De Nossos Leitores
A Nova Moralidade
Parabéns por sua coragem e senso de oportunidade em levar ao público os artigos sobre a nova moralidade. (22 de dezembro de 1982) O assunto é terrificante, alarmante e assustador, porém, verdadeiro. Linguagem franca e assuntos reais que concernem a todo ser humano. Acho que todo mundo devia saber os fatos.
P. M., EUA
Li e reli seu número sobre “A Nova Moralidade”. (22 de setembro de 1982, edição francesa) Fiquei surpreso e magoado. Não sabia que era tão sério e tão amplo. Obrigado por nos dizerem a verdade, por serem práticos e por nos darem bom conselho sobre como ficar livre deste mundo e de suas práticas. Obrigado por sua franqueza e pela preocupação que têm por nós.
S. B., Canadá
Chocante Injustiça
Li o artigo “Chocante Injustiça!” [julgamento e condenação dos Onedas, Itália], na sua edição de 22 de janeiro de 1983. Os pais foram, obviamente, injustiçados. Têm sido tratados como a pior espécie de criminosos. Não eles, mas sim as autoridades responsáveis por tal tratamento ilegal violaram a lei. Esperemos que no próximo julgamento não se continue a pisar na justiça.
D. K., Alemanha
Úlceras
Permitam congratular-lhes efusivamente pelo artigo “Então, Você Acha que Tem (Úlcera?” (8 de março de 1983). Tendo me submetido a uma operação de vagotomia, quatro anos atrás, achei o artigo fascinantemente preciso e prático. De fato, se eu tivesse antes a riqueza de informações que o artigo contém, talvez tivesse evitado arranjar uma úlcera, ou certamente teria lidado melhor com a situação. Continuem o bom trabalho!
I. B., Inglaterra
Açúcar — Quão Doce?
“O Açúcar — Quão Doce É?” (22 de maio de 1983). Excelente artigo sobre uma história do passado que as escolas que freqüentei omitiram. Fiquei tão impressionado com ele que escrevi a sete importantes redes noticiosas da Califórnia, falando sobre os méritos básicos desse notável artigo.
H. B., EUA
Permitam dizer-lhes que gostei muito dos artigos sobre “O Açúcar — Quão Doce É?”. Eles provaram o que eu sabia ser verdade no meu caso, isto é, que o açúcar aumenta a minha pressão sanguínea. De modo que não posso dar-me ao luxo de comê-lo. Talvez agora meu médico concorde comigo, pois pretendo mostrar-lhe o artigo. Há anos venho tentando convencê-lo. Muito obrigado.
B. P., EUA