiro e fiel em todo o seu procedimento. — Sal 31:5.

      DEUS DOS DEUSES (SENHOR DOS SENHORES). — De 10:17; Da 2:47.

      DEUS FELIZ. Gr.: ma·ká·ri·os The·ós. — Veja 1Ti 1:11.

      DEUS QUE PERDURA INDEFINIDAMENTE. Hebr.: ’El ‛oh·lám. — Gên 21:33.

      DEUS SANTO. Hebr.: ’Elo·hím qedho·shím. — Jos 24:19.

      DEUS VIVENTE. Hebr.: ’Elo·hím, com o adjetivo hhai·yím no plural (De 5:26); ou com o adjetivo hhai no singular (Is 37:4, 17); gr.: The·ós zon. — Veja He 3:12.

      GRANDIOSO DEUS. Aram.: ’Eláh rav. — Da 2:45.

      INSTRUTOR. Hebr.: Moh·réh. (Jó 36:22) GRANDIOSO INSTRUTOR. — Is 30:20.

      JEOVÁ DEUS. — Gên 2:4. Veja Ap. 1A.

      JEOVÁ DOS EXÉRCITOS. Esta expressão, com pequenas variações, ocorre 283 vezes no M. Ocorre também duas vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, onde Paulo e Tiago citam profecias das Escrituras Hebraicas ou aludem a elas. (Veja Ro 9:29; Tg 5:4.) A expressão “Jeová dos exércitos” indica o poder exercido pelo Governante do universo, que tem sob seu comando enormes forças de criaturas espirituais. — Sal 103:20, 21; 148:2; Is 1:24; Je 32:17, 18. Veja Ap. 1E.

      MAJESTADE. Gr.: Me·ga·lo·sý·ne, denotando sua posição excelsa, superior. (Veja He 1:3; 8:1.) MAJESTOSO. Hebr.: ’Ad·dír. — Is 33:21.

      MOSTRAREI SER O QUE EU MOSTRAR SER. — Veja Êx 3:14 n.

      O [VERDADEIRO] DEUS. Hebr.: ha·’Elo·hím. — Veja Ap. 1F.

      O [VERDADEIRO] DEUS. Hebr.: ha·’Él. — Veja Ap. 1G.

      O [VERDADEIRO] SENHOR. Hebr.: ha·’A·dhóhn. Veja Ap. 1H.

      PAI. Hebr.: ’Av; gr.: Pa·tér; lat.: Pá·ter; como Criador (Is 64:8); como dador da vida eterna a todos os que exercem fé. (Jo 5:21) A expressão “Santo Pai” é usada exclusivamente com referência a Jeová. — Jo 17:11. Veja Mt 23:9.

      PASTOR. — Sal 23:1; 1Pe 2:25.

      REI DA ETERNIDADE. Gr.: Ba·si·leús ton ai·ó·non. — Veja 1Ti 1:17.

      REI DAS NAÇÕES. Hebr.: Mé·lekh hag·goh·yím. — Je 10:7.

      SALVADOR. Hebr.: Moh·shí·a‛ (Is 43:11; 45:21); gr.: So·tér. — Veja Lu 1:47.

      SANTÍSSIMO. Hebr.: Qedho·shím, plural para denotar excelência e majestade. — Pr 30:3.

      SANTO, SANTO, SANTO. Hebr.: qa·dhóhsh, qa·dhóhsh, qa·dhóhsh. Esta expressão, conforme aplicada a Jeová, inclui santidade, limpeza, pureza e a qualidade sacra num grau superlativo. — Is 6:3; Re 4:8.

      SOBERANO SENHOR. — Gên 15:2; Lu 2:29. Veja Ap. 1E.

      SUPERINTENDENTE DAS VOSSAS ALMAS. — 1Pe 2:25.

      SUPREMO. Aram.: ‛El·yoh·nín. — Da 7:18, 22, 27.

      TODO-PODEROSO. Hebr.: Shad·daí, plural para denotar excelência, ocorre 41 vezes e foi traduzido por “Todo-poderoso” ou “o Todo-poderoso”. (Gên 49:25; Sal 68:14) A palavra correspondente nas Escrituras Gregas Cristãs é Pan·to·krá·tor e significa “Todo-poderoso” ou “Governante de Todos; Aquele Que Tem Todo o Poder”. (2Co 6:18; Re 15:3) A expressão ’El Shad·daí, “Deus Todo-poderoso”, ocorre sete vezes no M e indica que Jeová tem poder irresistível. — Gên 17:1; Êx 6:3.

  • 2A Pontos extraordinários — Puncta extraordinaria
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 2A Pontos extraordinários — Puncta extraordinaria

      Em 15 passagens no M, certas palavras estão assinaladas ou marcadas com pontos. Alguns manuscritos hebraicos ostentam traços verticais ou horizontais em lugar de pontos ou puncta. Os 15 lugares em que ocorrem os pontos extraordinários são: Gên 16:5; 18:9; 19:33; 33:4; 37:12; Núm 3:39; 9:10; 21:30; 29:15; De 29:29; 2Sa 19:19; Sal 27:13; Is 44:9; Ez 41:20; 46:22. Veja as nossas notas para mais informações sobre estas passagens.

      O significado exato desses pontos é questão em disputa. Alguns os consideram como sinais de rasuras. Outros acham que os pontos indicam que as palavras assim assinaladas não se encontram em alguns dos manuscritos cotejados, de modo que a versão é duvidosa. Mais outros acham que os pontos são simples artifícios para ajudar o leitor a se lembrar de alguma explanação que os antigos hebreus relacionavam com essas palavras. Há também alguns que argumentam que os pontos tinham por fim prevenir contra a omissão, por parte dos copistas, de elementos do texto hebraico que, à primeira vista ou depois de uma comparação com passagens paralelas das Escrituras, parecem supérfluos.

      A respeito dos pontos extraordinários, Gins.Int, pp. 320, 321, diz: “Vê-se assim que os pontos eram considerados pelas antigas autoridades como assinalando letras e palavras postas em dúvida como espúrias, e que o Profeta Elias, que deve solucionar todas as dúvidas e dificuldades, fará a sua decisão sobre elas quando aparecer. A prática de usar pontos para assinalar palavras como espúrias não se restringia àqueles dias. Posteriormente, os escribas continuaram a seguir o exemplo dos antigos soferins, como o estudante dos MSS. hebraicos pode verificar.”

  • 2B Emendas (correções) dos soferins — “Tiqqune soferim”
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 2B Emendas (correções) dos soferins — “Tiqqune soferim”

      Dezoito Emendas dos Soferins

      Na margem de certos manuscritos hebraicos do texto massorético encontram-se anotações que rezam: “Esta é uma das dezoito emendas dos soferins”, ou expressões similares. Estas emendas (correções) foram feitas com boas intenções, porque a passagem original parecia mostrar quer irreverência para com Deus, quer desrespeito pelos seus representantes terrestres. Segue aqui uma lista das Dezoito Emendas dos soferins, segundo Gins.Int, pp. 347-363: Gên 18:22; Núm 11:15; 12:12; 1Sa 3:13; 2Sa 16:12; 20:1; 1Rs 12:16; 2Cr 10:16; Jó 7:20; 32:3; Sal 106:20; Je 2:11; La 3:20; Ez 8:17; Os 4:7; Hab 1:12; Za 2:8; Mal 1:13.

      Outras Emendas dos Soferins

      Segundo Gins.Int, pp. 362, 363, o Códice de S. Petersburgo, de 916 EC, registra mais duas alterações feitas pelos soferins, a saber, em Mal 1:12; 3:9. Nestes dois lugares restabelecemos o texto segundo a versão original. Nossas notas indicam a versão original, bem como a versão conforme aparece no M.

      Emendas no Texto, mas não Registradas nas Notas Massoréticas

      De acordo com Gins.Int, p. 363, há “umas poucas passagens nas quais os redatores autorizados do texto introduziram mudanças, as quais, porém, não são expressamente mencionadas nas Listas oficiais. Os principais casos entre elas são os em que a versão original descrevia blasfêmia ou maldição lançada contra Deus. Tais frases profanas foram consideradas ofensivas para os ouvidos dos adoradores devot[ad]os quando se liam as Escrituras publicamente perante a congregação”. Restabelecemos no texto a versão original nos seguintes sete lugares: 2Sa 12:14; 1Rs 21:10, 13; Jó 1:5, 11; 2:5, 9. Nossas notas indicam a versão original, bem como a versão conforme aparece no M.

  • 2C Mudanças feitas pelos escribas, que envolvem o nome divino
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 2C Mudanças feitas pelos escribas, que envolvem o nome divino

      Veja o Apêndice 1B.

  • 3A Transliterações do hebraico e do grego 3A
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 3A Transliterações do hebraico e do grego

      A transliteração refere-se à substituição dos caracteres da escrita de uma língua pelos da escrita de outra língua, para possibilitar a pronúncia. Isto se chama também de romanização. — Veja Ajuda ao Entendimento da Bíblia (ad) sob os verbetes “Hebraico” e “Grego”.

      HEBRAICO — Tabela de Transliterações

      Escreve-se o hebraico da direita para a esquerda, mas, para os leitores do português, o hebraico é transliterado para ser lido da esquerda para a direita. Alistamos abaixo a escrita hebraica e algumas das regras gerais seguidas nesta Bíblia com Referências.

      Caráter

      Consoantes

      Equivalente

      א

      ʼÁ·lef = álefe

      ʼ

      בּ

      Behth = bete

      b

      ב

       

      v

      גּ

      Gí·mel = guímel

      g

      ג

       

      gh

      דּ

      Dá·leth = dálete

      d

      ד

       

      dh

      ה

      Heʼ = hê

      h

      ו

      Waw = vau

      w

      ז

      Zá·yin = zaine

      z

      ח

      Hhehth = hete

      ch

      ט

      Tehth = tete

      t

      י

      Yohdh = iode

      y

      כּ

      Kaf = cafe

      k

      כ Final: ך

       

      kh

      ל

      Lá·medh = lâmede

      l

      מ Final: ם

      Mem = meme

      m

      נ Final: ן

      Nun = nune

      n

      ס

      Sá·mekh = sâmeque

      s

      ע

      ʼÁ·yin = aine

      ʽ

      פּ

      Peʼ = pê

      p

      פ Final: ף

       

      ph

      צ Final: ץ

      Tsa·dhéh = tsadê

      ts

      ק

      Qohf = cofe

      q

      ר

      Rehsh = rexe

      r

      שׂ

      Sin = sim

      s

      שׁ

      Shin = chim

      sh

      תּ

      Taw = tau

      t

      ת

       

      th

      Vogais plenas

      ָ (longa)

      Qá·mets

      a como em cal

      ַ

      Pá·thahh

      a como em pa

      ֵ (longa)

      Tsé·reh

      e como em vê

      ֶ

      Sé·ghohl

      e como em pé

      ִ

      Hhí·req

      i como em rio

      ֹ (long)

      Hhóh·lem

      o como em pôr

      ָ

      Qá·mets Hha·túf

      o como em pó

      ֻ

      Qib·búts

      u como em susto

      ִ

      Shú·req

      u como em lua

      Semivogais

      ְ

      Shewáʼ

      e indistinto, como em sete; ou silencioso, não pronunciado

      ֲ

      Hha·téf Pá·thahh

      a pronunciado como é

      ֱ

      Hha·téf Sé·ghohl

      a pronunciado como e em letra

      ֳ

      hha·téf Qá·mets

      o como em lote

      Combinações Especiais

      י ָ = ai

      י ִ = i

      י ַ = ai

      וֹ = o

      י ֵ = ê

      וּ = u

      י ֶ = ei

      יו ָ = av

      A RESPEITO DAS VOGAIS: Todas as vogais nesta tabela aparecem abaixo da linha, exceto Hhóh·lem (), que é colocada acima dela, e shú·req (·), que aparece no interior do Waw [vau] (וּ = u). O sinal vocálico ( ָ) é usado para representar tanto o Qá·mets, “a”, como o Qá·mets Hha·túf, “o”. Se o sinal vocálico ( ָ) ocorrer numa sílaba fechada, não-acentuada, a vogal terá de ser breve e pronunciada como o em pó. O sinal vocálico ( ָ) é pronunciado “o” quando seguido pelo Shewá’ silencioso (ex.: חָכְמָה, hhokh·máh); também quando seguido por um Daghesh Forte (o ponto de duplicação no centro da consoante), mas ainda assim não acentuado (ex.: חָנֵּנִי, hhon·né·ni); ou quando seguido por um Maqqef (similar a um hífen elevado em português), que tem o efeito de delir qualquer acento que o preceda (ex.: כָּל־אֲשֶּׁר, kol-’ashér). Se for seguido por um Ha·téf Qá·mets, então a vogal também é breve e é pronunciada “o”.

      No entanto, se o sinal vocálico ( ָ) ocorrer numa sílaba aberta (ex.: יָקוּם, ya·qúm) ou numa sílaba que, embora fechada, seja acentuada (ex.: לָֽמָּה, lám·mah), então é um a como em cal. Note também que um Metheg (um curto traço vertical, que serve como uma espécie de meio acento) colocado à esquerda dum Qá·mets deixa a sílaba aberta e faz com que o Shewá’ seja pronunciado (ex.: אָֽכְלָה, ’a·kheláh).

      A RESPEITO DAS SEMIVOGAIS: Os equivalentes em português, conforme indicados acima, são apenas meras aproximações. A pronúncia hebraica destas semivogais, em cada caso, é com um som extremamente leve.

      O Shewá’ é pronunciado e é transliterado como e (ex.: קְטֹל, qetól) quando está sob uma consoante no início duma sílaba; quando está sob uma consoante que segue uma sílaba aberta identificada por um Metheg (ex.: קָֽטְלָה, qa·teláh); quando ocorre depois duma vogal longa (ex.: שׁוֹמְרִים, shoh·merím); quando um Shewá’ segue outro no meio duma palavra, o primeiro não é pronunciado e o segundo é (ex.: יִקְטְלוּ, yiq·telú); ou quando ocorre sob uma consoante dupla (ex.: קִטְּלוּ, qit·telú). Entretanto, quando o Shewá’ segue a uma vogal curta ou quando aparece sob uma consoante que termina uma sílaba, então não é pronunciado e é considerado como divisor silábico (ex.: יִקְטֹל, yiq·tól).

      GREGO — Tabela de Transliterações

      Letra

      Nome

      Transliteração e Pronúnciaa

      Α α

      Ál·fa = alfa

      a

      Β β

      Bé·ta = beta

      b

      Γ γ

      Gám·ma = gama

      g, duro, como em guerrab

      Δ δ

      Dél·ta = delta

      d

      Ε ε

      É·psi·lon = epsilo

      e, breve

      Ζ ζ

      Zé·ta = dzeta

      z

      Η η

      É·ta = eta

      e, longo

      Θ θ

      Thé·ta = teta

      th, como “think”  em inglês

      Ι ι

      I·ó·ta = iota

      i

      Κ κ

      Káp·pa = capa

      k

      Λ λ

      Lám·bda = lambda

      l

      Μ μ

      My = mu

      m

      Ν ν

      Ny = nu

      n

      Ξ ξ

      Xi = csi

      x (cs, ks)

      Ο ο

      Ó·mi·kron = ômicron

      o, breve

      Π π

      Pi = pi

      p

      Ρ ρ

      Rho = rô

      r

      Σ σ, ςc

      Síg·ma = sigma

      s

      Τ τ

      Tau = tau

      t

      Υ υ

      Ý·psi·lon = ípsilon

      y ou u,d u francês ou ü alemão

      Φ φ

      Fi = fi

      f (ph latino)

      Χ χ

      Khi = ki, qui

      k (aspirado, kh)

      Ψ ψ

      Psi = psi

      ps

      Ω ω

      O·mé·ga = ômega

      o, longo

      a Esta pronúncia difere da do grego moderno.

      b É nasal antes de κ, ξ, χ ou outro γ, e é pronunciado como n em nunca.

      c Usado apenas no fim duma palavra quando ocorre Síg·ma.

      d Ý·psi·lon é u quando é a segunda letra dum ditongo.

