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  • g71 22/4 pp. 22-26
  • Como será obtida a vida eterna?

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  • Como será obtida a vida eterna?
  • Despertai! — 1971
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Despertai! — 1971
g71 22/4 pp. 22-26

Como será obtida a vida eterna?

‘COMO poderá ser obtida a vida eterna?’ — talvez pergunte logicamente. ‘Se isso acontecer, terá de haver grandes mudanças.’ Isso é verdade. Mas, por parte de quem?

Os homens da medicina há muito trabalham para fazer mudanças. Aumentaram a duração média da vida do homem principalmente pelo uso de anti-sépticos e por melhor saneamento. A redução de mortes tem sido mais notada entre os recém-nascidos e os bem jovens.

Como resultado de simples esforços humanos, porém, por quanto mais tempo espera o leitor, pessoalmente, poder viver? A Encyclopedia Americana (edição de 1968, sob “Longevidade”) relata:

“Ao passo que a perspectiva de vida do homem ao nascer quase que dobrou nos países [mais ‘avançados’] desde meados do século 19, sua perspectiva aos 60 anos aumentou apenas em um ano.”

No livro The Biology of Death (Biologia da Morte), o autor Raymond Pearl declara que a hereditariedade é um dos principais fatores no segredo da longa vida. Pearl expressa esta verdade numa declaração um tanto humorística: “O maior seguro de longevidade é . . . a cuidadosa seleção dos pais e avós da pessoa.”

A verdade nua e crua é que, hoje em dia, os esforços médicos se acham, admitidamente, paralisados no que tange a estender a duração da vida. E agora, a poluição do ar, da água e do alimento se torna cada vez mais mortífera a cada dia que passa, com a ameaça de encurtar a vida. Para quem, então, nos podemos voltar em busca duma vida longa?

Volte-se Para a Fonte da Vida

Se alguém estiver procurando uma vida longa, não é razoável que se volte para Aquele que deu a vida ao homem no início? Apenas o Criador saberia plenamente quais são todas as nossas necessidades e poderia satisfazê-las. A Bíblia diz a Seu respeito: “Contigo está a fonte da vida.” (Sal. 36:9) “Por meio dele temos vida, e nos movemos, e existimos”, disse o apóstolo Paulo aos homens de Atenas. — Atos 17:28.

Não é lógico, então, examinar o que Deus tem a dizer sobre a vida? Sua Palavra, a Bíblia, é a única fonte que faz qualquer promessa de vida eterna na terra ou que dá qualquer esperança satisfatória para aqueles que já morreram.

Neste ponto, talvez surja a idéia: ‘Já temos a Bíblia há séculos. Mas, ainda assim não vemos as pessoas agora continuarem vivendo sempre.’ Bem, a Bíblia nos diz: “Para tudo há um tempo determinado.” (Ecl. 3:1) Ela identifica o tempo em que os benefícios vitalizadores começarão a fluir para toda a humanidade obediente. Mostra que esse tempo está às portas.

O primeiro homem, Adão, nosso antepassado, lançou-se num proceder rebelde de independência de Deus. Determinou seguir seu próprio caminho. Desejava ‘saber’, decidir, julgar por si mesmo o que era bom e o que era mau. (Gên. 3:5, 22) Deus tem permitido pacientemente que os homens experimentem sua “independência”. Mas, atualmente, o homem atingiu o píncaro das dificuldades. E, agora é também o tempo em que Deus propôs acabar com a perversidade, nesta geração, e trazer condições na terra de modo que aqueles que o desejem possam viver para sempre. — Rev. 11:18.

Exatamente como trará isto? Quando nos dirigimos a Deus e à sua Palavra, aprendemos a respeito da provisão que Ele fez para o homem obter a vida interminável.

Necessidade dum “Resgate Correspondente”

Jesus Cristo afirmou que veio ao mundo da humanidade para que os homens pudessem ter vida eterna. (João 3:16, 17) Mas, como poderiam obter vida eterna visto que toda a humanidade herdou o pecado e a morte de Adão? Explicou Jesus: “O Filho do homem não veio para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e dar a sua alma como resgate em troca de muitos.” (Mat. 20:28) E Paulo, apóstolo de Jesus, disse que o Filho de Deus “se entregou como resgate correspondente por todos”. (1 Tim. 2:5, 6) Como sabe, um resgate é o meio de se comprar pessoas do cativeiro ou da escravidão. Cristo Jesus deu sua vida humana como resgate para tirar pessoas da escravidão ao pecado e à morte. (Rom. 5:21) Esse sacrifício provê a base para se restaurar as vitais relações corretas com Deus, o Dador da vida. Mas, por que o sacrifício de Jesus é chamado de “resgate correspondente”? E como é que traz o necessário alívio ao gênero humano?

No caso da descendência de Adão, não serviria qualquer tipo de resgate. Tinha de ser um “resgate correspondente”. Em que sentido? Bem, que possessão valiosa perdeu Adão para si mesmo e para todos os seus descendentes? Foi a perfeição humana. Assim, o verdadeiro sacrifício de resgate teria de corresponder ao perfeito Adão e possuir a perfeição humana. Somente desta forma poderia o resgate satisfazer a justiça perfeita de Deus, que exige igual por igual, “alma por alma”. — Êxo. 21:23-25; Deu. 19:21.

