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  • O que não sabe lhe pode prejudicar
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
w67 15/6 pp. 355-356

O que não sabe lhe pode prejudicar

“O QUE eu não sei não me pode prejudicar.” “Eu apenas cuidarei da minha própria vida e deixarei que os outros cuidem da deles.” “Pelo menos, não me podem culpar por algo que não sei.” Estas são apenas algumas das expressões ouvidas de pessoas que não desejam se envolver com outras, que não querem assumir qualquer responsabilidade para com seu próximo ou suas concriaturas. Algumas realmente crêem que por se isolarem e se afastarem do contato excessivo com outros poderão viver uma vida sossegada e livre de preocupações.

Quão sábias são tais atitudes? E, podem os que as adotam agir assim e, ao mesmo tempo, pretender obter o favor de Deus como seguidores de Seu Filho, Cristo Jesus?

A “bendita ignorância” certamente parece atraente. E, é segundo as normas da justiça humana que os crimes cometidos por ignorância são considerados com maior clemência do que os perpetrados voluntariamente. Assim, superficialmente, talvez pareça bastante plausível pensar que o que não sabe não lhe pode prejudicar.

Mas, por que não recorrer à Palavra de Deus, a Bíblia, em busca de conselho autorizado sobre o assunto? Suponhamos que estivéssemos considerando a Ló, o sobrinho de Abraão. Este fiel adorador de Deus poderia ter fechado os olhos e ouvidos a tudo o que se estava passando ao redor dele em Sodoma e nas cidades adjacentes, iludindo a si mesmo em pensar que tudo estava certo, que quanto menos soubesse a respeito do assunto menor seria sua responsabilidade. Mas, era dessa forma que este homem aprovado por Deus considerava os assuntos? A Bíblia responde: “Esse justo, pelo que via e ouvia de dia a dia, enquanto morava entre eles, atormentava a sua alma justa em razão das ações deles contra a lei.” — 2 Ped. 2:8.

Negar qualquer responsabilidade para com a segurança e o bem-estar de nosso próximo e semelhante talvez nos pareça livrar de pesada carga. Isto é o que alguns têm presente quando decidem “cuidar de sua própria vida”. Mas, por certo é sábio parar e pensar nesta questão: Em que difere a minha atitude daquela expressa pelo homicida Caim quando disse a Deus: “Será que sou o guardião de meu irmão?” (Gên. 4:9) Esta falta de consideração pelos outros é responsável pela maneira desumana com que as pessoas nas cidades grandes podem ficar olhando para um concidadão morrer sem se incomodarem de ir buscar socorro.

É plenamente verdadeiro que o que as pessoas não sabem pode mostrar-se mui prejudicial a elas, sim, até mesmo fatal. Se morasse num apartamento de cima e não soubesse que um grande incêndio estava devorando os apartamentos de baixo, correria, na verdade, grande perigo. Do mesmo modo, um cego que anda na direção geral de um profundo abismo corre também grande perigo. Em ambos os casos, um aviso é a coisa necessária. Mas, quem dará o aviso se cada um decidiu estritamente “cuidar de sua própria vida”? Será que a pessoa em perigo não irá ser prejudicada por aquilo que não sabe?

Que há alguns que não desejam prestar atenção à informação admoestadora, o apóstolo Pedro tornou claro quando escreveu: “Pois, segundo o desejo deles, escapa-lhes este fato, de que nos tempos antigos havia céus, e uma terra sobressaindo compactamente à água e no meio da água, pela palavra de Deus; e, por esses meios, o mundo daquele tempo sofreu destruição, ao ser inundado pela água.” (2 Ped. 3:5, 6) Nenhum dos que rejeitaram o aviso de antemão, dos que assumiram a atitude de que o que não sabiam não lhes podia prejudicar, sobreviveu àquele fim diluviano do mundo.

As Escrituras mostram que aquele que se isola de cuidar das necessidades de seu semelhante irá ter dificuldades. Sob inspiração, o sábio homem declarou: “Aquele que se isola busca o seu próprio anseio egoísta; insurge-se contra toda a sabedoria prática.” (Pro. 18:1) A sabedoria prática lhe dirá que ele mesmo necessita urgentemente da associação edificante de outros. Táticas isolacionistas não isentam da responsabilidade, nem protegem da calamidade.

Na verdade, então, nada se ganha por se enfiar a cabeça na areia como o proverbial avestruz. Seremos responsáveis, muito embora ignoremos as coisas, se desprezarmos a oportunidade de obter conhecimento. Pense apenas na terrível situação daqueles israelitas que recusaram ouvir o aviso de Deus, e a respeito de quem Ele, por sua vez, declarou: “Como ele clamou, e eles não ouviram, assim também eles clamarão [no dia de sua calamidade], mas eu não ouvirei, diz o Senhor [Jeová] dos Exércitos.” — Zac. 7:13, Al.

Aqueles que recusam assimilar conhecimento vital, que pensam que o que não sabem nunca os prejudicará, bem que estarão pondo em perigo suas vidas. Por quê? Em razão do que Cristo Jesus declarou, quando em oração a seu Pai no céu: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) Quão importante, então, é armazenar conhecimento salutar, pois o conhecimento produz sabedoria, e a sabedoria, por sua vez, provê defesa contra a calamidade. — Ecl. 7:12.

A proclamação da mensagem do Reino por Cristo Jesus e seus seguidores, há mil e novecentos anos, trouxe grande responsabilidade sobre todos os que foram alcançados por ela, quer ouvissem quer não. Agora, em nossos dias, esta responsabilidade vem sendo intensificada tanto pela divulgação do conhecimento como pelos tempos críticos em que vivemos. Oportunas, então, são as palavras do apóstolo Paulo: “Deus não tem tomado em conta os tempos de tal ignorância, no entanto, agora ele está dizendo à humanidade que todos, em toda a parte, se arrependam. Porque ele fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada, por meio dum homem a quem designou.” — Atos 17:30, 31.

A ignorância dos propósitos de Deus nestes dias em que Ele faz com que o conhecimento seja proclamado até aos confins da terra não servirá de desculpa em Seu supremo tribunal de justiça. Por certo, o que não sabe lhe PODE prejudicar.

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