  • 3B Prefixos e sufixos hebraicos 3B
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 3B Prefixos e sufixos hebraicos

      Uma característica do hebraico é seu uso de prefixos e de sufixos para formar palavras compostas. Por exemplo, betsal·mé·nu, “à nossa imagem”, ocorre em Gên 1:26. A palavra hebraica para “imagem” é precedida pelo prefixo be, literalmente “em”, e seguida pelo sufixo é·nu, “nossa”, produzindo assim a expressão composta “em (ou: à) nossa imagem”.

      Nas notas ao pé das páginas encontrará muitos prefixos (incluindo conjunções e artigos) e sufixos ligados a palavras hebraicas básicas. Seguem-se alguns dos mais comuns encontrados nas notas desta Bíblia com Referências.

      PREFIXOS no hebraico (pequenos elementos vocabulares acrescentados antes da palavra hebraica básica)

      ha, he, ho

      = (o artigo definido, ou às vezes a partícula que indica uma pergunta)

      we, u

      = e, mas, também (conjuntivo, conectivo)

      be, ve

      = em, adentro, por, com

      ke, khe

      = como, igual a, conforme

      le

      = a, para, junto a, de, contra

      me

      = desde, da parte de, de

      SUFIXOS no hebraico (pequenos elementos vocabulares acrescentados no fim da palavra hebraica básica)

      Acrescentados a palavras no singulara

      —-i

      = meu, minhab

      —-(e)kha

      = teu, tua (hebr. masc. sing.)

      —-ekh

      = teu, tua (hebr. fem. sing.)

      —-oh

      = (o, a) dele

      —-ah

      = (o, a) dela

      —-é·nu

      = nosso, nossa

      —-(e)khem

      = vosso, vossa (hebr. masc. pl.)

      —-(e)khen

      = vosso, vossa (hebr. fem. pl.)

      —-am

      = (o, a) deles

      —-an

      = (o, a) delas

      Acrescentados a palavras no pluralc

      —-ai

      = meus, minhasd

      —-eí·kha

      = teus, tuas (hebr. masc. sing.)

      —-á·yikh

      = teus, tuas (hebr. fem. sing.)

      —-áv

      = (os, as) dele

      —-eí·ha

      = (os, as) dela

      —-éh·nu

      = nossos, nossas

      —-eh·khém

      = vossos, vossas (hebr. masc. pl.)

      —-eh·khén

      = vossos, vossas (hebr. fem. pl.)

      —-eh·hém

      = (os, as) deles

      —-eh·hén

      = (os, as) delas

      Desinências do Plural

      —-im

      = pl. de palavras masc. (ex.: su·sím, “cavalos”)

      —-ohth, oth

      = pl. de palavras femininas

      —-eh, ai

      = pl. de palavras masc. no estado construto hebr.

      Desinências do Dual, usualmente indicando pares

      —-á·yim

      ex.: su·sá·yim, “par [parelha] de cavalos”

      Partícula de Direção (acusativo)

      —-ah

      ex.: négh·bah, “em direção ao sul” ou “para o sul” (veja 1Rs 7:25 n.)

      [Nota(s) de rodapé]

      a Os pronomes possessivos hebr. são regidos pelo gênero do sujeito, não pelo do objeto.

      b Os pronomes possessivos hebr. são regidos pelo gênero do sujeito, não pelo do objeto.

      c Os pronomes possessivos hebr. são regidos pelo gênero do sujeito, não pelo do objeto.

      d Os pronomes possessivos hebr. são regidos pelo gênero do sujeito, não pelo do objeto.

  • 3C Verbos hebraicos indicativos de ação contínua ou progressiva
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 3C Verbos hebraicos indicativos de ação contínua ou progressiva

      O verbo hebraico tem dois estados, o perfeito e o imperfeito. O perfeito indica ação completada. O imperfeito indica ação incompleta ou contínua, ou ação em progresso. Em Gên 1:1, “criou”, no hebraico, é um verbo no perfeito, mostrando que a ação de criar os céus e a terra fora completada. Em Gên 2:2, “passou a repousar”, no hebraico, é um verbo no imperfeito, indicando ação incompleta ou contínua, ou ação em progresso. (Veja He 4:4-7.) Portanto, no hebraico, uma ação ocorrida no passado pode ser indicada por verbos no imperfeito, se tal ação é considerada como incompleta, ao passo que uma ação a ocorrer no futuro pode ser indicada por verbos no perfeito, se tal ação é considerada como completa. O imperfeito do verbo hebraico pode ser vertido em português pelo uso de expressões auxiliares tais como “passar a”, “prosseguir a”, “continuar a”, pelo pretérito imperfeito, pelo presente do indicativo, etc.

      James Washington Wattsa escreveu na sua obra A Distinctive Translation of Genesis, Grand Rapids, Michigan, EUA (1963), pp. 129, 130, a respeito da característica fundamental do imperfeito no hebraico: “A característica fundamental de todos os imperfeitos é o estado incompleto. . . . O estado incompleto desses imperfeitos, quando estão no indicativo, aparece quer na forma progressiva, quer na forma freqüentativa. Recorre-se ao contexto para indicar uma ou outra forma, porque a estrutura do verbo é a mesma em ambos os casos.

      “Se o contexto indicar um único ato ou estado, o sentido é progressivo. Retrata-se a ação como no processo de desenvolvimento. Em tal caso, a idéia primária do verbo em inglês [e em português] não é suficiente para transmitir o pleno sentido. O acréscimo dum auxiliar tal como ‘passar a’ ou dum advérbio tal como ‘gradualmente’ é preciso, caso o tradutor ache necessário salientar o pleno sentido. Quando a narrativa se desenrola rapidamente e a seqüência dos eventos é mais importante do que a descrição vívida da progressão de determinado evento, o tradutor talvez dependa exclusivamente de advérbios conjuntivos tais como ‘depois’ para indicar tanto a seqüência como a progressão. Neste caso, a progressão não é indicada plenamente. Passa-se apenas de uma ação ou estado para outro sem se retratar especificamente a progressão no âmbito da segunda ação ou do segundo estado. O uso de tal tradução limitada significa que o tradutor não vê motivo especial para destacar neste ponto mais plenamente a idéia de progressão. Se fizesse isso, a narrativa em inglês [e em português] ficaria cansativa. Por outro lado, se o tradutor achar que a narrativa seria enriquecida por se destacar o pleno sentido do verbo, ele tem a liberdade de fazer isso.

      “Se o contexto indicar mais de uma ocorrência do ato ou estado, o sentido é freqüentativo. Novamente, a idéia primária do verbo em inglês [e em português] não basta para transmitir o pleno significado. O acréscimo dum auxiliar tal como ‘continuar a’ ou dum advérbio tal como ‘freqüentemente’ é necessário para revelar o pleno significado duma repetição ou duma ocorrência costumeira.”

      No decorrer dos séculos, os eruditos ficaram admirados diante da capacidade da língua hebraica de expressar eventos passados com o uso de verbos no imperfeito, e de expressar eventos futuros com o uso de verbos no perfeito. Numa tentativa de explicar esta peculiaridade, desenvolveram a teoria do Vau (Waw) Consecutivo. Sobre esta teoria escreveu O. L. Barnes na sua obra A New Approach to the Problem of the Hebrew Tenses and Its Solution Without Recourse to Waw-Consecutive, Oxford (1965), pp. 4, 5: “A questão foi desnecessariamente complicada pela introdução e servil aderência à doutrina do Vau Consecutivo ou seu antecessor mais antigo, o Vau Conversivo (o mais recente nome proposto para ele é o de Vau Conservativo). Em resumo, embora tenha havido uma variedade de modificações do tema, este declara que o ‘e - Vau ו’ que precede o primeiro duma série de verbos hebraicos consecutivos no imperfeito, se for precedido por um verbo hebraico no perfeito, indica que todos eles devem ser lidos ou tomados como perfeitos (em vez do que realmente são: imperfeitos), e vice-versa, desde que, naturalmente, haja presentes certas vogais associadas com o Vau ו no imperfeito.”

      Sobre a validez desta teoria, O. L. Barnes escreveu na p. 1 de sua obra: “Poderíamos legitimamente perguntar por que o ‘e - Vau ו’ tem esta estranha faculdade de conversão. Algumas gramáticas mais recentes, na tentativa de esquivar-se do absurdo, declaram que realmente não é o ‘e - Vau ו’ que tem esta faculdade de conversão, mas é a chave ou o guia que temos de procurar para indicar a conversão; em suma, portanto, importa exatamente na mesma coisa. Creio que, em vista do que se declarou aqui, será evidente que, na realidade, o ‘e - Vau ו’ nem tem esta faculdade, nem é preciso presumi-la para explicar a rápida e às vezes abrupta mudança na seqüência dos tempos hebraicos. Em outras palavras, podemos dispensar completamente a mítica teoria do Vau Consecutivo inventada por gramáticos.”

      Aproximadamente há cem anos, Benjamin Wills Newton, na sua obra The Altered Translation of Genesis ii. 5, Londres, 1888, pp. 49-51, adotou uma posição firme contra a teoria do Vau Consecutivo. Depois de apresentar um exemplo da tradução de Gên 1:3-8, Newton concluiu nas pp. 50, 51: “No capítulo inteiro usa-se o futuro para indicar progressão. Na nossa tradução, com bastante correção, usamos o pretérito, porque não conseguimos com o nosso tempo futuro indicar progressão de maneira similar. Há uma amplitude no uso do futuro no hebraico que o nosso futuro não tem; e, por conseguinte, há maior exatidão nas declarações. Eu poderia acrescentar que certamente não há nenhuma margem para a teoria do Vau conversivo neste capítulo, e não há nenhuma base para se dizer, portanto (por nosso futuro não conseguir adaptar-se à elasticidade do futuro do hebraico), que o futuro do hebraico deva ser despojado de suas prerrogativas e convertido no pretérito. É de admirar que alguém se tenha aventurado a propor algo tão absurdo.”

      Apresentamos a seguir Gên 1:3-8 em três versões diferentes: a tradução de Benjamin Wills Newton, a Tradução do Novo Mundo e a tradução de James Washington Watts.

      Tradução de Benjamin Wills Newton (1888) (os colchetes são dele)

      E Deus passou a dizer [futuro]: Venha a haver Luz, e passou a vir a haver [futuro] Luz.

      Tradução do Novo Mundo (1967)

      3 E Deus passou a dizer: “Venha a haver luz.” Então veio a haver luz.

      Tradução de James Washington Watts (1963) (os colchetes são dele)

      3 Depois, Deus passou a dizer: “Haja luz”; e gradualmente veio à existência a luz.

      Tradução de Benjamin Wills Newton (1888) (os colchetes são dele)

      E Deus passou a contemplar [futuro] a Luz, que ela [era] boa; e Deus passou a separar [futuro] a Luz e a escuridão;

      Tradução do Novo Mundo (1967)

      4 Depois, Deus viu que a luz era boa e Deus fez separação entre a luz e a escuridão.

      Tradução de James Washington Watts (1963) (os colchetes são dele)

      4 Também Deus passou a observar a luz, [vendo] que era boa; assim passou a separar a luz e a escuridão.

      Tradução de Benjamin Wills Newton (1888) (os colchetes são dele)

      e Deus passou a chamar [futuro] a luz de Dia, e a escuridão Ele chamou [não “passou a chamar”; usa-se o pretérito] de Noite; e a noitinha passou a ser [futuro], e a manhã passou a ser [futuro] Dia um.

      Tradução do Novo Mundo (1967)

      5 E Deus começou a chamar a luz de Dia, mas a escuridão chamou de Noite. E veio a ser noitinha e veio a ser manhã, primeiro dia.

      Tradução de James Washington Watts (1963) (os colchetes são dele)

      5 Daí, Deus começou a chamar a luz de Dia, e a escuridão ele chamou de Noite. Assim veio a ser uma noitinha e uma manhã, sim, um dia.

      Tradução de Benjamin Wills Newton (1888) (os colchetes são dele)

      E Deus passou a dizer [futuro] Venha a haver um firmamento no meio das águas, e venha ele a ser separatório entre águas e águas.

      Tradução do Novo Mundo (1967)

      6 E Deus prosseguiu, dizendo: “Venha a haver uma expansão entre as águas e ocorra uma separação entre águas e águas.”

      Tradução de James Washington Watts (1963) (os colchetes são dele)

      6 Daí, Deus continuou, dizendo: “Haja uma expansão no meio das águas, também, haja uma separação entre as águas.”

      Tradução de Benjamin Wills Newton (1888) (os colchetes são dele)

      E Deus passou a fazer [futuro] o firmamento, e passou a separar [futuro] as águas que [estão] abaixo com relação ao firmamento e as águas que [estão] por cima com relação ao firmamento;

      Tradução do Novo Mundo (1967)

      7 Deus passou então a fazer a expansão e a fazer separação entre as águas que haviam de ficar debaixo da expansão e as águas que haviam de ficar por cima da expansão. E assim se deu.

      Tradução de James Washington Watts (1963) (os colchetes são dele)

      7 Por conseguinte, Deus passou a separar as águas que estavam debaixo da expansão das águas que estavam por cima da expansão; e gradualmente veio a ser assim.

      Tradução de Benjamin Wills Newton (1888) (os colchetes são dele)

      e Deus passou a chamar [futuro] o firmamento de Céus; e a noitinha passou a tornar-se [futuro] e a manhã passou a tornar-se [futuro] Dia segundo.

      Tradução do Novo Mundo (1967)

      8 E Deus começou a chamar a expansão de Céu. E veio a ser noitinha e veio a ser manhã, segundo dia.

      Tradução de James Washington Watts (1963) (os colchetes são dele)

      8 Depois disso, Deus começou a chamar a expansão de Céus. Assim veio a haver uma noitinha e uma manhã, um segundo dia.

      A Tradução do Novo Mundo não seguiu a teoria infundada do Vau Consecutivo na tradução dos verbos hebraicos. Esta idéia secular não transmite a força e o vigor dos verbos hebraicos na sua condição original. Portanto, a Tradução do Novo Mundo apresenta os verbos hebraicos com sentido exato e dinamismo por manter, no possível, uma distinção entre o perfeito e o imperfeito dos verbos hebraicos.

      a Autor de A Distinctive Translation of Genesis (1963), of Exodus (1977) e of Isaiah (1979).