Nenhum animal poderia pagar o preço de resgate, pois os animais são inferiores ao homem. Não têm valor igual ao homem, e, assim, “não é possível que o sangue de touros e de bodes [realmente] tire pecados”, como a Bíblia bem diz. (Heb. 10:1-4) E nenhum descendente de Adão podia pagar o “resgate correspondente”. Por que não? Porque eram todos imperfeitos. Todos haviam herdado o pecado e a morte. — Rom. 5:12-14; Sal. 49:6-9.

Assim, era preciso um homem perfeito. Deus proveu esta necessidade a um tremendo custo para si mesmo. Como disse Jesus: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito . . . Pois, Deus enviou seu Filho ao mundo . . . para que o mundo fosse salvo por intermédio dele.” (João 3:16, 17) Como é magnificado por isto o amor de Deus! Pois Deus deu a vida de seu Filho, o “Filho do seu amor”, seu “Filho unigênito”, a fim de fornecer o preço de resgate. — Col. 1:13; Rom. 5:6-8.

Isto exigia que seu Filho se tornasse humano, para corresponder ao perfeito Adão. E Deus realizou isto por transferir a vida do seu Filho desde o céu até a madre da virgem judia, Maria. (Luc. 1:26-37; João 1:14) Visto que Jesus não devia sua vida a qualquer pai humano que descendia do pecador Adão, Jesus nasceu livre de qualquer herança do pecado. Era, por assim dizer, “um cordeiro sem mácula, nem mancha”, cujo sangue podia fornecer um sacrifício aceitável. — 1 Ped. 1:18, 19.

Nova Herança de Vida por Jesus Cristo

Pertencemos a uma família imperfeita, com uma herança de morte. Tem-se comprovado como cientificamente certa a regra: Os pais de vida curta ou adoentados não transmitem o vigor da vida a seus filhos assim como o fazem os pais fortes e saudáveis. Precisamos de nova herança de vida. Precisamos de regeneração. Por essa mesma causa Jesus veio à terra. Mas, como vem a nova herança de vida?

A explicação da Bíblia quanto à forma de isto se realizar é tanto simples como profunda — assim como o problema da condição moribunda da humanidade pode ser expresso com simplicidade mas é profundamente difícil de resolver. Primeiro, deve-se reconhecer que, por ocasião do pecado de Adão e de ser ele sentenciado à morte, seus descendentes ou raça estavam todos por nascer em seus lombos e, assim, todos morreram junto com ele. (Compare Hebreus 7:4-19; Romanos 7:9.) Jesus, qual homem perfeito, “o último Adão”, tinha uma possível raça de descendência por nascer em seus lombos. E, quando morreu inocentemente como perfeito sacrifício humano, esta raça humana em potencial morreu junto com ele. Jesus se abstivera voluntariamente de contrair matrimônio e produzir sua própria família. Morrendo Jesus como homem sem filhos, seus descendentes humanos por nascer exatamente contrabalançavam toda a raça que Adão reproduzira até agora. — 1 Cor. 15:45; compare com Romanos 5:15-17.

Assim, por renunciar à sua vida humana, junto com o potencial de ter seus próprios filhos, Jesus Cristo comprou direitos de vida “parentais” que Adão perdera. Dispõe de “crédito” em favor daqueles dentre a família de Adão que desejarem utilizá-lo.

Para ilustrar como isto satisfaz a justiça, poderíamos usar o caso dum homem que morreu, deixando grande dívida em seu espólio. Seus filhos não conseguem pagar as dívidas. Mas, um amigo, dotado de suficiente dinheiro, resgata o espólio dos credores do falecido e então distribui partes do mesmo como herança para os que são filhos dignos. No caso de Jesus, naturalmente, não são terrenos nem outros bens materiais que ele resgata e concede aos dignos, mas é a vida, a vida humana perfeita.

Por prover o “resgate correspondente”, Jesus comprou de novo toda a humanidade que descende de Adão, de modo que pudesse tornar-se sua família. Fez isto por apresentar o pleno valor de seu sacrifício de resgate ao Deus de absoluta justiça no céu. Ele “entrou . . . no próprio céu, para aparecer agora . . . perante a pessoa de Deus” em favor do mundo da humanidade. — Heb. 9:24.

Jesus Cristo pode assim ter filhos na terra, não pela procriação natural, mas pela redenção da descendência de Adão. Isto foi predito nas profecias messiânicas que indicam que Jesus terá “descendência” como “Pai eterno”. (Isa. 53:10-12; 9:6, 7) Jesus não seria um “Pai Eterno” para seus filhos terrestres se eles morressem. Assim, para que este título seja verdadeiro quanto a ele, os filhos terrestres de quem se torna pai por meio de seu resgate obterão a oportunidade de viver para sempre na terra.