  • 4A “Alma” — a criatura vivente, humana ou animal; vida como pessoa inteligente
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 4A “Alma” — a criatura vivente, humana ou animal; vida como pessoa inteligente; outros usos

      Hebr.: נפש (né·fesh); gr.: ψυχή (psy·khé); lat.: á·ni·ma

      Nas Escrituras Hebraicas, a palavra hebraica né·fesh ocorre 754 vezes, primeiro em Gên 1:20. A Tradução do Novo Mundo verte-a coerentemente por “alma”, e em cada caso isso se torna compreensível à luz do seu contexto. O uso desta única palavra hebraica em muitos contextos diferentes ajuda-nos a determinar a idéia básica inerente nesta palavra na forma em que os escritores bíblicos a usaram, a saber, de que ela é a pessoa, o indivíduo, ou uma criatura inferior; ou se refere à vida que a pessoa ou o animal usufrui como tal. Isto difere totalmente do que os antigos egípcios, babilônios, gregos e romanos chamavam de alma em sentido religioso e filosófico.

      Nas Escrituras Gregas Cristãs, a palavra grega psy·khé ocorre sozinha 102 vezes, primeiro em Mt 2:20. Incluem-se nisto também Ef 6:6 e Col 3:23, na expressão “de toda a alma”. Além disso, ela é usada em muitas palavras gregas compostas, tais como em Fil 2:2, 19; 1Te 5:14. A Tradução do Novo Mundo verte psy·khé coerentemente por “alma”. Tal tradução uniforme pela mesma palavra portuguesa mostra ser muito esclarecedor de como os escritores inspirados usavam psy·khé e de quais as propriedades que lhe atribuíam.

      A fim de ajudar a entender os usos de “alma”, agrupamos abaixo, sob diversos cabeçalhos, os textos onde “alma” ocorre.

      Os animais são almas

      Gên 1:20, 21, 24, 30; 2:19; 9:10, 12, 15, 16; Le 11:10, 46; 24:18; Núm 31:28; Jó 41:21; Ez 47:9.

      A pessoa ou o indivíduo vivente é uma alma

      Gên 2:7; 12:5; 14:21; 36:6; 46:15, 18, 22, 25, 26, 27; Êx 1:5; 12:4, 16; 16:16; Le 2:1; 4:2, 27; 5:1, 2, 4, 15, 17; 6:2; 7:18, 20, 21, 25, 27; 17:10, 12, 15; 18:29; 20:6; 22:6, 11; 23:29, 30; 27:2; Núm 5:6; 15:27, 28, 30; 19:18, 22; 31:35, 40, 46; 35:30; De 10:22; 24:6, 7; 1Sa 22:22; 2Sa 14:14; 2Rs 12:4; 1Cr 5:21; Sal 19:7; Pr 11:25, 30; 16:24; 19:2, 15; 25:25; 27:7, 9; Je 43:6; 52:29; La 3:25; Ez 27:13; At 2:41, 43; 7:14; 27:37; Ro 13:1; 1Co 15:45; 1Pe 3:20; 2Pe 2:14.

      A criatura-alma é mortal, destrutível

      Gên 12:13; 17:14; 19:19, 20; 37:21; Êx 12:15, 19; 31:14; Le 7:20, 21, 27; 19:8; 22:3; 23:30; 24:17; Núm 9:13; 15:30, 31; 19:13, 20; 23:10; 31:19; 35:11, 15, 30; De 19:6, 11; 22:26; 27:25; Jos 2:13, 14; 10:28, 30, 32, 35, 37, 39; 11:11; 20:3, 9; Jz 5:18; 16:16, 30; 1Rs 19:4; 20:31; Jó 7:15; 11:20; 18:4; 33:22; 36:14; Sal 7:2; 22:29; 66:9; 69:1; 78:50; 94:17; 106:15; 124:4; Pr 28:17; Is 55:3; Je 2:34; 4:10; 18:20; 38:17; 40:14; Ez 13:19; 17:17; 18:4; 22:25, 27; 33:6; Mt 2:20; 10:28; 26:38; Mr 3:4; 14:34; Lu 6:9; 17:33; Jo 12:25; At 3:23; Ro 11:3; He 10:39; Tg 5:20; Re 8:9; 12:11; 16:3.

      Vida como pessoa inteligente

      Gên 35:18; Êx 4:19; 21:23; 30:12; Jos 9:24; Jz 9:17; 12:3; 18:25; 2Rs 7:7; 2Cr 1:11; Jó 2:4; 6:11; Pr 1:18; 7:23; 22:23; 25:13; Mt 6:25; 10:39; 16:25; Lu 12:20; Jo 10:15; 13:38; 15:13; At 20:10; Ro 16:4; Fil 2:30; 1Te 2:8; Tg 1:21; 1Pe 1:22; 2:11, 25; 1Jo 3:16.

      Alma liberta do Seol ou Hades (“inferno”)

      Sal 16:10; 30:3; 49:15; 86:13; 89:48; Pr 23:14; At 2:27.

      Alma morta ou cadáver

      Le 19:28; 21:1, 11; 22:4; Núm 5:2; 6:6, 11; 9:6, 7, 10; 19:11, 13; Ag 2:13.

      Alma diferenciada do espírito

      Fil 1:27; 1Te 5:23; He 4:12.

      Deus tem alma

      1Sa 2:35; Sal 11:5; 24:4; Pr 6:16; Is 1:14; 42:1; Je 5:9; 6:8; 12:7; 14:19; 15:1; 32:41; 51:14; La 3:20; Ez 23:18; Am 6:8; Mt 12:18; He 10:38.

  • 4B “Seol”, “Hades” — a sepultura comum da humanidade; o domínio da sepultura
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 4B “Seol”, “Hades” — a sepultura comum da humanidade; o domínio da sepultura

      Hebr.: שאול (she’óhl); gr.: ᾄδης (haí·des); lat.: in·fér·nus; sir.: shiul

      As Sessenta e Seis Ocorrências de Seol

      “Seol” ocorre 66 vezes na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Hebraicas, a saber, em Gên 37:35; 42:38; 44:29, 31; Núm 16:30, 33; De 32:22; 1Sa 2:6; 2Sa 22:6; 1Rs 2:6, 9; Jó 7:9; 11:8; 14:13; 17:13, 16; 21:13; 24:19; 26:6; Sal 6:5; 9:17; 16:10; 18:5; 30:3; 31:17; 49:14, 15; 55:15; 86:13; 88:3; 89:48; 116:3; 139:8; 141:7; Pr 1:12; 5:5; 7:27; 9:18; 15:11, 24; 23:14; 27:20; 30:16; Ec 9:10; Cân 8:6; Is 5:14; [7:11]; Is 14:9, 11, 15; 28:15, 18; 38:10, 18; 57:9; Ez 31:15, 16, 17; 32:21, 27; Os 13:14; Am 9:2; Jon 2:2; Hab 2:5.

      As ocorrências de “Seol” nas Escrituras Hebraicas abrangem as 65 vezes que a palavra ocorre no M, e uma ocorrência em Is 7:11, cuja n. queira ver. Em todos os casos, a Tradução do Novo Mundo usa “Seol” para a palavra hebraica she’óhl. A Septuaginta grega geralmente verte she’óhl por haí·des.

      Embora se tenham apresentado diversas derivações da palavra hebraica she’óhl, parece que ela deriva do verbo hebraico שׁאל (sha·’ál), que significa “pedir” ou “solicitar”. Isto indicaria que o Seol é o lugar (não uma condição) que pede ou exige todos sem distinção, ao acolher os mortos da humanidade. (Veja Gên 37:35 n. e Is 7:11 n.) Encontra-se no solo da terra e sempre é associado com os mortos, e refere-se claramente à sepultura comum da humanidade, ao domínio da sepultura, ou à região terrestre (não marítima) dos mortos. Em contraste, a palavra hebraica qé·ver refere-se a uma sepultura ou a um sepulcro individual. — Gên 23:4, 6, 9, 20.

      As Dez Ocorrências de Hades

      “Hades”, talvez significando “o lugar não visto”, ocorre dez vezes na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, a saber, em Mt 11:23; 16:18; Lu 10:15; 16:23; At 2:27, 31; Re 1:18; 6:8; 20:13, 14.

      Em At 2:27, a citação que Pedro faz do Sal 16:10 mostra que o Hades é o equivalente do Seol, e aplica-se à sepultura comum da humanidade (em contraste com a palavra grega tá·fos, uma sepultura individual). A palavra latina correspondente a Hades é in·fér·nus (às vezes ín·fe·rus). Ela significa “o que jaz por baixo; a região inferior”, e se aplica bem ao domínio da sepultura. Ela é assim uma apta aproximação dos termos grego e hebraico.

      Nas Escrituras inspiradas, as palavras “Seol” e “Hades” são associadas com a morte e os mortos, não com a vida e os vivos. (Re 20:13) Essas palavras, intrinsecamente, não contêm nenhuma idéia ou sugestão de prazer ou de dor.

  • 4C “Geena” — símbolo da destruição total
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 4C “Geena” — símbolo da destruição total

      Hebr.: גי הנם (geh hin·nóm, “vale de Hinom”);

      gr.: γέεννα (gé·en·na); lat.: ge·hén·na

      “Geena” significa “vale de Hinom”, porque é a forma grega do hebraico geh hin·nóm. Em Jos 18:16, onde ocorre “vale de Hinom”, a LXX reza “Geena”. A palavra ocorre 12 vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, aparecendo pela primeira vez em Mt 5:22. A Tradução do Novo Mundo verte-a por “Geena” em todas as suas ocorrências, a saber, em Mt 5:22, 29, 30; 10:28; 18:9; 23:15, 33; Mr 9:43, 45, 47; Lu 12:5; Tg 3:6.

      O vale de Hinom encontrava-se ao oeste e ao sul da antiga Jerusalém. (Jos 15:8; 18:16; Je 19:2, 6) Debaixo dos posteriores reis de Judá, foi usado para a idolatria do deus pagão Moloque, ao qual se ofereciam holocaustos humanos. (2Cr 28:3; 33:6; Je 7:31, 32; 32:35) Para impedir que fosse usado de novo para tais fins religiosos, o fiel Rei Josias mandou poluir o vale, especialmente a parte chamada Tofete. — 2Rs 23:10.

      O comentador judaico David Kimhi (1160?-1235?), no seu comentário sobre o Sal 27:13, fornece a seguinte informação histórica sobre “Gehinnom”: “E é um lugar na terra adjunta a Jerusalém, e é um lugar repugnante, e lançam ali coisas impuras e cadáveres. Havia também um fogo contínuo para queimar as coisas impuras e os ossos dos cadáveres. Por isso, o julgamento dos iníquos é parabolicamente chamado de Gehinnom.”

      O vale de Hinom tornou-se o depósito e incinerador do lixo de Jerusalém. Lançavam-se ali cadáveres de animais para serem consumidos pelos fogos, aos quais se acrescentava enxofre para ajudar na queima. Também se lançavam ali os cadáveres de criminosos executados, considerados imerecedores dum sepultamento decente num túmulo memorial. Quando esses cadáveres caíam no fogo, então eram consumidos por ele, mas, quando os cadáveres caíam sobre uma saliência da ravina funda, sua carne em putrefação ficava infestada de vermes, ou gusanos, que não morriam até terem consumido as partes carnais, deixando somente os esqueletos.

      Nenhum animal ou criatura humana vivos eram lançados na Geena, para ser queimados vivos ou atormentados. Portanto, este lugar nunca poderia simbolizar uma região invisível em que almas humanas fossem eternamente atormentadas em fogo literal ou atacadas para sempre por vermes imorredouros. Visto que se negava aos criminosos mortos lançados ali um sepultamento decente num túmulo memorial, que é o símbolo da esperança de ressurreição, a Geena foi usada por Jesus e pelos seus discípulos para simbolizar a destruição eterna, o aniquilamento dentre o universo de Deus, ou “a segunda morte”, a punição eterna.

      Portanto, lançar-se o cadáver de alguém na Geena era considerado como a pior espécie de punição. Da Geena literal e de seu significado deriva o símbolo do ‘lago que queima com fogo e enxofre’. — Re 19:20; 20:10, 14, 15; 21:8.

  • 4D “Tártaro”
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 4D “Tártaro”

      2Pe 2:4 — “Lançando-os no Tártaro”

      Gr.: Tar·ta·ró·sas; lat.: de·trác·tos in Tár·ta·rum;

      sir.: ‛a·gen ’e·nun beThahh·ta·ya·tha’

      A palavra “Tártaro” só é encontrada em 2Pe 2:4. Está incluída no verbo grego tar·ta·ró·o, e, por isso, na tradução deste verbo usou-se a frase “lançando-os no Tártaro”.

      Na Ilíada, do antigo poeta Homero, a palavra tár·ta·ros denota uma prisão subterrânea tanto abaixo do Hades, como a terra está abaixo do céu. Os detidos nele não eram almas humanas, mas os deuses inferiores, espíritos, a saber, Cronos e os outros titãs que se haviam rebelado contra Zeus (Júpiter). Era a prisão estabelecida pelos deuses míticos para os espíritos que haviam expulsado das regiões celestiais, e encontrava-se abaixo do Hades, no qual se pensava que as almas humanas eram confinadas na morte. Na mitologia, tár·ta·ros era a mais baixa das regiões inferiores e um lugar de escuridão. Envolvia todo o submundo, assim como os céus envolviam tudo o que havia por cima da terra. Portanto, na mitologia grega pagã, tár·ta·ros representava um lugar de confinamento, não de almas humanas, mas de espíritos titânicos, e um lugar de escuridão e de rebaixamento.

      Em Jó 40:20, na LXX, lemos a respeito do beemote: “E depois de subir a um monte íngreme, deu alegria às criaturas quadrúpedes na profundeza [ἐν τῷ ταρτάρῳ (“no tártaro”)].” Em Jó 41:31, 32 (41:23, 24, LXX) lemos a respeito do leviatã: “Ele faz a profundeza ferver como um caldeirão de latão; e considera o mar como pote de ungüento, e a parte mais baixa da profundeza [τὸν δὲ τάρταρον τῆς ἀβύσσου (“o tártaro do abismo”)] como cativa: ele encara a profundeza como seu território.” O uso de tár·ta·ros nestes versículos, na LXX, torna claro que esta palavra foi usada para indicar um lugar inferior, sim, a “parte mais baixa” do abismo.

      As Escrituras Sagradas não consignam nenhuma alma humana ao tár·ta·ros, mas consignam ali apenas criaturas espirituais, a saber, “os anjos que pecaram”. Serem estes lançados no tár·ta·ros denota o mais profundo rebaixamento deles enquanto ainda estão vivos. Isto serve de punição pelo seu pecado de rebelião contra o Deus Altíssimo. O apóstolo Pedro associa a escuridão com a condição rebaixada deles, dizendo que Deus “entregou-os a covas de profunda escuridão, reservando-os para o julgamento”. — 2Pe 2:4.

      Os pagãos, nas suas tradições mitológicas a respeito de Cronos e os rebeldes deuses titãs, apresentavam um conceito deturpado sobre o rebaixamento de espíritos rebeldes. Em contraste com isso, o uso que Pedro faz do verbo tar·ta·ró·o, “lançar no Tártaro”, não significa que “os anjos que pecaram” tenham sido lançados no mitológico Tártaro pagão, mas que eles foram rebaixados pelo Deus Altíssimo do lugar celestial que ocupavam e dos seus privilégios ali, e foram entregues a uma condição de mais profunda escuridão mental quanto aos luminosos propósitos de Deus. Tinham também apenas uma perspectiva lúgubre quanto ao que finalmente lhes iria acontecer, que, segundo mostram as Escrituras, é a destruição eterna, junto com seu governante, Satanás, o Diabo. Portanto, o Tártaro denota a condição mais inferior de rebaixamento desses anjos rebeldes.

      Nas Escrituras inspiradas, o Tártaro não tem nenhuma relação com o Hades, o qual é a sepultura comum dos humanos mortos. Os anjos pecadores e as almas humanas falecidas não são associados como estando juntos no tár·ta·ros, como num lugar de eterno tormento consciente de criaturas. O Tártaro desaparecerá quando o Juiz Supremo destruir os anjos rebeldes, atualmente existentes em tal condição rebaixada.

  • 5A “Fornicação” — toda espécie de relações sexuais ilícitas
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 5A “Fornicação” — toda espécie de relações sexuais ilícitas

      Mt 5:32 — Gr.: πορνεία (por·neí·a); lat.: for·ni·cá·ti·o

      A palavra grega por·neí·a tem um amplo significado. Bauer, p. 693, diz sob a palavra por·neí·a que ela significa “prostituição, falta de castidade, fornicação, de toda espécie de relações sexuais ilícitas”.

      Comentando as palavras de Jesus em Mt 5:32 e 19:9, TDNT, Vol. VI, p. 592, diz que “πορνεία [por·neí·a] refere-se a relações sexuais extraconjugais”. Portanto, as Escrituras usam o termo por·neí·a em conexão com pessoas casadas. O mesmo dicionário, na p. 594, em conexão com Ef 5:3, 5, diz que Paulo “reconhece que nem todos têm o dom da continência, 1 C. 7:7. Como proteção contra o mal da fornicação, o homem [solteiro] que não tem [continência] deve adotar o proceder divinamente prescrito do casamento legal, 1 C. 7:2”. Portanto, as Escrituras usam o termo por·neí·a também em conexão com pessoas não casadas que se entregam a relações e práticas sexuais ilícitas. — Veja 1Co 6:9.

      B. F. Westcott, co-editor do texto grego de Westcott e Hort, na sua obra Saint Paul’s Epistle to the Ephesians, Londres e Nova Iorque, 1906, p. 76, comenta os diversos sentidos de por·neí·a nas Escrituras numa nota sobre Ef 5:3, dizendo: “Este é o termo geral para todas as relações sexuais ilícitas, (1) adultério: Os. ii. 2, 4 (LXX.); Mat. v. 32; xix. 9; (2) casamento ilícito, 1 Cor. v. 1; (3) fornicação, o sentido comum, como aqui [Ef 5:3].” A expressão “sentido comum” evidentemente refere-se ao sentido moderno, limitado, envolvendo apenas pessoas solteiras.

      Além de por·neí·a ter este sentido literal, tem em certos lugares das Escrituras Gregas Cristãs um sentido simbólico. Sobre este sentido diz ZorellGr, col. 1106, sob por·neí·a: “apostasia da verdadeira fé, cometida quer inteira quer parcialmente, desertar do único Deus verdadeiro Jahve para deuses estrangeiros [4Rs 9:22; Je 3:2, 9; Os 6:10 etc.; porque a união de Deus com o seu povo era considerada como uma espécie de matrimônio espiritual]: Re 14:8; 17:2, 4; 18:3; 19:2.” (Os colchetes e o grifo são dele; 4Rs na LXX corresponde a 2Rs no M.)

      No texto grego, por·neí·a ocorre nos seguintes 25 lugares: Mt 5:32; 15:19; 19:9; Mr 7:21; Jo 8:41; At 15:20, 29; 21:25; 1Co 5:1; 6:13, 18; 7:2; 2Co 12:21; Gál 5:19; Ef 5:3; Col 3:5; 1Te 4:3; Re 2:21; 9:21; 14:8; 17:2, 4; 18:3; 19:2.

      O verbo relacionado, por·neú·o, vertido na NM por ‘praticar fornicação’ ou ‘cometer fornicação’, ocorre nos seguintes oito lugares: 1Co 6:18; 10:8; Re 2:14, 20; 17:2; 18:3, 9.

      O verbo relacionado, ek·por·neú·o, vertido na NM por ‘cometer fornicação de modo excessivo’, ocorre uma vez, em Judas 7. — Veja Jz 2:17 n.

      O substantivo relacionado, pór·ne, vertido na NM por “meretriz”, ocorre nos seguintes 12 lugares: Mt 21:31, 32; Lu 15:30; 1Co 6:15, 16; He 11:31; Tg 2:25; Re 17:1, 5, 15, 16; 19:2.

      O substantivo relacionado, pór·nos, vertido na NM por “fornicador”, ocorre nos seguintes dez lugares: 1Co 5:9, 10, 11; 6:9; Ef 5:5; 1Ti 1:10; He 12:16; 13:4; Re 21:8; 22:15. LSJ, p. 1450, define esta palavra como significando “catamito, sodomita, fornicador, idólatra”.

  • 5B A presença (parusia) de Cristo
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 5B A presença (parusia) de Cristo

      Mt 24:3 — Gr.: τὸ σημεῖον τῆς σῆς παρουσίας (to se·meí·on tes ses pa·rou·sí·as)

      1864

      “o SINAL da TUA presença”

      The Emphatic Diaglott (J21), de Benjamin Wilson, Nova Iorque e Londres.

      1897

      “o sinal da tua presença”

      The Emphasised Bible, de J. B. Rotherham, Cincinnati, EUA.

      1903

      “o sinal da Tua presença”

      The Holy Bible in Modern English, de F. Fenton, Londres.

      1950

      “o sinal da tua presença”

      Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque.

      O substantivo grego pa·rou·sí·a significa literalmente um “ser ao lado de”, sendo esta expressão derivada da preposição pa·rá (ao lado de) e ou·sí·a (um “ser”). A palavra pa·rou·sí·a ocorre 24 vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, a saber, em Mt 24:3, 27, 37, 39; 1Co 15:23; 16:17; 2Co 7:6, 7; 10:10; Fil 1:26; 2:12; 1Te 2:19; 3:13; 4:15; 5:23; 2Te 2:1, 8, 9; Tg 5:7, 8; 2Pe 1:16; 3:4, 12; 1Jo 2:28. Nestes 24 lugares, a Tradução do Novo Mundo verte pa·rou·sí·a por “presença”.

      O verbo relacionado pá·rei·mi significa literalmente “estar ao lado de”. Ocorre 24 vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, a saber, em Mt 26:50; Lu 13:1; Jo 7:6; 11:28; At 10:21, 33; 12:20 (n.); At 17:6; 24:19; 1Co 5:3; 2Co 10:2, 11; 11:9; 13:2, 10; Gál 4:18, 20; Col 1:6; He 12:11; 13:5; 2Pe 1:9, 12; Re 17:8. Nestes lugares, a Tradução do Novo Mundo verte pá·rei·mi por “(estar) presente”, “(estar) aqui”, ‘apresentar-se’, “no momento” ou ‘atual’.

      Em vista do contraste que se faz entre a presença e a ausência de Paulo, tanto em 2Co 10:10, 11, como em Fil 2:12, torna-se claro o sentido de pa·rou·sí·a. Também, em vista da comparação da pa·rou·sí·a do Filho do homem com os “dias de Noé”, em Mt 24:37-39, é evidente que esta palavra significa “presença”.

      A Greek-English Lexicon (LSJ) de Liddell e Scott, p. 1343, apresenta como primeira definição de pa·rou·sí·a a palavra inglesa presence, “presença”. Do mesmo modo também TDNT, Vol. V, p. 859, declara sob o subtópico “O Sentido Geral”: “παρουσία [pa·rou·sí·a] denota esp[ecialmente] uma presença ativa.”

      A palavra pa·rou·sí·a, “presença”, é diferente da palavra grega é·leu·sis, “vinda”, que ocorre uma vez no texto grego, em At 7:52, como e·leú·se·os (lat.: ad·vén·tu). As palavras pa·rou·sí·a e é·leu·sis não são usadas intercambiavelmente. TDNT, Vol. V, p. 865, observa que “os termos [pá·rei·mi e pa·rou·sí·a] nunca são usados para a vinda de Cristo na carne, e παρουσία nunca tem o sentido de volta. A idéia de mais de uma parousia é primeiro encontrada somente na Igreja posterior [não antes de Justino, do segundo século EC] . . . Um pré-requisito básico para o entendimento do mundo de idéias do primitivo cristianismo é o de que devemos livrar-nos plenamente dessa noção [de mais de uma parousia].”

      Israel P. Warren, D.D., escreveu na sua obra The Parousia, Portland, Maine, EUA (1879), pp. 12-15, a respeito do significado desta palavra: “Nós é que muitas vezes falamos sobre o ‘segundo advento’, a ‘segunda vinda’, etc., mas as Escrituras nunca falam sobre uma ‘segunda Parousia’. Qualquer que fosse a natureza dela, era algo peculiar, que nunca antes ocorreu, e que nunca mais ocorreria. Seria uma presença diferente e superior a todas as outras manifestações dele aos homens, de modo que a designação dela deveria corretamente ficar isolada, sem outro epíteto qualificativo além do artigo, — A PRESENÇA.

      “À base deste conceito sobre a palavra evidencia-se, acho eu, que nem a palavra inglesa [para] ‘vinda’ nem a latina ‘advento’ sejam a melhor representação da original. Não se harmonizam com a etimologia dela; não correspondem à idéia do verbo do qual se deriva; nem poderiam apropriadamente substituir a palavra mais exata, ‘presença’, nos casos em que os tradutores usaram esta última. Tampouco a idéia radical [básica] delas é a mesma. ‘Vinda’ e ‘advento’ destacam mais o conceito duma aproximação a nós, dum movimento em direção a nós; ‘parousia’, a de estar conosco, sem referência a como isso começou. A força das anteriores acaba com a chegada; a da última começa com ela. Aquelas são palavras de movimento; esta, a de repouso. O espaço de tempo abrangido pela ação das anteriores é limitado, pode ser momentâneo; o da última é ilimitado. . . .

      “Se os nossos tradutores tivessem feito com esta palavra técnica ‘parousia’ o que fizeram com ‘baptisma’, — transferindo-a sem mudança — ou se na tradução tivessem usado seu equivalente etimológico exato, presença, e se tivessem bem entendido, como se daria neste caso, de que não há tal coisa como uma ‘segunda Presença’, acho que toda a doutrina teria sido diferente do que é agora. As frases ‘segundo advento’ e ‘segunda vinda’ nunca teriam sido ouvidas. Ter-se-ia ensinado à igreja a falar da PRESENÇA DO SENHOR, como aquela que realizaria sua esperança, quer no futuro próximo, quer num período remoto, — aquela em que o mundo havia de ser feito novo, em que se alcançaria uma ressurreição tanto espiritual como corpórea, e em que se administrariam justiça e recompensas eternas.”

      Bauer, p. 630, também declara que pa·rou·sí·a “tornou-se o termo oficial para a visita duma pessoa de grande destaque, esp[ecialmente] a de reis e imperadores em visita a uma província”. Em Mt 24:3, bem como em outros textos, tais como 1Te 3:13 e 2Te 2:1, a palavra pa·rou·sí·a refere-se à presença régia de Jesus Cristo desde a sua entronização como Rei, nos últimos dias deste sistema de coisas.

  • 5C “Estaca de tortura”
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 5C “Estaca de tortura”

      Gr.: σταυρός (stau·rós); lat.: crux

      “Estaca de tortura”, em Mt 27:40, é a expressão usada em conexão com a execução de Jesus no Calvário, isto é, o Lugar da Caveira. Não há nenhuma evidência de que a palavra grega stau·rós significasse aqui cruz, tal como os pagãos usavam como símbolo religioso durante muitos séculos antes de Cristo.

      No grego clássico, a palavra stau·rós significava apenas estaca ou poste vertical, ou estaca de fundação. O verbo stau·ró·o significava cercar com estacas para formar uma estacada ou paliçada. Os escritores inspirados das Escrituras Gregas Cristãs escreveram no grego comum (koi·né) e usaram a palavra stau·rós para se referir à mesma coisa que no grego clássico, a saber, a uma simples estaca ou poste, sem trave de qualquer espécie ou em qualquer ângulo. Não há prova ao contrário. Os apóstolos Pedro e Paulo também usaram a palavra xý·lon para se referir ao instrumento de tortura em que Jesus foi pregado, e isto mostra que se tratava duma estaca vertical sem trave, porque este é o significado de xý·lon neste sentido especial. (At 5:30; 10:39; 13:29; Gál 3:13; 1Pe 2:24) Na LXX encontramos xý·lon em Esd 6:11 (2 Esdras 6:11), e ali é mencionado como viga em que o violador da lei devia ser pendurado, do mesmo modo que em At 5:30; 10:39.

      Sobre o significado de stau·rós diz W. E. Vine, na sua obra An Expository Dictionary of New Testament Words (reimpressão de 1966), Vol. I, p. 256: “STAUROS (σταυρός) denota primariamente um poste ou uma estaca vertical. Em tais pregavam-se malfeitores para serem executados. Tanto o substantivo como o verbo stauroō, prender a uma estaca ou poste, originalmente devem ser diferenciados da forma eclesiástica de uma cruz de duas traves. A forma desta última teve sua origem na antiga Caldéia e foi usada como símbolo do deus Tamuz (tendo a forma do Tau místico, a letra inicial de seu nome) naquele país e em terras adjacentes, inclusive no Egito. Por volta dos meados do 3.º séc. A.D., as igrejas ou se tinham apartado ou tinham parodiado certas doutrinas da fé cristã. A fim de aumentar o prestígio do sistema eclesiástico apóstata, aceitavam-se pagãos nas igrejas, à parte de uma regeneração pela fé, e permitia-se-lhes em grande parte reterem seus sinais e símbolos pagãos. Assim se adotou o Tau ou T, na sua forma mais freqüente, com o madeiro atravessado um pouco abaixado, para representar a cruz de Cristo.”

      O dicionário latino de Lewis e Short apresenta o sentido básico de crux como “uma árvore, armação ou outro instrumento de execução feito de madeira em que se pregavam ou penduravam criminosos”. Nos escritos de Lívio, historiador romano do primeiro século AEC, crux significa apenas uma estaca. “Cruz” é apenas um significado posterior de crux. Uma simples estaca para se fixar nela um criminoso era chamada em latim de crux sím·plex. Tal instrumento de tortura foi ilustrado por Justo Lipsio (1547-1606) no seu livro De cruce libri tres, Antuérpia, 1629, p. 19. A fotografia da crux simplex na nossa p. 1518 é uma reprodução exata tirada de seu livro.