Por conseguinte, pela fé em Jesus Cristo, os filhos moribundos do morto Adão podem transferir-se para a família de um Pai que vive para sempre. Este “Pai Eterno” pode regenerar às mentes e os corpos deles com vida, e pode, posteriormente, manter tal vigor de vida neles. (Rom. 6:23) Sim, pela fé em Jesus Cristo poderá ter nova herança de vida. E este arranjo inteiro para uma nova herança de vida manifesta a sabedoria de Jeová Deus e Sua justiça, de forma maravilhosa. Como assim? Em equilibrar ele de modo perfeito a balança da justiça, ao passo que, ao mesmo tempo, mostra bondade imerecida e perdoa peados. — Rom. 3:21-26.

Regência Justa Também por Jesus Cristo

Para usufruir a vida interminável na terra em felicidade, o homem precisa mais do que uma nova herança de vida. Precisa de um novo governo. Deus também proveu isto por Jesus Cristo. Este novo governo é o reino de Deus. Jesus ensinou seus seguidores a orar pedindo este reino: ‘Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” — Mat. 6:10.

Para que a vontade de Deus seja feita na terra, tem de findar o atual sistema de coisas. E a Bíblia mostra que muito em breve o reino de Deus esmagará e substituirá todos os sistemas do homem que agora provocam tamanho pesar. (Dan. 2:44) Esse tempo de destruição é descrito por Jesus como “grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo”. (Mat. 24:21) Depois da destruição deste inteiro sistema perverso, o reino de Deus, regendo desde o céu, controlará todos os assuntos da terra.

Tal reino celeste será o único governo que a terra terá para sempre depois do fim deste sistema perverso. Sua administração será muito superior a tudo o que os homens já tenham imaginado. Regendo com justiça e retidão, operará para trazer benefícios a todos, e não apenas a alguns poucos.

Que garantia temos de que o regente Jesus Cristo jamais permitirá a corrupção nos altos círculos? A de que ele já provou sua sujeição ao Criador. E ele rege, não para sua própria glória, mas para a glória de Deus, e para o benefício da população da terra. A respeito dele, está escrito que ele ‘ama a justiça e odeia a anarquia’. (Heb. 1:9) A Bíblia fala de sua lealdade e da posição exaltada que lhe foi concedida, nas seguintes palavras:

“Cristo Jesus, o qual, embora existisse em forma de Deus, não deu consideração a uma usurpação, a saber, que devesse ser igual a Deus. . . . Mais do que isso, quando se achou na feição de homem, humilhou-se e tornou-se obediente até à morte, sim morte numa estaca de tortura. Por esta razão, também, Deus o enalteceu a uma posição superior e lhe deu bondosamente o nome que está acima de todo outro nome.” — Fil. 2:5-11.

Obra Recriativa sob o Reino

Mesmo após o fim deste sistema de coisas, os sobreviventes da “grande tribulação” ainda terão corpos imperfeitos. Alguns precisarão ser restaurados da doença ou de órgãos que lhes faltam. Esta cura de toda a humanidade ocorrerá durante o reinado milenar de Jesus Cristo. Jesus falou deste tempo como a “recriação, quando o Filho do homem se assentar no seu glorioso trono”. — Mat. 19:28; Rev. 20:1-6.

Assim Jesus efetuará uma obra recriativa desde o céu. Quando na terra, segundo nos lembramos, sarou pessoas com todo tipo de doença e restaurou partes e funções do corpo, tais como mãos atrofiadas e a visão dos cegos de nascença. Até mesmo ressuscitou a um homem que já estava morto por quatro dias. Alguns de seus milagres de cura foram feitos à distância. Assim, do próprio céu, Jesus pode fazer a obra recriativa de forma completa aqui na terra. — Mar. 3:1-5; João 9:1-7; 11:38-44.

Gradualmente, a raça humana será trazida à perfeição. Levará tempo para trazer a perfeição da vida a todos os que a desejam. Junto com isto haverá a obra de tornar adequado o ambiente para os humanos perfeitos, um lugar de deleite.

Sim, a tenda de Deus estará “com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. As coisas anteriores, junto com todas as suas dificuldades, parecerão como que fora de lugar então, assim como as condições futuras que a Palavra de Deus descreve talvez pareçam irreais agora. — Rev. 21:3, 4.

Assim, a vida eterna é exeqüível. Pode ser obtida apenas pela transferência da família moribunda de Adão para uma nova herança de vida por Jesus Cristo, o “Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz”. — Isa. 9:6.

Pode alcançar o que o escritor científico chamou de “o melhor seguro de longevidade”, a saber, a escolha de novo pai — o “Pai Eterno”, Jesus Cristo. Poderá infundir-lhe verdadeira vida. Eis agora a sua oportunidade. Mas, há algo que deve fazer para preparar-se para a vida interminável sob sua regência?

[Foto na página 24]

Viver para sempre sob as atuais condições talvez não pareça atraente. Mas, a vida interminável no Paraíso — não seria isso uma alegria sem fim?

[Foto na página 25]

Não seria maravilhoso acolher de volta dos mortos os entes queridos?

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