      O livro Das Kreuz und die Kreuzigung (A Cruz e a Crucificação), de Hermann Fulda, Breslau, 1878, p. 109, diz: “Nem sempre havia árvores disponíveis nos lugares escolhidos para a execução pública. De modo que uma simples viga era fincada no chão. Os renegados eram amarrados ou pregados nela pelas mãos erguidas e muitas vezes também pelos pés.” Depois de apresentar muita prova, Fulda conclui nas pp. 219, 220: “Jesus morreu numa simples estaca de morte: Em apoio disto falam (a) o uso então costumeiro deste meio de execução no Oriente, (b) indiretamente, a própria história dos sofrimentos de Jesus e (c) muitas expressões dos primitivos padres da igreja.”

      Paul Wilhelm Schmidt, que fora professor na Universidade de Basiléia, na sua obra Die Geschichte Jesu (A História de Jesus), Vol. 2, Tübingen e Leipzig, Alemanha, 1904, pp. 386-394, fez um estudo detalhado da palavra grega stau·rós. Na p. 386 de sua obra ele diz: “σταυρός [stau·rós] refere-se a todo poste ou tronco de árvore ereto, vertical.” A respeito da execução da punição imposta a Jesus, P. W. Schmidt escreveu nas pp. 387-389: “Além dos açoites, segundo os relatos evangélicos, só entra em consideração a forma mais simples de crucificação romana para a punição imposta a Jesus, a suspensão do corpo despido numa estaca, a qual, a propósito, Jesus teve de carregar ou arrastar até o lugar da execução, para intensificar a ignominiosa punição. . . . Tudo o mais, além duma simples suspensão, é refutado pela grande escala em que esta execução muitas vezes era realizada: 2000 de uma só vez por Varo (Ant. Jos. XVII 10. 10), por Quadrato (Guerras Judaicas [em inglês] II 12. 6), pelo Procurador Félix (Guerras Judaicas II 15. 2 [13. 2]), por Tito (Guerras Judaicas VII. 1 [V 11. 1]).”

      Portanto, falta totalmente qualquer evidência de que Jesus Cristo tenha sido crucificado em dois pedaços de madeira colocados em ângulo reto. Não queremos acrescentar nada à Palavra escrita de Deus pela inserção nas Escrituras inspiradas do conceito pagão da cruz, mas vertemos stau·rós e xý·lon de acordo com o significado mais simples. Visto que Jesus usou stau·rós para representar o sofrimento e a vergonha ou tortura de seus seguidores (Mt 16:24), traduzimos stau·rós por “estaca de tortura”, para diferenciá-la de xý·lon, que traduzimos por “madeiro”, ou, na nota ao pé da página, por “árvore”, como em At 5:30.

      [Foto na página 1518]

      Ilustração da Crux Simplex.

  • 5D O livramento para estar com Cristo
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 5D O livramento para estar com Cristo

      Fil 1:23 — “livramento”. Gr.: a·na·lý·sai; lat.: dis·sól·vi

      O verbo a·na·lý·sai é usado aqui como verbo substantivado. Ocorre apenas mais uma vez nas Escrituras Gregas Cristãs, em Lu 12:36, onde se refere à volta de Cristo. O substantivo relacionado, a·ná·ly·sis, ocorre uma vez, em 2Ti 4:6, onde o apóstolo diz: “O tempo devido para o meu livramento é iminente.” Em Lu 12:36 vertemos este verbo por “voltar”, porque se refere à saída ou partida do amo dos servos da festa de casamento, terminando assim a festa. Mas aqui, em Fil 1:23, não traduzimos o verbo por “volta” ou “partida”, mas por “livramento”. O motivo é que esta palavra pode transmitir duas idéias: o livramento do próprio apóstolo para estar com Cristo na sua volta e livrar-se o Senhor das restrições celestiais para voltar conforme ele prometeu.

      De modo algum diz o apóstolo aqui que assim que morresse seria mudado para ser espírito, a fim de estar para sempre com Cristo. Ficar assim com Cristo, o Senhor, só será possível na volta de Cristo, quando os mortos em Cristo serão ressuscitados primeiro, segundo a declaração inspirada do próprio apóstolo em 1Te 4:15-17. É a esta volta de Cristo e ao livramento do apóstolo para sempre estar com o Senhor que Paulo se refere em Fil 1:23. Ele diz ali que lhe eram possíveis imediatamente duas coisas, a saber, (1) continuar a viver na carne e (2) morrer. Em vista das circunstâncias a serem consideradas, ele se expressa como estando sob pressão destas duas coisas, sem dar a conhecer qual dessas coisas ele preferiria. Daí, ele apresenta uma terceira coisa, a qual ele realmente deseja. Não há dúvida de que preferia esta coisa, a saber, “o livramento”, porque significava ele estar com Cristo.

      Portanto, a expressão to a·na·lý·sai, “o livramento”, não pode ser aplicada à morte do apóstolo como criatura humana e sua partida desta vida. Deve referir-se aos eventos por ocasião da volta e presença de Cristo (veja Ap. 5B), e à ressurreição de todos os mortos em Cristo, para estarem com ele para sempre.

  • 6A Jesus — semelhante a Deus; divino
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 6A Jesus — semelhante a Deus; divino

      Jo 1:1 — “e a Palavra era [um] deus (semelhante a Deus; divino)”

      Gr.: καὶ θεὸς ἦν ‛ο λόγος (kai the·ós en ho ló·gos)

      1808

      “e a palavra era um deus”

      The New Testament, in An Improved Version, Upon the Basis of Archbishop Newcome’s New Translation: With a Corrected Text, Londres.

      1864

      “e um deus era a Palavra”

      The Emphatic Diaglott (J21, versão interlinear), de Benjamin Wilson, Nova Iorque e Londres.

      1879

      “e a Palavra era um deus”a

      La Sainte Bible, Segond-Oltramare, Genebra e Paris.

      1928

      “e a Palavra era um ser divino”b

      La Bible du Centenaire, Société Biblique de Paris.

      1935

      “e a Palavra era divina”

      The Bible—An American Translation, de J. M. P. Smith e E. J. Goodspeed, Chicago.

      1950

      “e a Palavra era um deus”

      Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque, em inglês.

      1975

      “e um deus (ou: da espécie divina) era a Palavra”c

      Das Evangelium nach Johannes, de Siegfried Schulz, Göttingen, Alemanha.

      1978

      “e da sorte semelhante a Deus era o Logos”d

      Das Evangelium nach Johannes, de Johannes Schneider, Berlim.

      1979

      “e um deus era o Logos”e

      Das Evangelium nach Johannes, de Jürgen Becker, Würzburg, Alemanha.

      Essas traduções usam palavras tais como “um deus”, “divino” ou “semelhante a Deus” porque a palavra grega θεός (the·ós) é um substantivo predicativo no singular, ocorrendo antes do verbo e sem ser precedido pelo artigo definido. Trata-se dum the·ós anartro (substantivo sem artigo). O Deus com quem a Palavra ou o Logos estava originalmente é designado aqui pela expressão grega ‛ο θεός, isto é, the·ós precedido pelo artigo definido ho. Trata-se dum the·ós articular. A construção articular do substantivo indica uma identidade, uma personalidade, ao passo que um substantivo predicativo anartro no singular, precedendo ao verbo, indica o atributo ou o predicado de alguém. Portanto, a declaração de João, de que a Palavra ou o Logos era “[um] deus”, “divino” ou “semelhante a Deus” não significa que era o Deus com quem estava. Apenas expressa certo atributo da Palavra ou do Logos, mas não o identifica como o próprio Deus.

      No texto grego há muitos casos de um substantivo predicativo anartro no singular precedendo ao verbo, tais como em Mr 6:49; 11:32; Jo 4:19; 6:70; 8:44; 9:17; 10:1, 13, 33; 12:6. Nestes lugares, há tradutores que costumam inserir o artigo indefinido “um” ou “uma” antes do substantivo predicativo, para salientar o atributo ou a característica do sujeito. Visto que se insere o artigo indefinido antes do substantivo predicativo em tais textos, insere-se com igual justificativa o artigo indefinido “um” perante o θεός anartro no predicativo de João 1:1 para fazer o texto rezar “[um] deus”. As Escrituras Sagradas confirmam a exatidão de tal tradução.

      Philip B. Harner, no seu artigo “Substantivos Predicativos Anartros Qualificativos: Marcos 15:39 e João 1:1”, publicado no Journal of Biblical Literature, Vol. 92, Filadélfia, EUA, 1973, na p. 85, disse que cláusulas tais como a de Jo 1:1, “com um predicativo anartro precedendo ao verbo, têm primariamente sentido qualificativo. Indicam que o logos tem a natureza de theos. Não há nenhuma base para se considerar o predicativo theos como determinativo.” Harner concluiu na p. 87 de seu artigo: “Em João 1:1, acho que a força qualificativa do predicativo se destaca tanto, que o substantivo não pode ser considerado como determinativo.”

      Segue-se uma lista dos casos nos evangelhos de Marcos e João em que diversos tradutores verteram substantivos predicativos anartros no singular, que ocorrem antes dum verbo, com o artigo indefinido para indicar a condição indefinida ou genérica e qualificativa dos substantivos:

      Texto bíblico

      Tradução do Novo Mundo

      Versão Rei Jaime (ingl.)

      A Bíblia de Jerusalém

      Nova Versão Internacional (ingl.)

      Versão Normal Revisada (ingl.)

      Versão no Inglês de Hoje

      Marcos 6:49

      uma aparição

      um espírito

      um fantasma

      um fantasma

      um fantasma

      um fantasma

      Marcos 11:32

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um verdadeiro profeta

      um profeta

      João 4:19

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      João 6:70

      um caluniador

      um diabo

      um demônio

      um diabo

      um diabo

      um diabo

      João 8:44

      um homicida

      um assassino

      um assassino

      um assassino

      um assassino

      um assassino

      João 8:44

      um mentiroso

      um mentiroso

      um mentiroso

      um mentiroso

      um mentiroso

      um mentiroso

      João 9:17

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      um profeta

      João 10:1

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      João 10:13

      um empregado

      um mercenário

      um assalariado

      um mercenário

      um mercenário

      um empregado

      João 10:33

      um homem

      um homem

      um mero homem

      um mero homem

      um homem

      um homem

      João 12:6

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      um ladrão

      a Traduzido do francês.

      b Traduzido do francês.

      c Traduzido do alemão.

      d Traduzido do alemão.

      e Traduzido do alemão.

  • 6B ‘Três que dão testemunho’
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 6B ‘Três que dão testemunho’

      “Porque são três os que dão testemunho: o espírito, e a água, e o sangue, e os três estão de acordo.” — 1Jo 5:7, 8.

      Esta versão está de acordo com os textos gregos de C. Tischendorf (oitava ed., 1872); Westcott e Hort (1881); Augustinus Merk (nona ed., 1964); José Maria Bover (quinta ed., 1968); UBS; Nestle-Aland.

      Depois de “os que dão testemunho”, os mss. cursivos N.º 61 (séc. 16) e N.º 629 (em latim e em grego, séc. 14 a 15), bem como Vgc acrescentam as palavras: “no céu, o Pai, a Palavra e o espírito santo; e estes três são um. (8) E são três os que dão testemunho na terra.” Mas estas palavras são omitidas por אABVgSyh,p.

  • 6C Com o sangue do filho do próprio Deus
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 6C Com o sangue do filho do próprio Deus

      At 20:28 — Gr.: διὰ τοῦ αἵματος τοῦ ἰδίου

      (di·á tou haí·ma·tos tou i·dí·ou)

      1963

      “com o sangue do seu próprio [Filho]”

      Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque.

      1973

      “por meio do sangue do seu próprio Filho”

      A Bíblia na Linguagem de Hoje, Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro, RJ.

      1981

      “pelo sangue de seu próprio Filho”

      A Bíblia de Jerusalém, Edições Paulinas, São Paulo, SP.

      Gramaticalmente, esta passagem poderia ser traduzida assim como nas versões de João Ferreira de Almeida e de Matos Soares, “com [o] seu próprio sangue”. Esta idéia tem sido difícil para muitos. Este, sem dúvida, é o motivo de ACDSyh (margem) (acompanhados pela tradução de Moffatt, em inglês) rezarem “a congregação do Senhor”, em vez de “a congregação de Deus”. Vertendo-se o texto assim, não há dificuldade na versão “com o seu próprio sangue”. Entretanto, אBVg rezam “Deus” (articular), e a costumeira tradução seria ‘sangue de Deus’.

      As palavras gregas τοῦ ἰδίου (tou i·dí·ou) seguem à frase “com o sangue”. A expressão inteira poderia ser traduzida por “com o sangue de seu próprio”. Subentender-se-ia um substantivo no singular depois de “seu próprio”, mui provavelmente o parente mais chegado a Deus, seu Filho unigênito, Jesus Cristo. Sobre este ponto diz J. H. Moulton em A Grammar of New Testament Greek, Vol. 1 (Prolegomena), ed. de 1930, p. 90: “Antes de abandonarmos ἵδιος [í·di·os] deve-se dizer algo sobre o uso de ὁ ἵδιος [ho í·di·os] sem um substantivo expresso. Isto ocorre em Jo 1:11; 13:1, At 4:23; 24:23. Nos papiros encontramos o singular usado deste modo como termo de carinho para com parentes chegados . . . Em Expos. VI. iii. 277 atrevi-me a citar isso como possível encorajamento aos (inclusive B. Weiss) que traduziriam Atos 20:28 por ‘o sangue de alguém que era seu próprio’.”

      Alternativamente, em The New Testament in the Original Greek, de Westcott e Hort, Vol. 2, Londres, 1881, pp. 99, 100 do Apêndice, Hort declarou: “de modo algum é impossível que ΥΙΟΥ [hui·oú, “do Filho”] fosse omitido depois de ΤΟΥΙΔΙΟΥ [tou i·dí·ou, “de seu próprio”] numa transcrição muito antiga, afetando todos os documentos existentes. Por se inserir isso deixa-se a passagem inteira isenta de qualquer tipo de dificuldade.”

      A Tradução do Novo Mundo verte a passagem de modo literal, acrescentando “Filho” entre colchetes depois de ἰδίου, rezando: “com o sangue do seu próprio [Filho]”.

  • 6D “Deus, que é sobre todos”
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 6D “Deus, que é sobre todos”

      Ro 9:5 — Gr.: καὶ ἐξ ὧν χριστὸς τὸ κατὰ σάρκα, ὁ ὢν ἐπὶ πάντων, θεὸς εὐλογητὸς εἰς τοὺς αἰῶνας· ἀμήν

      (kai ex hon ho khri·stós to ka·tá sár·ka, ho on e·pí pán·ton, The·ós eu·lo·ge·tós eis tous ai·ó·nas; a·mén)

      1934

      “e dos quais, por descendência física, veio o Cristo. Deus, que é sobre todos, seja bendito por todas as eras! Amém.”

      The Riverside New Testament, Boston e Nova Iorque.

      1952

      “e da sua raça, segundo a carne, é o Cristo. Deus, que é sobre todos, seja bendito para sempre. Amém.”

      Revised Standard Version, Nova Iorque.

      1961

      “e deles, na descendência natural, procedeu o Messias. Que Deus, o supremo sobre todos, seja bendito para sempre! Amém.”

      The New English Bible, Oxford e Cambridge, Inglaterra.

      1963

      “e de quem procedeu Cristo segundo a carne: Deus, que é sobre todos, seja bendito para sempre. Amém.”

      Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque.

      1966

      “e Cristo, como ser humano, pertence à sua raça. Que Deus, que governa sobre todos, seja louvado para sempre! Amém.”

      Today’s English Version, American Bible Society, Nova Iorque.

      1970

      “e deles veio o Messias (falo de suas origens humanas). Bendito para sempre seja Deus, que é sobre todos! Amém.”

      The New American Bible, Nova Iorque e Londres.

      1982

      “e deles é o Cristo segundo a carne. O Deus que está acima de tudo seja bendito pelos séculos! Amém.”

      Bíblia Sagrada, Editora Vozes Ltda., Petrópolis, RJ.

      Estas traduções tomam ὁ ὢν (ho on) como o começo duma sentença ou cláusula independente referindo-se a Deus e proferindo uma bênção sobre ele pelas provisões que fez. Aqui e no Sal 67:19 LXX ocorre o predicativo εὐλογητός (eu·lo·ge·tós, “bendito”) depois do sujeito θεός (The·ós, “Deus”). — Veja Sal 68:19 n.

      G. B. Winer, na sua obra A Grammar of the Idiom of the New Testament, sétima edição, Andover, EUA, 1897, p. 551, diz que “quando o sujeito constitui a noção principal, especialmente quando é antitético para com outro sujeito, o predicado pode e deve ser colocado depois dele, cf. Sal lxvii. 20 Sept [Sal 67:19 LXX]. E assim, em Rom. ix. 5, se as palavras ὁ ὢν ἐπὶ πάντων θεὸς εὐλογητός etc. [ho on e·pí pán·ton The·ós eu·lo·ge·tós etc.] se referem a Deus, a posição das palavras é bem apropriada e até mesmo indispensável.”

      Um estudo detalhado da construção de Ro 9:5 é encontrado em The Authorship of the Fourth Gospel and Other Critical Essays, de Ezra Abbot, Boston, 1888, pp. 332-438. Nas pp. 345, 346 e 432 ele diz: “Mas aqui, ὁ ὢν [ho on] é separado de ὁ χριστός [ho khri·stós] por τὸ κατὰ σάρκα [to ka·tá sár·ka], que na leitura precisa ser seguido por uma pausa, — uma pausa que se prolonga pela ênfase especial dada a κατὰ σάρκα [ka·tá sár·ka] pelo τὸ [to]; e a sentença precedente é gramaticalmente completa em si mesma, e, pela lógica, não requer nada mais; porque era apenas quanto à carne que Jesus procedeu dos judeus. Por outro lado, como já vimos (p. 334), a enumeração de bênçãos que vem logo antes, coroada pela inestimável bênção do advento de Cristo, naturalmente sugere a atribuição de louvor e agradecimento a Deus, como o Ser que governa sobre todos; embora também o ᾿Αμήν [A·mén] no fim da sentença sugira uma doxologia. De todos os pontos de vista, portanto, a construção doxológica parece fácil e natural. . . . A naturalidade duma pausa após σάρκα [sár·ka] é adicionalmente indicada pelo fato de que encontramos um ponto após esta palavra em todos os nossos mais antigos MSS. que atestam neste caso, — a saber, A, B, C, L. . . . Posso agora mencionar, além dos unciais A, B, C, L, . . . pelo menos vinte e seis cursivos que têm um ponto após σάρκα, assim como têm em geral depois de αἰῶνας [ai·ó·nas] ou ᾿Αμήν [A·mén].”

      Portanto, Ro 9:5 atribui louvor e agradecimento a Deus. Este texto não identifica Jeová Deus com Jesus Cristo.

  • 6E “Do grande Deus e [do] salvador de nós, Cristo Jesus”
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 6E “Do grande Deus e [do] salvador de nós, Cristo Jesus”

      Tit 2:13 — Gr.: τοῦ μεγάλον θεοῦ καὶ σωτῆρος ἡμῶν Χριστοῦ Ἰησοῦ

      (tou me·gá·lou The·oú kai so·té·ros he·món Khri·stoú I·e·soú)

      1934

      “do grande Deus e de nosso Salvador, Cristo Jesus”

      The Riverside New Testament, Boston e Nova Iorque.

      1935

      “do grande Deus e de nosso Salvador, Cristo Jesus”

      A New Translation of the Bible, de James Moffatt, Nova Iorque e Londres.

      1957

      “do grande Deus e de nosso Salvador, Jesus Cristo”

      La Sainte Bible, de Louis Segond, Paris.

      1963

      “do grande Deus e de nosso Salvador, Cristo Jesus”

      Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque.

      1970

      “do grande Deus e de nosso Salvador, Cristo Jesus”

      The New American Bible, Nova Iorque e Londres.

      1978

      “do grande Deus e do Salvador Nosso, Jesus Cristo”

      Novo Testamento, de Mateus Hoepers, Editora Vozes Ltda., Petrópolis, RJ.

      Neste lugar encontramos dois substantivos ligados por καί (kai, “e”), sendo o primeiro substantivo precedido pelo artigo definido τοῦ (tou, “do”) e o segundo substantivo sem o artigo definido. Uma construção similar é encontrada em 2Pe 1:1, 2, onde, no v. 2, se faz uma nítida distinção entre Deus e Jesus. Isto indica que, quando duas pessoas diferentes são ligadas por καί, se a primeira pessoa for precedida pelo artigo definido, não é necessário repetir o artigo definido antes da segunda pessoa. Exemplos desta construção no texto grego são encontrados em At 13:50; 15:22; Ef 5:5; 2Te 1:12; 1Ti 5:21; 6:13; 2Ti 4:1. Esta construção é também encontrada na LXX. (Veja Pr 24:21 n.) Segundo An Idiom Book of New Testament Greek, de C. F. D. Moule, Cambridge, Inglaterra, 1971, p. 109, o sentido de “do grande Deus e de nosso Salvador, Jesus Cristo . . . é possível no grego κοινή [koi·né] mesmo sem a repetição [do artigo definido]”.

      Um estudo detalhado da construção de Tit 2:13 é encontrado em The Authorship of the Fourth Gospel and Other Critical Essays, de Ezra Abbot, Boston, 1888, pp. 439-457. Na p. 452 desta obra encontram-se os seguintes comentários: “Tome um exemplo do Novo Testamento. Em Mat xxi. 12 lemos que Jesus ‘expulsou todos os que vendiam e compravam no templo’, τοὺς πωλοῦντας καὶ ἀγοράζοντας [tous po·loún·tas kai a·go·rá·zon·tas]. Ninguém pode razoavelmente supor que as mesmas pessoas sejam aqui descritas como vendendo e comprando. Em Marcos, as duas classes são diferenciadas pela inserção de τούς antes de ἀγοράζοντας; aqui é deixado com segurança entregue à inteligência do leitor para diferenciá-las. No caso em pauta [Tit 2:13], a omissão do artigo antes de σωτῆρος [so·té·ros] não me parece apresentar dificuldade alguma, — não porque σωτῆρος seja tornado suficientemente definido pela adição de ἡμῶν [he·món] (Winer), pois, visto que tanto Deus como Cristo são muitas vezes chamados de “nosso Salvador”, ἡ δόξα τοῦ μεγάλον θεοῦ καὶ σωτῆρος ἡμῶν [he dó·xa tou me·gá·lou The·oú kai so·té·ros he·món], isolados, seria com muita naturalidade entendido como referindo-se a um sujeito, a saber, Deus, o Pai; mas, a adição de Ἰησοῦ Χριστοῦ a σωτῆρος ἡμῶν [I·e·soú Khri·stoú a so·té·ros he·món] muda completamente o caso, restringindo σωτῆρος ἡμῶν a uma pessoa ou a um ser que, segundo a habitual linguagem usada por Paulo, é diferenciada da pessoa ou do ser a quem chama de ὁ θεός [ho The·ós], de modo que não havia nenhuma necessidade da repetição do artigo para impedir a ambigüidade. Portanto, em 2 Tes. i. 12, a expressão κατὰ τὴν χάριν τοῦ θεοῦ ἡμῶν καὶ κυρίου [ka·tá ten khá·rin tou The·oú he·món kai ky·rí·ou] seria naturalmente entendida como referindo-se a um sujeito, e o artigo seria necessário antes de κυρίου se se referisse a dois; mas a simples adição de Ἰησοῦ Χριστοῦ a κυρίου [I·e·soú Khri·stoú a ky·rí·ou] torna clara a referência a dois sujeitos distintos, sem a inserção do artigo.”

      Portanto, em Tit 2:13, mencionam-se duas pessoas diferentes, Jeová Deus e Jesus Cristo. Em todas as Escrituras Sagradas não há possibilidade de identificar Jeová e Jesus como a mesmíssima pessoa.

  • 6F Jesus — existiu antes de Abraão
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 6F Jesus — existiu antes de Abraão

      Jo 8:58 — “antes de Abraão vir à existência, eu tenho sido”

      Gr.: πρὶν ᾿Αβραὰμ γενέσθαι ἐγὼ εἰμί

      (prin A·bra·ám ge·né·sthai e·gó ei·mí)

      Quarto/Quinto Século

      “antes de Abraão ser, eu tenho sido”

      Siríaco — Edição: A Translation of the Four Gospels from the Syriac of the Sinaitic Palimpsest, de Agnes Smith Lewis, Londres, 1894.

      Quinto Século

      “Antes mesmo de Abraão vir a ser, eu era”

      Siríaco curetoniano — Edição: The Curetonian Version of the Four Gospels, de F. Crawford Burkitt, Vol. 1, Cambridge, Inglaterra, 1904.

      Quinto Século

      “antes de Abraão existir, eu era”

      Peshitta siríaca — Edição: The Syriac New Testament Translated into English from the Peshitto Version, de James Murdock, sétima ed., Boston e Londres, 1896.

      Quinto Século

      “antes de Abraão vir a ser, eu era”

      Georgiano — Edição: “The Old Georgian Version of the Gospel of John,” de Robert P. Blake e Maurice Brière, publicado em Patrologia Orientalis, Vol. XXVI, fascículo 4, Paris, 1950.

      Sexto Século

      “antes de Abraão nascer, eu era”

      Etiópico — Edição: Novum Testamentum . . . Æthiopice (O Novo Testamento ... em Etiópico), de Thomas Pell Platt, revisado por F. Praetorius, Leipzig, Alemanha, 1899.

      A ação expressa em Jo 8:58 começou “antes de Abraão vir à existência” e ainda está em progresso. Em tal situação εἰμί (ei·mí), que está no presente do indicativo da primeira pessoa singular, é corretamente traduzido pelo indicativo perfeito. Exemplos da mesma sintaxe são encontrados em Lu 2:48; 13:7; 15:29; Jo 5:6; 14:9; 15:27; At 15:21; 2Co 12:19; 1Jo 3:8.

      A respeito desta construção diz A Grammar of the Idiom of the New Testament, de G. B. Winer, sétima edição, Andover, 1897, p. 267: “Às vezes, o Presente inclui também um pretérito (Mdv. 108), viz. quando o verbo expressa uma condição que começou num período anterior, mas que ainda continua, — uma condição na sua duração; como em Jo. xv. 27 ἀπ’ ἀρχῆς μετ’ ἐμοῦ ἐστέ [ap’ ar·khés met’ e·moú e·sté], viii. 58 πρὶν ᾿Αβραὰμ γενέσθαι ἐγὼ εὶμι [prin A·bra·ám ge·né·sthai e·gó ei·mi].”

      Do mesmo modo, A Grammar of New Testament Greek, de J. H. Moulton, Vol. III, de Nigel Turner, Edimburgo, 1963, p. 62, diz: “O Presente, que indica a continuidade duma ação durante o passado e até o momento em que se fala é virtualmente o mesmo que o [aspecto verbal] Perfectivo, a única diferença sendo que se concebe a ação como ainda em andamento ... É freqüente no N[ovo] T[estamento]: Lu 248 137 ... 1529 ... Jo 56 858 ...”

      Alguns, na tentativa de identificar Jesus com Jeová, dizem que ἐγὼ εἰμί (e·gó ei·mí) equivale à expressão hebraica ’aní hu’, “sou eu [eu o sou]”, usada por Deus. Todavia, deve-se notar que esta expressão hebraica é também usada pelo homem. — 1Cr 21:17 n.

      Na tentativa adicional de identificar Jesus com Jeová, alguns procuram usar Êx 3:14 (LXX), que reza: ᾿Εγώ εἰηι ὁ ὤν (E·gó ei·mi ho on), que significa “Eu sou O Ser” ou “Eu sou O Existente”. Esta tentativa não pode ser sustentada, porque a expressão em Êx 3:14 é diferente da em Jo 8:58. (Veja Êx 3:14 n.) Em todas as Escrituras Gregas Cristãs não é possível identificar Jesus com Jeová, como a mesma pessoa. — Veja 1Pe 2:3 n.; Ap. 6A, 6E.

  • 7A Cobras reagem ao som
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 7A Cobras reagem ao som

      Sal 58:4b, 5a — “Estão surdos como a naja que tapa o ouvido, que não quer escutar a voz dos encantadores.”

      No jornal The New York Times, de 10 de janeiro de 1954, sec. 4, p. 9, sob o título “São as Serpentes ‘Encantadas’ Pela Música?”, publicou-se o seguinte relatório sobre Sal 58:4, 5: “O Dr. David I. Macht, farmacólogo pesquisador do Hospital Monte Sinai em Baltimore [EUA], é uma das principais autoridades no mundo em veneno de naja. (O veneno da naja é um remédio aceito, por exemplo, em casos de distúrbios sangüíneos.) O Dr. Macht informou que, ao trabalhar com najas e o veneno da naja, familiarizou-se com diversos médicos hindus, bem instruídos, e de diferentes partes da Índia. Todos concordavam que as najas reagem a certos tons musicais, de flautas ou pífaros musicais. Algumas formas de música excitam os animais mais do que outras formas, informaram os médicos. As crianças indianas, brincando na escuridão do interior, são até mesmo avisadas que não cantem, para que seus sons não atraiam najas, disse ele. O Dr. Macht comentou que Shakespeare, que repetidas vezes se referiu às serpentes como surdas . . . simplesmente repetiu um equívoco comum. Por outro lado, disse o Dr. Macht, o salmista estava certo ao dar a entender o contrário, no Salmo 58, Versículo 5, que as serpentes podem ouvir. . . . Contrário às afirmações de alguns naturalistas, o Dr. Macht disse que as cobras são ‘encantadas’ pelos sons e não pelos movimentos do encantador.”

      De modo similar, num artigo publicado na revista zoológica alemã Grzimeks Tier, Sielmanns Tierwelt (O Animal de Grzimek, o Mundo Animal de Sielmann), de julho de 1981, pp. 34, 35, o autor fala sobre uma cobra que vivia no seu sítio em Sri-Lanka, num cupinzeiro (termiteira). Ele pediu a um encantador de serpentes que pegasse a cobra selvagem e a fizesse dançar. O autor relata: “Depois de ter assegurado ao meu convidado de que havia realmente uma naja que morava ali, ele se sentou em frente à termiteira e começou a tocar sua flauta. Após um longo tempo — eu não acreditava mais que algo ocorreria — a naja ergueu a cabeça vários centímetros para fora dum buraco. Antes que a serpente pudesse abrir a boca, o encantador avançou depressa e prendeu a cabeça dela com o polegar e dois dedos.” Daí, o indiano conseguiu realmente fazer a serpente dançar.

      Portanto, há evidência de que a naja de fato ‘escuta a voz dos encantadores’.

  • 7B Perguntas de repulsa indicativas de objeção
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 7B Perguntas de repulsa indicativas de objeção

      Mt 8:29 — “Que temos nós contigo, Filho de Deus?”

      Esta pergunta que os demônios fizeram a Jesus é uma antiga forma idiomática de pergunta, encontrada nas Escrituras Hebraicas em oito lugares, a saber, em Jos 22:24; Jz 11:12; 2Sa 16:10; 19:22; 1Rs 17:18; 2Rs 3:13; 2Cr 35:21; Os 14:8. Nas Escrituras Gregas Cristãs, bem como na versão siríaca, faz-se uma tradução literal da antiga expressão hebraica, e ela ocorre seis vezes, a saber, em Mt 8:29; Mr 1:24; 5:7; Lu 4:34; 8:28; Jo 2:4. Traduzida literalmente, a pergunta em Mt 8:29 reza: “Que há para nós e para ti?” que significa: “Que há de comum entre nós e ti?” “Que temos nós e tu em comum?” Ou, conforme vertido acima: “Que temos nós contigo?”

      Em cada caso, nas Escrituras, hebraicas e gregas, trata-se duma repulsa em forma de pergunta, indicando objeção ao que foi sugerido, proposto ou suspeitado. Isto é apoiado pela forma positiva de se expressar a questão, em Esd 4:3 (2 Esdras 4:3, LXX): “Não tendes nada que ver conosco na construção de uma casa ao nosso Deus”; ou: “Não cabe a vós e a nós construir uma casa ao nosso Deus.” A mesma forma de expressão, no imperativo, é a solicitação que a esposa de Pilatos fez a ele a respeito de Jesus, que devia ser julgado perante seu marido, em Mt 27:19: “Não tenhas nada que ver com esse homem justo.” Literalmente: “Não haja nada entre ti e esse homem justo.”

      Expressa nessa forma mui comum, a pergunta que Jesus fez à sua mãe, em Jo 2:4, não pode ser excluída da mesma categoria. Tem todos os aspectos duma repulsa ou resistência à sua mãe em dizer-lhe o que ele devia fazer. De modo que no seu caso vertemos isso do mesmo modo que em todos os outros casos de pergunta similar: “Que tenho eu que ver contigo, mulher? Minha hora não chegou ainda.” Outros tradutores verteram isso ainda mais fortemente: “Não tentes dirigir-me. Ainda não chegou meu tempo para agir.” (An American Translation) “Não me incomodes, mulher; ainda não chegou a minha hora.” — The Four Gospels, de C. C. Torrey, baseados no aramaico.

  • 7C Jesus ressuscitado no dia “depois do sábado”
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 7C Jesus ressuscitado no dia “depois do sábado”

      Mt 28:1 — “Depois do Sábado”

      Gr.: Ὀψὲ . . . σαββάτων (o·psé . . . sab·bá·ton)

      J. H. Thayer, em A Greek-English Lexicon of the New Testament, quarta ed., Edimburgo (1901), p. 471, diz: “ὀψὲ σαββάτων, acabando de passar o sábado, depois do sábado, i.e. na madrugada do primeiro dia da semana — (uma interpretação absolutamente exigida pela especificação adicional τῇ ὲπιφωσκ. κτλ. [tei e·pi·fo·sk(oú·sei) ktl., “quando estava ficando claro” etc.]), Mt. xxviii. 1.” Também, ZorellGr, coluna 969, diz: “post [depois]: ὀψὲ σαββάτων Mt 28:1 ‘post sabbatum’ [‘depois do sábado’].” Além disso, Bauer, p. 601, diz sob ὀψέ: “depois ὀψὲ σαββάτων depois do sábado Mt 28:1.”

  • 7D “Pacto” usado no antigo sentido hebraico
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 7D “Pacto” usado no antigo sentido hebraico

      He 9:16 — Gr.: διαθήκη (di·a·thé·ke)

      1887

      “porque onde um pacto há, a morte da vítima pactual a entrar é necessária”

      The Holy Bible, de Robert Young, Edinburgh.

      1897

      “Porque onde um pacto há é necessário que se introduza a morte daquele que pactuou”

      The Emphasised Bible, de J. B. Rotherham, Cincinnati.

      1963

      “Pois, onde há um pacto, precisa ser provida a morte do pactuante humano.”

      Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque.

      A palavra di·a·thé·ke ocorre 33 vezes no texto grego, a saber, em Mt 26:28; Mr 14:24; Lu 1:72; 22:20; At 3:25; 7:8; Ro 9:4; 11:27; 1Co 11:25; 2Co 3:6, 14; Gál 3:15, 17; 4:24; Ef 2:12; He 7:22; 8:6, 8, 9, 10; 9:4, 15, 16, 17, 20; 10:16, 29; 12:24; 13:20; Re 11:19. A Tradução do Novo Mundo verte a palavra grega di·a·thé·ke por “pacto” nestes 33 lugares.

      A palavra di·a·thé·ke ocorre sete vezes nas citações das Escrituras Hebraicas, a saber, em Ro 11:27 (de Is 59:21); He 8:8 (de Je 31:31), He 8:9 (duas vezes, de Je 31:32), He 8:10 (de Je 31:33); He 9:20 (de Êx 24:8); He 10:16 (de Je 31:33). Nestes textos citados, a palavra hebraica no M é ברית (beríth, “pacto”), e a palavra grega na LXX é διαθήκη (di·a·thé·ke).

      Embora o sentido óbvio de di·a·thé·ke, nas Escrituras Gregas Cristãs, seja o antigo sentido hebraico de “pacto”, muitos tradutores modernos vertem di·a·thé·ke, em He 9:16, 17, por “legado” ou “testamento”. Assim dão a entender que o escritor do livro de Hebreus intencionava uma mudança de sentido no que se refere a esta palavra grega.

      Entretanto, a Cyclopedia of Biblical, Theological, and Ecclesiastical Literature, de John McClintock e James Strong, Grand Rapids, Michigan, EUA, reimpressão de 1981, Vol. II, p. 544, declara: “Visto que a Sept. verte coerentemente בְּרִית (que nunca significa legado ou testamento, mas sempre pacto ou acordo) por διαθήκη em todo o A. T., os escritores do N. T., por adotarem tal palavra, podem naturalmente ser entendidos como pretendendo transmitir a mesma idéia aos seus leitores, cuja maioria está familiarizada com o A. T. grego. . . . Na passagem, que se confessa ser difícil, Heb. ix, 16, 17, a palavra διαθήκη foi considerada por muitos comentaristas como exigindo terminantemente o sentido de legado ou testamento. Por outro lado, porém, pode-se alegar que, além do que se acaba de dizer sobre o sentido usual da palavra no N. T., a palavra ocorre duas vezes no contexto, onde seu sentido forçosamente tem de ser o mesmo como na tradução de בְּרִית, e com o inquestionável sentido de pacto (comp. διαθήκη καινή [di·a·thé·ke kai·né, “novo pacto”], Heb. ix, 15, com a mesma expressão em viii, 8; e διαθήκη, ix, 16, 17, com o v. 20, e Êxo. xxiv, 8).”

      Também B. F. Westcott, co-editor do texto grego de Westcott e Hort, escreveu o seguinte na sua obra The Epistle to the Hebrews, Londres, 1892, p. 300:

      “A evidência bíblica, por isso, tanto quanto é clara, está inteiramente a favor do sentido de ‘pacto’, com a necessária limitação do sentido da palavra em conexão com um pacto divino. Quando passamos a considerar o sentido de διαθήκη no c. ix. 15 ss., apresenta-se uma observação preliminar. A conexão entre os v. 15—18 é muito íntima: v. 16 ὅπου γάρ [hó·pou gar, “Pois onde”] . . .: v. 18 ὅθεν οὐδέ [hó·then ou·dé, “Por conseguinte, tampouco”]. . . .

      “Esta conexão torna mui difícil supor que a palavra-chave (διαθήκη) seja usada em sentidos diferentes, no decurso dos versículos, e especialmente que a característica duma espécie específica de διαθήκη, essencialmente diferente de πρώτη διαθήκη [pró·te di·a·thé·ke, “pacto anterior”] dos v. 15, 18, devesse ser avançada para o v. 16. Porque é impossível sustentar que os sacrifícios com que o Antigo Pacto foi inaugurado pudessem ser explicados na suposição de que se tratava dum ‘Testamento’. Tampouco parece que pudesse ser chamado de ‘Testamento’ em qualquer sentido.

      “Por isso é bem razoável concluir que διαθήκη tem o mesmo sentido em todo o lugar, e que o sentido é o de outro modo universal de ‘pacto’, a menos que haja argumentos sobrepujantes contra tal conceito.”

      Portanto, em He 9:16, 17, a palavra grega di·a·thé·ke tem o mesmo significado que nos versículos circundantes, a saber, o de “pacto”, correspondendo à palavra hebraica beríth. Estes versículos estão incluídos na consideração que o apóstolo faz do pacto da Lei mosaica em comparação com o seu antítipo, o novo pacto. Paulo fala da morte do mediador (“pactuante”) para que o pacto se torne legal e vigente. No caso do pacto da Lei, as vítimas animais ocupavam o lugar de Moisés, o mediador do pacto da Lei, sendo que seu sangue substituía o dele na legalização e vigência do pacto. Correspondentemente, no caso do novo pacto, Jesus Cristo, o mediador do novo pacto, realmente deu a sua vida humana perfeita em sacrifício. Em resultado de ele derramar seu sangue, foi validado o novo pacto. — He 9:17.

  • 7E As expressões “o Antigo Testamento” e “o Novo Testamento”
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 7E As expressões “o Antigo Testamento” e “o Novo Testamento”

      2Co 3:14 — Gr.: ἐπὶ τῇ ἀναγνώσει τῆς παλαιᾶς διαθήκης (e·pí tei a·na·gnó·sei tes pa·lai·ás di·a·thé·kes);

      lat.: in lectione veteris testamenti

      1778

      “na lição do antigo testamento”

      Antônio Pereira de Figueiredo.

      1963

      “da leitura do antigo pacto”

      Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque.

      Hoje é costumeiro referir-se às Escrituras escritas em hebraico e em aramaico como “O Antigo [Velho] Testamento”. Isto se baseia na tradução de 2Co 3:14 na Vulgata latina e de algumas versões tais como a de Antônio Pereira de Figueiredo. As Escrituras Gregas Cristãs são costumeiramente chamadas de “O Novo Testamento”. Deve-se notar que em 2Co 3:14 a palavra di·a·thé·kes significa “pacto”, assim como nos outros 32 lugares em que ela ocorre no texto grego. — Veja Ap. 7D.

      A respeito do significado da palavra latina testamentum (genitivo: testamenti), diz Edwin Hatch na sua obra Essays in Biblical Greek, Oxford, 1889, p. 48, que, “na ignorância da filologia do latim posterior e vulgar, supunha-se anteriormente que ‘testamentum’, como a palavra [di·a·thé·ke] é vertida nas primitivas versões latinas, bem como na Vulgata, significasse ‘testamento’ ou ‘legado’, quando de fato também significava, se não exclusivamente, ‘pacto’”. Do mesmo modo, em A Bible Commentary for English Readers by Various Writers, editado por Charles Ellicott, Nova Iorque, Vol. VIII, p. 309, W. F. Moulton escreveu que, “na antiga tradução latina das Escrituras, testamentum tornou-se a tradução comum da palavra [di·a·thé·ke]. Entretanto, visto que esta tradução muitas vezes é encontrada onde é impossível imaginar um sentido tal como legado [testamento] (por exemplo, no Sal. lxxxiii, 5, onde ninguém presumiria que o Salmista dissesse que os inimigos de Deus ‘arranjaram um testamento contra Ele’), é evidente que testamentum em latim fora usado com um sentido ampliado, correspondendo à ampla aplicação da palavra grega.” — Veja Sal 25:10 n. e Sal 83:5 n.

      Em vista do acima, a tradução “antigo testamento” na versão de Antônio Pereira de Figueiredo, em 2Co 3:14, é incorreta. Muitas traduções modernas rezam corretamente “antigo pacto [antiga aliança]”, neste ponto. O apóstolo Paulo não se refere aqui às Escrituras Hebraicas e Aramaicas na sua inteireza. Tampouco quer dizer que os inspirados escritos cristãos constituem um “novo testamento (pacto)”. O apóstolo está falando do antigo pacto da Lei, que foi registrado por Moisés no Pentateuco e que constitui apenas parte das Escrituras pré-cristãs. Por isso ele diz no versículo seguinte: “sempre que se lê Moisés”.

      De modo que não há nenhuma base válida para as Escrituras Hebraicas e Aramaicas serem chamadas de “O Antigo [Velho] Testamento” e para as Escrituras Gregas Cristãs serem chamadas de “O Novo Testamento”. O próprio Jesus Cristo referiu-se à coleção dos escritos sagrados como “as Escrituras”. (Mt 21:42; Mr 14:49; Jo 5:39) O apóstolo Paulo referiu-se a elas como “Escrituras sagradas”, “Escrituras” e “os escritos sagrados”. (Ro 1:2; 15:4; 2Ti 3:15) Em harmonia com a pronunciação sagrada em Ro 1:2, a Tradução do Novo Mundo traz no seu título a expressão “Escrituras Sagradas”.

  • 8A Dinheiro, pesos, medidas
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 8A Dinheiro, pesos, medidas

      Os valores apresentados a seguir são médias baseadas na evidência bíblica e em achados arqueológicos. Todos os equivalentes modernos usados nesta obra também devem ser considerados como aproximações.

      Para se poder calcular os valores atuais do ouro ou da prata, deve-se determinar quais são os valores mais recentes por grama e os multiplicar pelo número de gramas.

      TABELA DE DINHEIRO POR PESO NAS ESCRITURAS HEBRAICAS

      1 gera

      = 1⁄20 de siclo

      = 0,57 g

      1 beca (meio siclo)

      = 10 geras

      = 5,7 g

      1 siclo

      = 2 becas

      = 11,4 g

      1 mina (mané)

      = 50 siclos

      = 570 g

      1 talento

      = 60 minas

      = 34,2 kg

      1 darico (persa, de ouro)

       

      = 8,4 g

      1 darico (persa, de prata) (também chamado siclo)

       

      = 5,60 g

      TABELA DE MOEDAS GREGAS E ROMANAS POR PESO NAS ESCRITURAS GREGAS

      1 lépton (judaico, de cobre ou bronze)

      = 1⁄2 quadrantes

         

      1 quadrante (romano, de cobre ou bronze)

      = 2 leptas

         

      1 asse ou assário (romano e provincial, de cobre ou bronze)

      = 4 quadrantes

         

      1 denário (romano, de prata)

      = 16 asses

      = 3,85 g

      1 dracma (grega, de prata)

       

      = 3,40 g

      1 didracma (grega, de prata)

      = 2 dracma

      = 6,80 g

      1 tetradracma (um estáter de prata)

      = 4 dracmas

      = 13,6 g

      1 mina

      = 100 dracmas

      = 340 g

      1 talento (de ouro ou prata)

      = 60 minas

      = 20,4 kg

      MEDIDAS PARA LÍQUIDOS

      1 logue

      = 1⁄4 cabo

      = 0,31 L

      1 cabo

      = 4 logues

      = 1,22 L

      1 him

      = 3 cabos

      = 3,67 L

      1 bato

      = 6 hins

      = 22 L

      1 coroa

      = 10 batos

      = 220 L

      MEDIDAS PARA SECOS

      1 cabo

      = 4 logues

      = 1,22 L

      1 gômor

      = 1 4⁄5 cabo

      = 2,2 L

      1 seá

      = 3 1⁄3 gômores

      = 7,33 L

      1 efa

      = 3 seás

      = 22 L

      1 ômer (coro)

      = 10 efas

      = 220 L

      MEDIDAS LINEARES

      1 largura dum dedo

      = 1⁄4 da largura da mão

      = 1,85 cm

      1 largura da mão

      = 4 larguras dum dedo

      = 7,4 cm

      1 palmo

      = 3 larguras da mão

      = 22,2 cm

      1 côvado

      = 2 palmos

      = 44,5 cm

      1 côvado longob

      = 7 larguras da mão

      = 51,8 cm

      1 cana

      = 6 côvados

      = 2,67 m

      1 cana longa

      = 6 côvados longos

      = 3,11 m

      1 braça

       

      = 1,8 m

      “Mil passos.” Gr.: mí·li·on. (Mt 5:41) Provavelmente a milha romana (1.479,5 m). No texto grego em Lu 24:13; Jo 6:19; 11:18, os algarismos das distâncias são dados em termos de estádios. (Um estádio romano = 1⁄8 de milha romana ou 185 m. Na Tradução do Novo Mundo, os algarismos em estádios, em Lu 24:13; Jo 6:19; 11:18, foram convertidos em quilômetros. Por exemplo, em Lu 24:13, “sessenta estádios” são apresentados como “cerca de onze quilômetros”.

      a É também uma medida para secos, correspondendo ao ômer.

      b Possivelmente o mesmo que o côvado “anterior” de 2Cr 3:3.

  • 8B Os meses calendares da Bíblia
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 8B Os meses calendares da Bíblia

      Os meses judaicos eram contados de lua nova a lua nova. (Is 66:23) Uma palavra hebraica, hhó·dhesh, “mês” (Gên 7:11), deriva dum radical que significa “novo”, ao passo que outra palavra para mês, yé·rahh, significa “lunação”.

      MESES sagrados

      MESES

      CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

      SAFRAS

      1.°

      7.°

      Chuvas, neve derretida enchem o Jordão.

      Começa a ceifa de cevada, linho. Rebanhos pastam.

      2.°

      8.°

      Começa o estio; céu geralmente claro.

      Ceifa da cevada; ceifa do trigo em regiões baixas.

      3.°

      9.°

      Calor do verão. Ar limpo.

      Ceifa do trigo. Primeiros figos. Algumas maçãs.

      4.°

      10.°

      Crescente calor. Forte orvalho em certas regiões.

      Primeiras uvas. Vegetação e mananciais secam.

      5.°

      11.°

      Calor atinge o máximo.

      Começa a colheita das uvas.

      6.°

      12.°

      Calor continua.

      Colheita de tâmaras e figos de verão.

      7.°

      1.°

      Verão termina. Começam primeiras chuvas.

      Fim da colheita. Começa a aragem.

      8.°

      2.°

      Chuvas leves.

      Semeado trigo. Rebanhos invernados. Colheita de olivas.

      9.°

      3.°

      Aumentam as chuvas. Geadas. Neve nos montes.

      Brota grama.

      10.°

      4.°

      Frio máximo. Chuvoso. Neve nos montes.

      Baixadas verdejantes. Desenvolvem-se cereais, flores.

      11.°

      5.°

      Diminui o frio. Chuva continua.

      Amendoeiras em flor. Figueiras brotam.

      12.°

      6.°

      Freqüentes trovões e granizo.

      Alfarrobeiras em flor. Colheita de cítricos.

      13.°

       

      Mês intercalar acrescentado sete vezes em 19 anos, em geral como segundo adar (veadar).

      [Diagrama na página 1527]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      1.º NISÃ (ABIBE) março-abril

      14 Páscoa

      15-21 Pães não Fermentados

      16 Oferta das primícias

      Cevada

      2.º ÍIAR (ZIVE) abril-maio

      14 Páscoa adiada (Núm 9:10-13)

      Trigo

      3.º SIVÃ maio-junho

      6 Festividade das Semanas (Pentecostes)

      Primeiros Figos

      4.º TAMUZ junho-julho

      Primeiras Uvas

      5.º AB julho-agosto

      Frutas de verão

      6.º ELUL agosto-setembro

      Tâmaras, uvas, figos

      7.º TISRI (ETANIM) setembro-outubro

      1 Toque de Trombeta

      10 Dia da Expiação

      15-21 Festividade das Barracas ou do Recolhimento

      22 Assembléia solene

      Aragem

      8.º CHESVÃ (BUL) outubro-novembro

      Olivas

      9.º QUISLEU novembro-dezembro

      25 Festividade da Dedicação

      Rebanhos invernados

      10.º TEBETE dezembro-janeiro

      Crescimento da vegetação

      11.º SEBATE janeiro-fevereiro

      Amendoeiras em flor

      12.º ADAR fevereiro-março

      14, 15 Purim

      Cítricos

      13.º VEADAR março

  • 9A Território das tribos de Israel
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 9A Território das tribos de Israel

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      DÃ

      Jope

      JUDÁ

      Ascalom

      Gaza

      Asdode

      Ecrom

      Gate

      Adulão

      Quiriate-Jearim

      Jerusalém

      Belém

      Hébron

      En-Gedi

      (SIMEÃO)

      Ziclague

      Berseba

      ASER

      Sídon

      Sarefá

      Tiro

      MANASSÉS

      Dotã

      Tirza

      Samaria

      Siquém

      EFRAIM

      Ramá

      Betel

      Ai

      Silo

      NAFTALI

      Quedes

      ZEBULÃO

      ISSACAR

      Megido

      En-Dor

      Suném

      Jezreel

      BENJAMIM

      Gibeão

      Gibeá

      Gilgal

      Jericó

      (DÃ)

      Dã

      MANASSÉS

      Golã

      GADE

      Ramote

      Rabá

      RÚBEM

      Bezer

      [Outros locais]

      Damasco

      EDOM

      MOABE

      AMOM

      [Montes]

      MTE. CARMELO

      MTE. EBAL

      MTE. GERIZIM

      MTE. TABOR

      MTE. GILBOA

      MTE. HERMOM

      MTE. LÍBANO

      MTE. NEBO

      [Mares]

      GRANDE MAR

      Mar Salgado

      Mar de Quinerete

      [Rios, torrentes e vales]

      V. da T. do Egito

      Rio Jordão

      V. da T. do Jaboque

      V. da T. do Árnon

  • 9B Mapa para Gênesis — região de Canaã
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 9B Mapa para Gênesis — região de Canaã

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      Sídon

      Damasco

      Dã

      GIRGASEUS

      REFAINS

      Asterote-Carnaim

      ZUZINS

      Cã

      Dotã

      A Torre de Vigia, Galeede

      Maaanaim

      CANANEUS

      HEVEUS

      Siquém

      Árvores Grandes de Moré

      Sucote

      Penuel

      GILEADE

      PERIZEUS

      Silo

      DISTRITO DO JORDÃO

      Betel, Luz

      Ai

      Atade, Abel-Mizraim

      Baixada de Savé

      Moriá Jeová-Jiré

      Salém

      JEBUSEUS

      Belém, Efrata

      Timná

      Enaim

      Adulão

      Aczibe

      Torre de Éder

      Zerete-Saar

      AMOM

      Savé-Quiriataim

      Gaza

      HITITAS

      Manre

      Hébron, Quiriate-Arba

      Caverna de Macpela

      Gerar

      QUENEUS

      Berseba

      Siba

      AMORREUS

      EMINS

      Baixada de Sidim

      Gomorra?

      Zeboim?

      Admá?

      Sodoma?

      Zoar, Bela?

      O NEGEBE

      Reobote

      QUENIZEUS

      MOABE

      HOREUS

      AMALEQUITAS

      Hazazom-Tamar?

      Berede

      Beer-Laai-Roi

      Cades, En-Mispate

      O ARABÁ

      SEIR

      EDOM

      TEMANITAS

      SUR

      [Mares]

      GRANDE MAR

      Mar Salgado

      [Rios, torrentes e vales]

      Rio Jordão

      V. da T. do Jaboque

      V. da T. de Gerar

      V. da T. do Egito

  • 9C O tabernáculo, com sua planta baixa
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 9C O tabernáculo, com sua planta baixa

      [Diagrama na página 1530]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      NORTE

      MERARITAS

      NAFTALI

      DÃ

      ASER

      LESTE

      ARÃO

      ZEBULÃO

      JUDÁ

      ISSACAR

      SUL

      COATITAS

      GADE

      RUBEM

      SIMEÃO

      OESTE

      GERSONITAS

      BENJAMIM

      EFRAIM

      MANASSÉS

      PÁTIO

      Portão

      Altar da Oferta Queimada

      Bacia

      SANTO

      Reposteiro

      Mesa

      Cadelabro

      Altar do Incenso

      SANTÍSSIMO

      Cortina

      Arca

      [Foto na página 1530]

      (ilustração do tabernáculo, conforme pode ter parecido com o interior exposto.)

  • 9D O templo no tempo de Salomão, com sua planta baixa
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 9D O templo no tempo de Salomão, com sua planta baixa

      1 Santíssimo. — 1Rs 6:16, 20.

      2 Quartos de terraço. — 1Cr 28:11.

      3 Santo. — 2Cr 5:9.

      4 Pórtico. — 1Rs 6:3; 2Cr 3:4.

      5 Jaquim. — 1Rs 7:21.

      6 Boaz. — 2Cr 3:17.

      7 Refeitórios. — 1Cr 28:12.

      8 Altar de cobre. — 2Cr 4:1.

      9 Tribuna de cobre. — 2Cr 6:13.

      10 Pátio interno. — 1Rs 6:36.

      11 Mar de fundição. — 1Rs 7:23.

      12 Carrocins. — 1Rs 7:27.

      13 Entrada lateral. — 1Rs 6:8.

      14 Câmaras laterais. — 1Rs 6:5, 6, 10.

  • 9E Jerusalém nos dias de Salomão, com sua planta baixa
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 9E Jerusalém nos dias de Salomão, com sua planta baixa

      1 O Templo. — 1Rs 6:37, 38; 2Cr 3:1-4.

      2 Pátio grande. — 1Rs 7:12.

      3 Pórtico do Trono. — 1Rs 7:7.

      4 Pórtico das Colunas. — 1Rs 7:6.

      5 Casa da Floresta do Líbano. — 1Rs 7:2.

      6 Palácio de Salomão. — 1Rs 7:1, 8.

      7 Casa da filha de Faraó. — 2Cr 8:11.

      8 Grande escadaria.

      9 Ofel (área). — 2Cr 27:3; 33:14.

      10 Torre de Davi. — Cân 4:4.

      11 Palácio de Davi. — 2Sa 5:11; 7:2.

      12 Tenda para a Arca. — 2Sa 6:17.

      13 Mte. Sião. — 2Sa 5:7.

      14 Sepulturas dos reis. — 1Rs 2:10; 2Cr 21:20.

      15 Portão da Fonte. — Ne 3:15.

      16 Vale de Tiropeom.

      17 Vale de Hinom. — 2Rs 23:10.

      18 Escarpa. — Sal 48:13.

      19 Torres de habitação. — Sal 48:3, 13.

      20 Vale do Cédron. — 2Sa 15:23; 1Rs 2:37.

      21 Portão das Águas. — Ne 3:26.

      22 Giom (fonte). — 1Rs 1:33.

      23 Portão dos Cavalos. — Ne 3:28.

      24 Portão de Inspeção. — Ne 3:31.

      25 Portão das Ovelhas. — Ne 3:32.

      26 Mte. Moriá. — 2Cr 3:1.

      [Diagrama na página 1533]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      Vale de Tiropeom

      MTE. SIÃO

      OFEL

      MTE. MORIÁ

      Vale do Cédron

  • 9F O templo reconstruído por Herodes, com sua planta baixa
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 9F O templo reconstruído por Herodes, com sua planta baixa

      [Diagrama da página 1534]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      Vale de Tiropeom

      Portão

      Viaduto

      Portão

      Torre (Fortaleza)de Antônia

      Portão

      Portão

      Portão

      Vale do Cédron

      MTE. DAS OLIVEIRAS

      Portão

      Portão

      Colunata de Salomão

      Colunata Real

      Mureta (Soregue)

      Pátio dos Gentios

      Pátio das Mulheres

      Pátio de Israel

      Pátio dos Sacerdotes

      Altar da Oferta Queimada

      Mar de Fundição

      Templo

      Santíssimo

      Santo

      [Foto na página 1534]

      Conforme visto do sudeste.

  • 9G Jerusalém e suas muralhas após o exílio babilônico (veja Ne 13:19 n.)
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 9G Jerusalém e suas muralhas após o exílio babilônico (veja Ne 13:19 n.)

      1 Portão do Vale. — Ne 2:13.

      2 Portão dos Montes de Cinzas. — Ne 3:13.

      3 Vale de Hinom. — Ne 11:30; Je 19:2, 6.

      4 En-Rogel. — Jos 18:16.

      5 Jardim do Rei. — Ne 3:15.

      6 Portão da Fonte. — Ne 2:14; 12:37.

      7 Sepulturas de Davi. — Ne 3:16.

      8 Cidade de Davi. — 2Sa 5:7; Ne 3:15.

      9 Vale da Torrente do Cédron. — Je 31:40.

      10 Portão das Águas. — Ne 3:26; 12:37.

      11 Praça Pública. — Ne 8:16.

      12 Fonte de Giom. — 2Cr 32:30.

      13 Ofel. — 2Cr 33:14; Ne 11:21.

      14 Portão dos Cavalos. — Ne 3:28.

      15 Muralha de Manassés. — 2Cr 33:13, 14.

      16 Portão de Inspeção. — Ne 3:31.

      17 Portão da Guarda. — Ne 12:39.

      18 Portão das Ovelhas. — Ne 3:1, 32.

      19 Torre de Meá. — Ne 12:39.

      20 Castelo. — Ne 2:8; 7:2.

      21 Torre de Hananel. — Je 31:38; Za 14:10.

      22 Portão do Peixe. — Ne 3:3.

      23 Muralha de Ezequias. — 2Cr 32:2, 5.

      24 Segundo Bairro. — Sof 1:10.

      25 Portão da Cidade Antiga. — Ne 3:6; 12:39.

      26 Portão de Efraim. — 2Rs 14:13; Ne 12:39.

      27 Praça Pública. — Ne 8:16.

      28 Muralha Larga. — Ne 3:8; 12:38.

      29 Torre dos Fornos. — Ne 3:11.

      30 Portão da Esquina. — 2Cr 25:23; 26:9; Za 14:10.

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